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sábado, 17 de abril de 2010

Cochabamba: celebración del Día Internacional de la Lucha Campesina

Cochabamba: celebración del Día Internacional de la Lucha Campesina

(Cochabamba, 17 de abril del 2010) Las Campesinas y los campesinos de los movimientos del campo a nivel mundial, miembros de La Vía Campesina celebran hoy 17 de Abril, el Día Internacional de la Lucha Campesina, fecha en que reafirman su compromiso de intensificar la movilización en favor de los derechos de las y los campesinos del todo el mundo. Para recordar esta fecha representativa las delegadas y los delegados, de distintos países, se concentrarán a partir de las 11 de la mañana, en la Plaza del 14 de septiembre en Cochabamba, Bolivia, con el propósito de incidir para que esta fecha no sea invisibilizada y para que la lucha de sector campesino tome cada vez más fuerza.

Las Mujeres y los hombres de La Vía Campesina Bolivia junto con delegadas y delegados de todas partes de mundo conmemoran hoy el asesinato de 19 campesinas y campesinos que fallecieron luchando para el accesso a la tierra en el estado de Para en Brasil en 1996. Así mismo, recuerdan el asesinato de 5 compañeros indígenas, entre ellas un niño y una mujer, que fueron asesinadas el 17 de abril del 1997, por llevar 3 meses de vigilia para la defensa de la Madre Tierra y del cultivo de la hoja de coca en Bolivia.

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Minc considera COP-15 uma frustração

Assessoria de Comunicação ASCOM
Web do Ministério do Meio Ambiente

Reproduzido por Jacob (J.) Lumier

***

Para ministro, é hora do Brasil se mobilizar para fazer sua parte

20/12/2009

Ao sair na madrugada de sábado (19/12) do plenário da Conferência de Mudança do Clima das Nações Unidas, em Copenhague (Dinamarca), após horas de intensas negociações, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que estava vivendo "um dos dias mais tristes" de sua vida. Para ele, a chamada COP-15 foi "uma frustração", embora com "alguns poucos avanços".





Após dias e dias de negociações com lideranças de outros governos, Minc saiu convencido de que os Estados Unidos foram os grandes responsáveis "por esse clima ruim", já que, sem "mandato para negociar", pois seu plano de reduções de emissões de gases-estufa sequer fora aprovado pelo Senado dos EUA, apresentaram metas muito tímidas.

Minc passou a noite de sexta-feira e a madrugada deste sábado em intensas negociações em reunião em que ministros de 30 nações acordaram um texto básico que, ao ser levado a plenário, foi rejeitado por alguns países, como Cuba, Nicarágua e Venezuela, o acabou por inviabilizar sua aprovação, já que, nos encontros da ONU, é preciso haver consenso mínimo para aprovação de documentos básicos.

Para o ministro do Meio Ambiente do Brasil, a COP-15 foi marcada por posições egoístas de países, com "cada um olhando para o seu umbigo", e até mesmo ideológicas, como foi o caso de nações com a Venezuela e Cuba que, sem nunca terem se destacado nas lutas ambientais, teriam rejeitado o acordo final apenas para se contrapor ao Estados Unidos - um dos maiores fiadores do documento que foi levado a plenário e acabou rejeitado.

De qualquer forma, Minc acha que algumas poucas, mas importantes questões tiveram algum tipo de avanço, o que viabilizou que sejam melhor discutidas ao longo deste ano, como a questão do pagamento de ações para se manter as florestas em pé, dentro do chamado Mecanismo Redd, e a do financiamentos para ações de adaptação a efeitos do aquecimento global, nos países mais pobres, e de mitigação, nos países emergentes que são grandes emissores de gases de efeito estufa..

Minc lembrou que, apesar do clima de frustração, o Brasil vez sua parte, apresentando "metas ousadas" de emissões evitadas de CO2, entre 36% e 39%, em 2020, e "suando a camisa" para que prevalecesse um acordo legal de alto nível ao final da COP-15, o que infelizmente não ocorreu.

Mas agora, acrescentou, é hora de não se ficar parando, com o Brasil "arregaçando as mangas" para que suas metas de redução de gases-estufas sejam cumpridas, pelo bem do planeta. "Alguns passos foram dados, embora tímidos. Temos que analisar isso agora com muita profundidade, para impedir que isso volte a acontecer. É hora agora de mobilizar a sociedade, para fazermos a nossa parte."
ASCOM
Reproduzido por Jacob (J.) Lumier
Member of Sociologists without Borders Think Tank

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Climate Justice Now! Copenhagen COP15 demonstration

por focuspuller última modificação 14/12/2009 01:16

Statements of Jose Bove Confederation Paysanne France, Christophe Aguitton Attac France, Alphonsine Ngie Ngube COPACO/PRP Congo, Miguel Palacin COICA Amazzonica Peru, Henry Saragih La Via Campesina Indonesia






Video information
Produced by focuspuller
Produced 2009/12/12
Duration 2 minutes 50 seconds



Fonte:

World Social Forum 2009




Reproduzido por Jacob (J.) Lumier






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