Mostrando postagens com marcador camponeses. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador camponeses. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de março de 2012

Cúpula vai criticar metas da Rio+20 e propor alternativas | Cúpula dos Povos na Rio+20

Cúpula vai criticar metas da Rio+20 e propor alternativas | Cúpula dos Povos na Rio+20




Cúpula vai criticar metas da Rio+20 e propor alternativas

Questionar modelos de desenvolvimento, debater o conceito de ‘economia verde’ e propor soluções alternativas para um verdadeiro mundo sustentável. São essas as principais resoluções da Cúpula dos Povos, reafirmadas na tarde desta segunda-feira (19/3), durante coletiva de imprensa realizada no Rio de Janeiro. A mesa de entrevistados foi composta por um diversificado grupo de representantes de organizações sociais – integrantes do Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 –, que esclareceram pontos importantes sobre os valores que a Cúpula pretende disseminar na cidade durante o evento.
Paralelamente à Rio+20, entre 15 e 23 de junho, a Cúpula dos Povos receberá cerca de 10 mil representantes de diferentes entidades e movimentos sociais. O objetivo do grande encontro será transformar a conferência em um espaço de intensa reflexão e debate sobre temas que dizem respeito, sobretudo, à mercantilização de recursos naturais.
“Essa é a economia verde. Uma economia que transforma a natureza em lucro”, declarou Graciela Rodrigues, da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB). “Precisamos questionar esse modelo de desenvolvimento econômico, que muitos chamam de sustentável”, completou Pablo de La Vega, coordenador da Plataforma Interamericana de Direitos Humanos, do Equador.
As soluções que serão apresentadas na Cúpula partem de experiências já vivenciadas, que, segundo Marcelo Durão, da Via Campesina, são “pautas antigas”. “As alternativas já existem, mas precisamos socializá-las. Temos, por exemplo, a reforma agrária como alternativa à reforma urbana. Porque é óbvio: se o campo não recebe investimentos em saúde, educação, transporte, infraestrutura, entre outros, as pessoas são forçadas a migrar para as cidades”, ressaltou Durão, também representante do Movimento dos Sem-Terra no Rio de Janeiro.
Sabemos o futuro que queremos
“
A Cúpula pretende não só dar visibilidade a experiências como essa, mas também promover a troca de conhecimentos e práticas entre os diferentes povos, além de deixar um legado para a população local. “Também queremos levar atividades para comunidades de algumas favelas do Rio”, comentou Graciela.
Apesar de a conferência acontecer no Rio de Janeiro, a Cúpula dos Povos envolverá articulações nacionais e internacionais, como destacou a representante da Marcha Mundial das Mulheres, Sandra Morán, da Guatemala. “Compartilhamos lutas. Por isso, precisamos fortalecer nossa aliança hemisférica, com propostas que dialoguem com diversos países”.
O Comitê Facilitador pretende trazer movimentos das Américas, da África, do Oriente Médio e da Europa para produzir durante a Cúpula uma declaração sobre justiça social e ambiental.
Com um debate de nível global, as críticas serão contundentes às propostas apresentadas pela Conferência da ONU. “Enquanto a Rio+20 oficial articula com grandes empresas e multinacionais ‘o futuro que queremos’, a Cúpula dos Povos critica essas propostas, porque sabemos exatamente o que precisamos. E não é esse futuro que eles estão propondo. A Rio+20 será uma feira de decisões de negócios. A Cúpula, um espaço democrático para propor alternativas verdadeiramente sustentáveis”, enfatizou Graciela Rodrigues.
O território
Há oito meses, o Comitê Facilitador negocia com a Prefeitura do Rio o Aterro do Flamengo, Zona Sul da cidade, como espaço de realização do evento. Além de aproximar ainda mais a sociedade civil das atividades da Cúpula dos Povos, de acordo com Graciela Rodrigues, o local é estratégico.
“A principal questão é a visibilidade. Queremos voltar a ocupar o espaço onde aconteceu a Rio 92. Na ocasião, foram obtidas várias conquistas e acordos favoráveis ao tema da preservação ambiental”, lembrou.
O Comitê Facilitador está estudando junto com a Prefeitura a possibilidade de acomodar as 10 mil pessoas que virão participar da Cúpula em locais no entorno do Aterro do Flamengo.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

2012 é o ano da cooperativa

2012 é o ano da cooperativa
O cooperativismo, portanto, é um fenômeno imponente, mas do que se trata exatamente? Com a palavra  Emmanuel Kamdem, especialista em cooperativa na Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra: Quando as pessoas se unem para criar riqueza sob uma base democrática e que essa riqueza é distribuída de maneira equitativa, então estamos em presença de uma cooperativa.”

As cooperativas não são um simples fenômeno econômico, mas um modelo empreendedor específico fundado em valores como a democracia, a igualdade, a solidariedade e a mutualidade. “É um modelo que reúne lógica de mercado e inclusão social, tendo a solidariedade como centro de interesse. Claro, a criação de uma ferramenta econômica tem de ter a garantia de crescimento social e econômico da empresa, mas o fundamento não é a maximizar lucros.”

Se a dispersão de capital e a subdivisão do poder constituem o principal freio ao desenvolvimento desse empreendimento sustentável, o potencial ainda está longe de ser explorado, comenta Emmanuel Kamdem.
“O objetivo da ONU para 2012 é de promover a criação e o desenvolvimento desse modelo que, nos últimos anos, vem atraindo cada vez mais o interesse de economistas e empreendedores.”

A campanha destaca ainda o grande número de cooperativas e os princípios fundadores. “A cooperativa muito grande tende a esquecer o papel de formação e educação que também tem e os sócios não são sempre cientes de seus direitos e deveres. É uma lacuna que deve ser corrigida.”

Pequenos produtores crescem
Se as cooperativas economicamente mais rentáveis estão concentradas nos países industrializados como França, Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Itália, nos últimos 50 anos esse modelo se desenvolveu sobretudo nos países do hemisfério sul.

“A associação de pequenos produtores é um instrumento fundamental de democratização e permite às  populações mais pobres de participar na criação do futuro”, explica Hans-Peter Egler, da divisão Cooperação e Desenvolvimento da Secretaria Federal de Economia (SECO).  “Além disso, uma pessoa simples não está habituada discutir durante meses. Então a cooperativa desempenha um papel importante ao dar voz aos pequenos produtores, permitindo que eles se protejam contra a concorrência multinacional.”

Para Hans-Peter Egler, o exemplo mais emblemático é o do comércio equitativo em que 75% da produção vem da própria cooperativa, com faturamento de 316 milhões de francos na Suíça em 2010. “Produtos como café, cacau e algodão são cultivados exclusivamente em pequenas cooperativas agrícolas, onde os membros têm a possibilidade de uma longa formação, de administrar seus próprios interesses e transmitir o conhecimento a outros membros da comunidade. E, ironia da sorte, esses produtos são revendidos na Suíça pelas duas maiores cooperativas que são as redes de supermercados Coop e Migros. E o círculo se fecha.”

Um capitalismo social
Segundo a Aliança Cooperativa Internacional (ICA), associação que reúne 258 organizações de 96 países, as 300 maiores cooperativas do mundo dão 20% a mais de empregos do que as multinacionais.

“As cooperativas superaram melhor a crise financeira de 2008-2009 do que os bancos”, sublinha ainda o especialista da OIT Emmanuel Kamdem. “Isso é possível porque os membros são ao mesmo tempo fregueses e proprietários e exercem, assim, um controle maior. Sem contar que têm ainda direito de voto, independente da cota de capital detida, e a margem de manobra é, assim, diferente.”

Quanto à nova crise dos países da zona do euro, Emmanuel Kamdem fala de “inevitável” retorno a um modelo corporativista, mais democrático, centrado na economia real e capaz de se adaptar às necessidades dos países industrializados como aos países em desenvolvimento.
Leia o artigo completo swissinfo.ch

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Frente Nacional Campesino llegó a Rosario

Argentina: marcha del Frente Nacional Campesino llegó a Rosario

"El FNC informa que la caminata campesina iniciada el día 4 de abril pasado en Salta, estará los días 11 y 12 de junio concretando actividades en Rosario, y llegará a Plaza de Mayo el 1ro de julio. La marcha nacional es para difundir la situación real sobre el uso y tenencia de tierra en la argentina."

El Frente Nacional Campesino (FNC) informa que la caminata campesina iniciada el día 4 de abril pasado en el paraje Fortín Belgrano, provincia de Salta, se esta desarrollando con normalidad. Los días 11 y 12 de junio estaremos concretando actividades en la ciudad de Rosario, provincia de Santa Fe, y llegaremos a Plaza de Mayo el día viernes 1(primero) de julio del presente año, luego de recorrer 1.700 km por los caminos de nuestra querida PATRIA.
  • La marcha nacional es para difundir la situación real sobre el uso y tenencia de tierra en la argentina; nos preocupan los desalojos que se ejecutan en nuestras provincias; buscamos que los compatriotas se informen y se interesen más sobre la cuestión de la distribución de la tierra en nuestro país. Solicitamos la solidaridad de los argentinos y la intervención de las autoridades para transformar la realidad de injusticias que padecen miles de familias campesinas en todo el territorio nacional.
  • Queremos dialogar con las autoridades del Poder Ejecutivo Nacional para pedirles se arbitren los medios que correspondan para fortalecer la presencia e intervención del estado en la producción y comercialización de los productos campesinos. A nuestro criterio es necesario dotar de mayor estructura y presupuesto a la Subsecretaria de Agricultura Familiar; para agilizar los diagnósticos, la elaboración de proyectos y la ejecución de emprendimientos sustentables.
  • Pedimos el acompañamiento de las instituciones nacionales, provinciales y municipales para organizar cooperativas de pequeños productores y cooperativas de consumidores, para construir sistemas de producción y comercialización que beneficien a los productores del campo y a los consumidores de los pueblos y ciudades. Actualmente el productor campesino de agroalimentos recibe precios irrisorios por sus productos y los consumidores pagan precios muy elevados por los alimentos; dicha situación se puede y se debe cambiar.
  • Solicitamos una oportunidad a los diferentes bloques de la Cámara de diputados y de Senadores del Congreso nacional, para dialogar sobre los sufrimientos de miles de familias campesinas y de pueblos originarios debido a la falta de legislaciones claras y aplicables para frenar los injustos desalojos y la concentración de la tierra en pocas manos, en manos de empresas nacionales y extranjeras.
  • El campo que está representada por la mesa de enlace, pertenece al viejo modelo de país agroexportador, de concentración de la tierra en pocas manos, de acumulación de la riqueza en manos de grandes empresas, y de pobreza, desalojo y destrucción para pequeños y medianos productores; el viejo modelo agropecuario perjudica a las mayorías del campo y a los consumidores de los pueblos y ciudades. El viejo modelo agropecuario de la oligarquía terrateniente se está quedando con todas las tierras del país, es tiempo de poner freno a ese modelo y construir otro modelo de campo que beneficie a todos los productores y a todos los argentinos.
  • El nuevo modelo agropecuario debe ser una construcción democrática, los argentinos necesitamos informaciones precisas sobre el uso y tenencia de tierra rurales de nuestro país, necesitamos que todos los sectores se involucren en el diseño y ejecución de una estratégica política de tierras y un modelo agropecuario al servicio de la patria, al servicio de la argentina, al servicio de la patria grande, al servicio de la humanidad…
  • La caminata nacional de los dirigentes del FNC es simplemente algo simbólico, es un pequeño aporte de lo mucho que hace falta para la democratización del acceso a los recursos naturales, somos los desconocidos del campo, casi invisibles, muchas veces tapados, muchas veces ignorados, muchas veces ninguneados. Nosotros, abrazamos la causa de muchos otros que lucharon por la justicia, de los que luchan hoy, de los que lucharan mañana… a nosotros nos toca sembrar estas semillitas, muchos argentinos lo sabrán cultivar mejor que nosotros…
  • Los dirigentes del FNC permaneceremos en la ciudad de Buenos Aires del 1 al 7 de julio, y en esos días gestionaremos reuniones con autoridades del poder legislativo y el poder ejecutivo nacional, para entregar un petitorio de 4 puntos a los diferentes bloques del Congreso Nacional y a la Presidenta de la Nación.

El petitorio del FNC que se presentará a las autoridades consta de 4 puntos y es el siguiente:
  1. Titularización (propiedad) de las tierras para campesinos e indígenas.
  1. Apoyo técnico y económico para la producción y comercialización de los productos campesinos.
  1. Ley para la suspensión de los desalojos de familias campesinas y pueblos originarios.
  1. Ley de propiedad de la tierra para poner freno a la concentración y extranjerización de la tierra en la Argentina.

Por ultimo, es justo reconocer el impacto positivo de las políticas nacionales de inclusión social en el sector campesino y de pueblos originarios, nos referimos a la asignación universal por hijos, a la asignación para madres embarazadas, a las jubilaciones y a las pensiones sociales; son medidas acertadas que deben ser continuadas mediante la profundización del modelo de desarrollo con inclusión para todos los argentinos.

Fonte: Biodiversidad en América Latina y El Caribe


sábado, 16 de abril de 2011

17 de abril: Más de cien acciones en todo el mundo para apoyar la agricultura campesina

17 de abril: Más de cien acciones en todo el mundo para apoyar la agricultura campesina


Divulgo, subscrevo e manifesto solidariedade à justa luta e atual campanha da Via Campesina pelos direitos humanos, direitos sociais e direitos civis dos trabalhadores engajados na agricultura campesina e pela soberania alimentar.
Jacob (J.) Lumier
Visite A Via Campesina.org e leia mais

Dia de la Lucha Campesina - 17 de Abril

Sábado, 16 de Abril de 2011 12:00
Nota de prensa

(Jakarta, 16 de abril de 2011)- Mañana, el 17 de abril, el mundo celebrará el Día Internacional de la Lucha Campesina. Más de 100 acontecimientos diferentes (ver Lista Completa aqui) en defensa de la agricultura campesina y la soberanía alimentaria tendrán lugar en todas partes del mundo, en capitales, ciudades y pequeños pueblo. En esta fecha se conmemora el asesinato en Eldorado dos Carajás, Brasil, en 1996, de 29 campesinos inocentes que luchaban por la tierra y defendían la producción alimentaria de los campesinos y pequeños agricultores.

Este año reiteramos la necesidad de liberarnos del sistema de producción de alimentos industrial y también nos reafirmamos en nuestra creencia de que la agricultura campesina puede alimentar al mundo. La crisis alimentaria actual muestra que el sistema alimentario industrial prredominante ha fracasado y que las promesas de la Cumbre de la Alimentacion de 1996, reflejadas en el Objetivo de Desarrollo del Milenio, de reducir el hambre hasta 2015, no se cumplirán. Al contrario, el número de hambrientos se ha incrementado de 800 millones en 1996 a 1000 millones en este momento.

Celebraremos este día de varias formas diferentes. Una gran variedad de grupos, activistas, comunidades, medios de comunicación y organizaciones de todos los continentes han organizado acciones directas, actividades culturales, talleres, proyecciones de películas, programas de radio, debates sobre Soberanía Alimentaria etc.

Una de las acciones más importantes será la publicación de una declaración internacional contra la acaparación de tierras, con ocasión de la reunión del Banco Mundial en Washington DC.

En Bruselas, una multitudinaria acción con el título “Liberemos nuestras semillas” reunirá a muchos participantes, que intercambiarán semillas y experiencias de sus jardines y huertos. Se trata de una forma simple de reforzar la diversidad y reafirmar el valor de las semillas en nuestra alimentación y en nuestra cultura.

En Brasil, el miembro de La Via Campesina MST organizará un seminario titulado “Eldorado dos Carajás, 15 años de impunidad” para conmemorar el 15 aniversario de la masacre. En Rio Grande do Sul, Brasil, unas 600 personas de organizaciones miembro de La Via Campesina van a realizar una marcha para reclamar su derecho a la tierra en el contexto del Día Internacional de la Lucha Campesina.

En Corea, la Liga Campesina Coreana y la Asociación Coreana de Mujeres Campesinas, junto con otras 25 organizaciones de campesinos organizaron dos mobilizaciones esta semana. La primera, en favor de la reforma de la legislación sobre cajas cooperativas agrícolas y la segunda, en contra de los Acuerdos de Libre Comercio entre Corea y USA y Corea y la UE, pidiendo al mismo tiempo compensaciones para los agricultores que se han visto afectados por la glosopeda, y la protección de los derechos campesinos. Más de mil quinientos agricultores de todo el país se reunieron en estas ocasiones.

Dia de la Lucha Campesina - 17 de Abril

domingo, 27 de fevereiro de 2011

La agricultura campesina puede alimentar al mundo!



¡Enterremos el sistema alimentario industrial! ¡La agricultura campesina puede alimentar al mundo!

17 de abril: Día Internacional de la Lucha Campesina

La agricultura industrial dominante ha fracasado. Las promesas de la Cumbre Mundial sobre la Alimentación de 1996, reflejadas en el objetivo de desarrollo del milenio de reducir el hambre para 2015, no van a cumplirse.


En la actualidad el hambre y la inseguridad alimentaria están aumentando. Unos mil millones de personas padecen hambre, otros mil millones sufren desnutrición—carencia de importantes vitaminas y minerales—y sin embargo otros mil millones están sobrealimentados. ¡Un sistema alimentario global = 3 mil millones de víctimas!

Las políticas alimentarias puestas en práctica durante los últimos 20 años han perjudicado enormemente a la agricultura campesina, que sin embargo sigue alimentando a más del 70% de la población mundial.

La tierra, las semillas y el agua se han privatizado y se han cedido a la agroindustria. Esto ha forzado a los miembros de las comunidades rurales a emigrar a las ciudades, dejando atrás tierras fértiles, que son explotadas por multinacionales para producir agrocombustibles, biomasa o alimentos destinados a los consumidores de los países ricos.

Las políticas neoliberales se basan en la asunción de que la mano invisible del mercado repartirá el pastel de forma eficaz y justa. Y en Davos este año, los gobiernos del mundo hablaron de concluir la Ronda de Doha de la OMC en julio de 2011, precisamente para evitar al mundo futuras crisis alimentarias recurrentes. En realidad la actual crisis alimentaria, endémica, muestra que una mayor liberalización de los mercados no ayuda a alimentar al mundo, sino que acrecienta el hambre y expulsa a los campesinos de las tierras, de modo que los gobiernos se equivocan.

Lo que ha ocurrido es que los alimentos han entrado de forma masiva en mercados especulativos, sobre todo desde 2007. En dichos mercados los productos alimentarios son mercancías en las que los inversores pueden de pronto depositar o retirar miles de millones, inflando burbujas que después revientan, diseminando miseria. Los precios de los alimentos son altos, están fuera del alcance de los consumidores pobres, pero a los pequeños productores se les pagan precios bajos, haciéndolos cada vez más pobres. Los grandes comerciantes, los supermercados y los especuladores continúan engrosando sus beneficios a costa del hambre de otros.

Ha llegado el momento de cambiar radicalmente el sistema alimentario industrial. La Vía Campesina, movimiento que representa a más de 200 millones de pequeños productores en todo el mundo - hombres y mujeres - propone la soberanía alimentaria como una forma eficaz y justa de producción y distribución de los alimentos en todas las comunidades, todas las provincias, todos los países.

Poner en práctica la soberanía alimentaria significa defender la agricultura a pequeña escala, la agroecología y la producción local en todo el globo cuando es posible. Requiere que los gobiernos apoyen este nuevo paradigma dando a los campesinos acceso a la tierra, al agua, a las semillas, a créditos y a la educación, protegiéndolos de importaciones baratas, creando stocks públicos o propiedad de los campesinos y gestionando la producción.

La soberanía alimentaria supondría dar una forma de sustento a miles de millones de personas y reduciría la pobreza, que es en su mayor parte un fenómeno rural. En la actualidad, de los mil cuatrocientos millones de personas que viven en condiciones de pobreza extrema en los países en desarrollo, el 75 por ciento viven y trabajan en zonas rurales.

La producción local de los alimentos y la venta directa de los productores a los consumidores garantiza que los alimentos permanezcan al margen del juego capitalista del monopolio. Así están menos sometidos a la especulación. Además, la agricultura sostenible permite la regeneración del suelo y del medio ambiente, preservando la biodiversidad y la salud humana. Se adapta mejor al cambio climático y ayuda a frenar el calentamiento global.

Esto es lo que defenderá La Vía Campesina durante las reuniones del Banco Mundial-FMI en abril y la cumbre del G20 sobre agricultura en junio, y del Comité de Seguridad Alimentaria Mundial en octubre, y de la cumbre de la OMC en diciembre de 2011.

¡Únase a nuestro Día Global de Acción!

El día 17 de abril es un día especial. Gente en todo el globo celebra la lucha de los campesinos y de los pueblos rurales para sobrevivir y continuar alimentando al mundo. Este día conmemora la muerte de 19 agricultores en Brasil, asesinados debido a su lucha por la tierra y la dignidad.

Cada año tienen lugar más de cien acciones y eventos en todo el mundo para defender un nuevo sistema alimentario basado en la soberanía alimentaria, la justicia y la igualdad.

Dondequiera que esté usted, sea quien sea, está invitado a unirse a la celebración: organice una acción, un mercado de pequeños productores, la proyección de un film, una exposición fotográfica, una charla, una fiesta, una emisión especial de radio o televisión, etc.

Infórmenos por adelantado de lo que va a organizar, envíenos pósters, vídeos, fotos, artículos. Los publicaremos en www.viacampesina.org

Para suscribirse a nuestra lista especial de correo, envíe un mensaje en blanco a la siguiente dirección: via.17april-subscribe@viacampesina.net

Puede leer nuestra nueva publicación:”La agricultura campesina y familiar sostenible puede alimentar al mundo”

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Las causas del aumento de precios y de la crisis alimentaria en el mundo

Reproduzo aqui a mensagem dos Militantes do MST e da Vía Campesina intitulada "Las causas del aumento de precios y de la crisis alimentaria en el mundo", difundida na Web da Minga Informativa de Movimientos Sociales no dia 18 de Fevereiro 2011, que apoio e subscrevo, associando-me aos autores Egidio Bruneto y Joao Pedro Stedile.




En las últimas semanas han circulado diversos artículos y comentarios sobre la crisis del aumento de los precios de alimentos. La mayoría de los análisis son buenos. Aunque algunos quedan atrapados en la visión economicista de la oferta y demanda. O de algún problema de sequía o inundación en algún país, que de hecho no son la causa del aumento de precios de los alimentos.

Dentro del MST y de la Vía Campesina hemos producido buenos análisis, y no está demás reforzarlos. Por eso estamos compartiendo con Uds. nuestra opinión, como una especie de resumen sobre las causas del incremento de precios de los alimentos y de la crisis alimentaria que afecta a millones de seres humanos, más allá de los mil millones de hambrientos que ya pasan hambre todos los días, según la FAO.

1.- El control oligopólico que unas pocas empresas tienen del comercio agrícola mundial, de los principales productos, como: soya, maíz, arroz, trigo, leche y carnes; pues ellas imponen un precio, independientemente del costo real de producción.

2.- La especulación de grandes inversores en las bolsas de mercancías agrícolas ha convertido a los alimentos en meros papeles de negocios. Se comenta en los periódicos que ya están vendidas en las bolsas las próximas siete cosechas de soya del mundo. Éstas ya tienen dueño, como títulos de ventas.

3.- La especulación financiera: muchos bancos invierten sus capitales volátiles en mercancías agrícolas, para protegerse de la crisis general.

4.- La producción agrícola de agrocombustibles, que tiene sus precios basados en el petróleo, termina empujando la tasa medía de ganancia en la agricultura hacia arriba. Y así, debido al elevado precio del etanol, suben todos los productos agrícolas.

5.- El elevado costo de transformar millones de toneladas de cereales en proteína animal. O sea, las élites demandan cada vez más carnes, y por eso parte de la producción de vegetales, que podría ser consumida por la población, va para los animales y, por tanto, acaba incidiendo en el aumento del precio de las carnes.

6.- Las privatizaciones de los servicios públicos para la agricultura, que los transfieren al control de las empresas transnacionales, también repercuten en el incremento de costos en el precio final.

7.- Las legislaciones ambientales de sanidad y certificados de patentes, implementados en el periodo de los gobiernos neoliberales para favorecer el control oligopólico de algunas empresas sobre la mayoría de los productos que exigen transformación industrial, les da poder para imponer precios.

8- La regla general impuesta por la OMC (Organización Mundial del Comercio) a partir de 1994, que transformó los alimentos en meras mercancías, que deben ser reguladas sólo por el mercado. Y como el mercado es controlado por las grandes empresas transnacionales, eso tiene efecto directo en el precio.

9- La introducción de la propiedad privada de las semillas transgénicas impone una nueva matriz tecnológica con costos de producción mayores y en beneficio de las mismas empresas que controlan el comercio, las semillas y los insumos agrícolas.

10. Hay una corrida de los capitalistas en general y de las grandes empresas hacia el hemisferio sur, para apoderarse de los recursos naturales: tierras, agua, lagos, reservas de madera, etc. y con eso van expulsando a las poblaciones nativas y los campesinos en general, e imponiendo la regla general del capital sobre los alimentos.

11- En las últimas dos décadas con el proceso de internacionalización del capital y de las empresas capitalistas, los precios de los alimentos se internacionalizaron. Esto determina que los parámetros de producción y de los precios no son más el costo real de producción de alimentos en cada país, sino que se establece un precio medio mundial, controlado por las empresas, que excluye completamente otras formas de producción, locales, campesinas, etc.

Como se ve, la lucha por la soberanía alimentaria que los movimientos de la Vía Campesina en todo el mundo adoptaron como prioridad es más que correcta, es necesaria y urgente. La soberanía alimentaria es la política de que cada pueblo, en su región, municipio y país, desarrolle condiciones para producir los alimentos que necesita para sobrevivir. Y que sólo exporte el excedente, y sólo importe lo que va más allá de su canasta básica en consonancia con sus hábitos alimenticios.

Además, todos los nutricionistas advierten que nuestra dieta alimentaria tiene que darse a partir de los alimentos producidos en los biomas donde vivimos. Eso es lo que garantiza energía saludable para la reproducción de todos los seres vivos, en su propio hábitat. Las empresas transnacionales están transformando el mundo en un único y gran supermercado, a base de soya y maíz.

Esperamos que las contradicciones que el movimiento del capital nos presenta cada día, nos ayude a conscientizar nuestra base y la sociedad en general, para los cambios necesarios, para un nuevo modelo de producción agrícola, en el Brasil y en el Mundo.

Esta es la tareita, por ahora!

Abrazos

Egidio Bruneto y Joao Pedro Stedile
Militantes del MST y de la Vía Campesina
(Traducción Minga Informativa de Movimientos Sociales)

sábado, 18 de setembro de 2010

Por Justicia Climática y soluciones reales

Frente al debil y problemático “Entendimiento de Copenhague”, los pueblos y los movimientos sociales estamos comprometidos en la construcción y profundización del “Acuerdo de los Pueblos”. (17/09/10)
***
Desde que el debate sobre el Cambio Climático ganó un nuevo impulso, a partir de la divulgación del informe del IPCC y las conferencias de Bali, Copenhague y la Conferencia de los Pueblos sobre el Cambio Climático y los Derechos de la Madre Tierra realizada en Cochabamba, los movimientos y organizaciones sociales, junto a las redes y articulaciones internacionales, hemos venido construyendo un conjunto de iniciativas populares para fortalecer un movimiento global por justicia climática.
Estas iniciativas comparten -desde su diversidad- una misma perspectiva estratégica. Para hacer frente a la grave crisis climática global es necesario llevar a cabo cambios de fondo y abandonar las falsas soluciones que agravan el problema, poniendo los derechos de los pueblos y la naturaleza en el centro mismo del debate.
Consideramos que es necesario cambiar el sistema de producción y consumo imperante basado en un modelo de desarrollo y un relacionamiento con la naturaleza depredador, injusto y excluyente y transitar hacia nuevos modos de vida basados en la justicia social, ambiental y climática.
Para nosotros y nosotras, las soluciones reales frente al calentamiento global pasan por lograr una reducción efectiva en las emisiones de gases de efecto invernadero y por el resarcimiento de la deuda climática que el Norte industrializado ha acumulado con el Sur. Las soluciones reales son la justicia climática, ambiental y social, el respeto a los derechos humanos y la autodeterminación de los pueblos, la soberanía alimentaria, la recuperación de territorios y la reforma agraria, la agricultura campesina y la integración y solidaridad entre los pueblos.
Luchamos por el reconocimiento de responsabilidades y compromisos diferenciados tanto en las reducciones como al asumir los costos de la adaptación y mitigación. Luchamos por una transición justa, basada en la justicia climática, ambiental, social y de género hacia un nuevo modelo que garantice el trabajo decente, la creación de buenos empleos y el respeto de los derechos de las y los trabajadores. Luchamos por la defensa del agua, su gestión democrática, social y comunitaria que ayude a detener la crisis climática Luchamos por una reforma agraria y el impulso a la agricultura campesina-indígena local que ha mostrado su capacidad de producir en armonía con la naturaleza, Luchamos por la protección y manejo comunitario y sustentable de los bosques, y por la transición hacia una generación de energía limpia y renovable.
Frente al debil y problemático “Entendimiento de Copenhague”, los pueblos y los movimientos sociales estamos comprometidos en la construcción y profundización del “Acuerdo de los Pueblos”. Consideramos que el Acuerdo de los Pueblos alcanzado en la Cumbre de Cochabamba es nuestro punto de partida, que debe ser profundizado y debatido en la misma lógica en la que fue construido, esto es, en el marco de los debates y propuestas de los propios pueblos, movimientos y organizaciones sociales.
Las movilizaciones, foros, debates, reuniones y actividades que se realizarán por parte de las redes y organizaciones sociales en Cancún, México, en paralelo y hacia dentro de la COP 16, marcarán un momento clave para la continuidad de este proceso de acumulación y fortalecimiento del movimiento global por justicia climática.
Nos convocamos a:
Impulsar un amplio intercambio global de visiones y perspectivas, continuando los debates que se realizaron en Cochabamba y que se extenderá mas allá de Cancún, para construir desde los pueblos, las medidas y demandas concretas que deberán ser adoptadas para revertir la crisis climática y avanzar hacia la justicia climática.
Movilizarnos en Cancún y en todo el mundo, para rechazar a las estrategias de lucro, cabildeo y mercantilización que están realizando las empresas transnacionales, los bancos e intereses financieros, los gobiernos de los países industrializados y sus instituciones internacionales para seguir eludiendo sus responsabilidades históricas
Apoyar y promover movilizaciones descentralizadas en todo el mundo, como el llamado de la Vía Campesina a llevar adelante “miles de Cancún por la Justicia Climática”
Desenmascarar las falsas soluciones a la crisis climática, y acusar a sus responsables, con testimonios, evidencias y pruebas concretas de los impactos negativos a nivel mundial de los mercados de carbono, los transgénicos, agrocombustibles, geoingeniería, la energía nuclear, la captura y almacenamiento de carbono, los “Mecanismos de Desarrollo Limpio” y los actuales proyectos REDD que se están impulsando sin atender las reales necesidades de los pueblos
Sacar al Banco Mundial y a sus brazos financieros regionales e internacionales de todos los planes de gestión y financiamiento frente al cambio climático y la crisis ambiental global, porque es uno de los principales responsables de los desastres actuales, de la imposición de un modelo de desarrollo excluyente y depredador y de los condicionamientos financieros y políticos sobre los países empobrecidos. Además de que han mantenido una fuerte inversión en la extracción y utilización de combustibles fósiles
Como parte de una Estrategia Global de Acción, proponemos:
Realizar una jornada global de acciones, el 8 de octubre, exigiendo “Banco Mundial, fuera del clima!”, en paralelo al inicio de la reunión anual de esta entidad responsable de múltiples políticas desastrosas para los pueblos y como parte de la “Semana de Acción Global contra la deuda y las IFIS” del 7 al 17 de octubre.
Participar y apoyar las movilizaciones convocadas por la CSA, la CSI y las centrales sindicales el 7 de octubre, en la jornada mundial por el trabajo decente.
Movilizarnos en todas partes el día 12 de octubre, realizando una Minga Global en Defensa de la Madre Tierra y la Justicia Climática-Ambiental.
Llevar a cabo un día común de movilizaciones, el 29 de noviembre, día que dará inicio la COP 16 en Cancún, en todo el mundo.
Realizar movilizaciones y acciones a nivel global durante la próxima Reunión del G20, incluyendo en Seúl, donde se producirá esta cumbre y el tema de cambio climático será central, para tender el puente “de Seul a Cancún” entre las movilizaciones y reivindicaciones que allí se harán.
Realizar movilizaciones, foros, actividades, debates y acciones en Cancún, en paralelo a y hacia adentro de la COP 16, en un a gran espacio global por la justicia climática, estando alerta y rechazando cualquier mal acuerdo que eventualmente salga de esas negociaciones.
Realizar en Cancún, en paralelo a la COP 16, una Audiencia del Tribunal Internacional de los Pueblos sobre Deuda Ecológica y Justicia Climática, para labrar un acta de acusación sobre crímenes climáticos y ambientales
Construir una estrategia de comunicación descentralizada y multisectorial, horizontal, colaborativa y abierta, en forma de minga global, para compartir de forma permanente las iniciativas, actividades, informes y testimonios de las acciones que se realizarán en todo el mundo, posiciones y propuestas para una solución de fondo de la crisis climática. Esta estrategia incluiría tanto nuestros propios medios alternativos de comunicación como la incidencia en los medios informativos nacionales e internacionales que estarán presentes en Cancún
Impulsar el proceso de preparación y discusión para la realización de una Consulta/Referéndum Global sobre las políticas frente al cambio climático.
Para realizar esto convocamos a:
Conformar un Comité Internacional abierto a todas las redes, movimientos, campañas y organizaciones internacionales, que trabaje con sentido de operatividad, unidad y solidaridad, complementando los grandes esfuerzos de articulación, movilización y logística que están realizando las organizaciones mexicanas para asegurar una presión y seguimiento de la COP 16 en Cancún, así como de las movilizaciones descentralizadas que se realizarán durante ese momento clave en otros lugares.
Conformar un grupo de trabajo internacional para concretar la estrategia de comunicación global, basándose en las redes ya existentes de comunicación alternativa y en profesionales que apoyen la incidencia en los medios internacionales convencionales.
Utilizar el sitio en internet de Diálogo Climático- Espacio Mexicano www.dialogoclimatico.org para informar las actividades y movilizaciones que se realizarán en cada país o región, inscribir acciones y eventos auto-organizados en Cancún y estar informado sobre los avances logísticos, organizativos y de agenda para los días de actividades y movilizaciones en Cancún.
Firman
Redes Regionales
Alianza Internacional de Habitantes
Alianza Social Continental - ASC
Amigos de la Tierra América Latina y el Caribe - ATALC
Campaña Mesoamericana de Justicia Climática
Convergencia de Movimientos de Pueblos de las Américas –COMPA
Confederación Sindical de Trabajadoras y Trabajadores de las Américas -CSA
Coordinadora Andina de Organizaciones Indígenas – CAOI
Encuentro Sindical Nuestra América
Jubileo Sur-Américas
Marcha Mundial de las Mujeres - MMM
Red Internacional de Género y Comercio IGTN
Redes y organizaciones nacionales
Blue Planet Project
Common Frontiers - Canadá
Dialogo Climático- Espacio Mexicano - México
Ditsö- Costa Rica
Ecologistas en Acción - España
Fundación Solón – Bolivia
Plataforma Boliviana frente al Cambio Climático -Bolivia
Rede Brasileira pela Integração dos Povos – REBRIP Brasil
Servicio Internacional Cristiano de Solidaridad con los Pueblos de América Latina, Mons. Romero" -SICSAL
Servicios Ecuménicos de Formación Cristiana – SEFCA - Guatemala
Solidariedade e Educação- FASE Brasil
Unidad Ecológica Salvadoreña- UNES – El Salvador

Oaxaca, México: Amenaza latente de masacre en San Juan Copala

15 de septiembre de 2010. a las 19:00hrs.

BOLETIN URGENTE del Municipio Autónomo de San Juan Copala

A las Organizaciones Sociales A los pueblos indìgenas y no indìgenas de México y el Mundo A la Otra Campaña A las personas solidarias A los Organismos de Derechos Humanos Nacionales e Internacionales

Hacemos un llamado urgente para denunciar que las amenazas de masacrar al pueblo de San Juan Copala, sede de nuestro Municipio Autónomo, por parte de los paramilitares del MULT (Partido Unidad Popular) y de la UBISORT (Partido Revolucionario Institucional) comienzan a hacerse realidad. Desde la tarde de hoy nuestros compañeros y compañeras que permanecen en pie de lucha en nuestro pueblo de San Juan Copala nos informan que han visto movimientos de los paramilitares rodeando cada vez más cerca la comunidad con la firme intención de atacar de manera armada a la población en general. Por este motivo les pedimos de la manera màs atenta permanezcan atentos a la posible masacre que se avecina, sobre todo porque esta acción la planean los paramilitares aprovechando los festejos que se llevan a cabo en torno al Bicentenario de la Independencia.

Les recordamos que son alrededor de 50 familias integradas por mujeres, hombres, niños, niñas, ancianos y ancianas las que permanecen bajo este riesgo latente de ser masacrados por los grupos paramilitares que han venido agrediendo nuestra autonomía, por ello, en este momento màs que nunca, les pedimos alzen la voz para no permitir que suceda una tragedia de la magnitud de Acteal, en Chiapas o Aguas Blancas en Guerrero.

por favor urge la solidaridad y la difusión con caracter de urgente de este comunicado.

ATENTAMENTE

MUNICIPIO AUTONOMO DE SAN JUAN COPALA

terça-feira, 27 de julho de 2010

Chile: Fin al secreto sobre transgénicos y amparo a Monsanto

Notícia da Web de Via Campesina Reproduzida por Jacob (J.) Lumier
Santiago de Chile, 6 de julio de 2010.- María Elena Rozas, a nombre de la Alianza por una Mejor Calidad de Vida/RAP Chile valoró hoy la decisión del Consejo para la Transparencia que resolvió por unanimidad el 25 de junio acoger el amparo (Rol A59-09) interpuesto por ella hace un año contra el Servicio Agrícola y Ganadero (SAG). “Esta es una decisión trascendente, que sienta jurisprudencia y alienta la participación social en el debate sobre el problema de los transgénicos, instruyendo al SAG a entregar en 15 días hábiles la información sobre la ubicación exacta y el nombre del propietario y/o entidad responsable autorizados para cultivar y acopiar semilla transgénica, que para el Consejo es de información pública y no secreta como alegaban el SAG y Monsanto a nombre de las transnacionales.”





Para la Alianza por una Mejor Calidad de Vida/RAP-Chile este fallo se da en un momento de claras señales sobre decisiones del gobierno tendientes a extender las siembras transgénicas al ámbito del mercado interno, lo que afectaría la biodiversidad, la salud de los chilenos (investigaciones asocian los transgénicos a problemas crónicos como tumores, aumento de infertilidad y otros); los intereses de todos los productores agrícolas – convencionales y orgánicos- y los derechos de los consumidores. Los transgénicos resistentes a plaguicidas, van asociados a un mayor uso de agroquímicos como glifosato, lo que está comprobado ampliamente en Argentina y otros países del mundo. Lucio Cuenca, director del Observatorio de Conflictos Ambientales sostuvo: “Esta es una contribución que hacemos las organizaciones ciudadanas respecto al derecho saber. Este fallo histórico rompe 20 años de secretismo y de política de hechos consumados y alienta la participación informada de la ciudadanía en este debate hasta ahora restringido a niveles de parlamentarios, gobierno y de científicos comprometidos con las trasnacionales agroquímicas exportadoras de semilla transgénica. ” Consultados sobre qué harían con la información, los patrocinantes del amparo llamaron a las organizaciones de productores agrícolas a ejercer local y regionalmente su derecho de protegerse del riesgo de contaminación genética por transgénicos. Convocaron asimismo a los agricultores, las organizaciones sociales y ambientales, y a los parlamentarios a defender la semilla nativa, exigir la moratoria a la introducción de transgénicos en el mercado y la fiscalización de los cultivos de exportación ya existentes.

El recurso de amparo por denegación de información se presentó el 4 junio de 2009, primer día de vigencia de la Ley de Transparencia. Al cabo de una larga y acuciosa investigación del Consejo para la Transparencia, su resolución –de 30 páginas de extensión- fue notificada a RAP-Chile (con fecha 25 de junio de 2010), al SAG y a Monsanto, entre otras empresas que intervinieron como terceros opuestos a la entrega de información. Los descargos empresariales sumaban aproximadamente 20.000 fojas.

Leia mais no link abaixo


Chile: Fin al secreto sobre transgénicos y amparo a Monsanto

sábado, 10 de julho de 2010

Em defesa do Código Florestal | MST - Movimento dos Trabalhadores Sem Terra

Participo aqui da defesa do Código Florestal, apoio o MST e a Via Campesina contra a exploração pelo agronegócio e defendo o direito dos trabalhadores rurais.

Vejam o posicionamento social que reproduzo aqui, visitem o link abaixo e solidarizem-se.Jacob (J.) Lumier

***


(...) Áreas que não cumprem a função social e, de acordo com a Constituição, deveriam ser desapropriadas e destinadas para os trabalhadores rurais sem-terra, continuarão nas mãos dos latifundiários.

Ou seja, com a aprovação do novo código, o Congresso Nacional modificará a Constituição apenas para atender os interesses daqueles que monopolizam as terras em nosso país.

Enquanto as empresas do agronegócio comemoram discretamente, os ruralistas estão eufóricos com a possibilidade de legitimar o desmatamento já realizado e abrir a fronteira agrícola sobre as nossas florestas e áreas de preservação.

O que não se esperava mesmo era que os setores mais conservadores encontrassem nesse ponto um apoiador fora do ninho, que mereceu até mesmo elogios da senadora Kátia Abreu (DEM), que há pouco tempo tentava se cacifar para ser candidata a vice-presidente de José Serra (PSDB).

Uma vez que Kátia Abreu, presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e porta-voz do setor mais reacionário dos latifundiários, é a principal defensora dessas mudanças, fica evidente quem se beneficiará com as propostas do deputado Aldo Rebelo.

Até agora, muitas vozes se levantaram contra essa proposta, como as igrejas, entidades ambientalistas, parte importante do movimento sindical e movimentos populares, especialmente a Via Campesina Brasil, que manifestaram repúdio ao projeto.

Um abaixo-assinado colheu milhares de assinaturas para sensibilizar o Congresso, parlamentares progressistas pediram vistas ao relatório e o Ministério do Meio Ambiente se colocou contra as propostas. O próprio governo, cujo o partido político do deputado Aldo Rebelo compõe a base parlamentar, veio a público para criticar o projeto.

Esperamos que a pressão da sociedade consiga evitar a destruição da legislação ambiental e a devastação do conceito de função social da propriedade, que determina a realização da Reforma Agrária. Em vez de acabar com o Código Florestal, precisamos manter os seus princípios e aperfeiçoá-lo, preservando a natureza em benefício de toda a população e das gerações futuras.

Leia mais sobre a posição social no enlace abaixo:
Em defesa do Código Florestal | MST - Movimento dos Trabalhadores Sem Terra: "- Enviado mediante la barra Google"

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Artigos Saint-Simonianos: El terror regresa a Oaxaca - IPS ipsnoticias.net

Artigos Saint-Simonianos: El terror regresa a Oaxaca - IPS ipsnoticias.net

Por Kristin Bricker y Emilio Godoy

MÉXICO, 29 abr (IPS) - La reaparición de la violencia en Oaxaca hace temer otra ola de represión y una vuelta a los graves sucesos que paralizaron en 2006 a ese estado del sur de México, según organizaciones de derechos humanos.

La inquietud emergió con una emboscada tendida en la tarde del martes por paramilitares contra una caravana humanitaria que se dirigía a la comunidad autónoma de San Juan Copala, situada unos 600 kilómetros al sureste de la capital de México y habitada por indígenas del pueblo triqui.

El ataque dejó dos muertos y una mujer herida. Los asesinados son Alberta Cariño, directora del no gubernamental Centro de Apoyo Comunitario Trabajando Unidos (Cactus), y el finlandés Juri Jaakkola, un observador de derechos humanos, ambos por disparos en la cabeza.

Además, varias personas fueron secuestradas y se reportaron inicialmente desaparecidas, entre ellos los periodistas Érika Ramírez y David Cilia, de la revista Contralínea, una publicación muy crítica del gobierno federal y de la administración oaxaqueña, encabezada por el gobernador Ulises Ruiz, del Partido Revolucionario Institucional (PRI).

En el listado aparecían también dos activistas, David Venegas y Noé Bautista, de una organización no gubernamental local, y dos mujeres triquis secuestradas antes de la emboscada.

Poco después, los dos periodistas y los dos activistas escaparon de sus captores. Venegas y Bautista lograron llegar a la ciudad de Juxtlahuaca y allí mostraron un vídeo donde los reporteros aparecen con vida. Los dos se encontraban escondidos en la sierra y Cilia estaba herido de bala.

Este jueves el gobierno de Oaxaca despachó un helicóptero para rescatarlos.

También este jueves fueron liberadas las dos mujeres triquis secuestradas poco antes de la emboscada.

La zona es controlada por grupos paramilitares como la Unión de Bienestar Social para la Región Triqui (Ubisort), acusados de tener lazos con el PRI.

La caravana humanitaria, en la que viajaban observadores de Bélgica, Finlandia, Italia y Alemania, tenía el fin de suministrar alimentos, agua y otros productos básicos a la población de San Juan Copala, sometida desde enero al bloqueo de Ubisort, que cortó el servicio eléctrico e hídrico del poblado.

El contingente escoltaba asimismo a maestros que intentaban volver a dar clases en la zona.

Defensores de derechos humanos temen que el gobierno aproveche el ataque para promover sus propios intereses en la región triqui. "Tememos que el gobierno use esto de pretexto para militarizar la región", dijo a IPS Eduardo Almeida, activista de la organización Nodo de Derechos Humanos.

Entre mayo y octubre de 2006, el magisterio oaxaqueño afiliado a la Sección 22 del Sindicato Nacional de Trabajadores de la Educación y la Asamblea Popular de los Pueblos de Oaxaca (APPO), un paraguas de unas 300 organizaciones locales, tomaron las principales calles de la ciudad de Oaxaca, capital del estado, reclamando la destitución de Ruiz.

Leia mais no link acima

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Exigimos respeto por los derechos humanos en México

2010-04-29
México: Repudio al asesinato de Bety Cariño y de Tyri Antero Jaakola
Grito de los Excluidos/as Continental

Este martes 27 de abril de 2010 inició con la trágica noticia del asesinato de nuestra compañera de luchas Bety Cariño, integrante del Equipo Nacional de Coordinación de la Red Mexicana de Afectados por la Minería (REMA) y Directora del Colectivo CACTUS, mientras participaba con decenas de otros líderes y liderezas comunitarias en la Caravana de Apoyo y Solidaridad con el Municipio Autónomo de San Juan Copala, Oaxaca. Fue asesinado también el observador internacional, de nacionalidad finlandesa, Tyri Antero Jaakola. Grupos paramilitares, emboscando la caravana, abrieron fuego directo sobre la misma, asesinando e hiriendo al pueblo organizado que, una vez más, se movilizó para exigir dignidad, libertad, respeto a la vida y a las comunidades indígenas, de parte de gobiernos y terratenientes cada vez más podridos y criminales.

Hoy fue Bety, compañera de extraordinarias capacidades políticas, de una ética del compromiso que a todos nos enseñó la coherencia entre la palabra y la acción, madre, amiga, una verdadera luchadora del pueblo que con su entrega a las causas del pueblo será siempre un ejemplo vivo de militancia y dignidad. Pero no podemos dejar de decir que, en México, asistimos a una verdadera guerra contra los movimientos populares. Son ya comunes, lamentablemente, las noticias que dan cuenta del deterioro de los derechos humanos y políticos en un México tomado por los carteles y los megaintereses de terratenientes, compañías transnacionales, políticos de todo cuño y denominación.

La tortura, el asesinato, los desaparecidos, las amenazas, la persecución, se han vuelto pan de todos los días en un México cuyo pueblo no para de movilizarse y de gritar al mundo en contra de los abusos de poder, de la violencia, del saqueo de las riquezas del país, de la ruina de miles de productores del campo y de miles de trabajadores/as de la ciudad, un país que tiene la población migrante más grande del mundo como testimonio del fracaso del neoliberalismo salvaje que reina en el país desde inicios de los 80 y que, a la postre, ha conducido a la nación a la actual situación de violencia y criminalización de los movimientos sociales. El caso de Oaxaca es solo uno de los más conocidos internacionalmente por las movilizaciones de los últimos años, en las que Bety desempeñó un papel fundamental, pero esta siniestra realidad se vive en todos los rincones del país. México está en guerra, no contra el narcotráfico ni contra la corrupción de los políticos ni contra el pillaje orgiástico de las transnacionales y los grupos de poder: está en guerra contra el pueblo pobre, contra el pueblo organizado que lucha desde todos los rincones de esa tierra que fue cuna de la primera gran revolución campesina del mundo hace exactamente un siglo y que, desde entonces, no ha parado de luchar por su emancipación.

Repudiamos estos asesinatos que nos hieren profundamente y exigimos de las autoridades gubernamentales de México que aún tengan dignidad y respeto por los derechos humanos, dar curso a las investigaciones que determinen la autoría de estos crímenes y los castiguen conforme a la ley. Los grupos paramilitares actúan siempre como testaferros de los intereses de terratenientes, corporaciones o grupos de poder, por eso también exigimos que se investigue quién está detrás de esta nueva atrocidad. Responsabilizamos de estos hechos criminales a la organización paramilitar denominada UBISORT (Unión de Bienestar Social de la Región Triqui) y el MULT (Movimiento de Unificación y Lucha Triqui). Al igual que a Evencio Nicolás Martínez Procurador General de Justicia, Jorge Franco Vargas Secretario de Gobierno del Estado, Carlos Martínez candidato para la diputación local por el PRI y al Gobernador del Estado Ulises Ruiz así como al mismo presidente de la República, Felipe Calderón.

Y al gobierno espurio de éste último no podemos hacer otra cosa que recordarle lo obvio: su naturaleza criminal y fascista, que no será nunca olvidada y se desnuda con cada uno de los actos que ensangrentan más el camino de las luchas populares, haciendo crecer la rebeldía por doquier.

A nuestros amigos, amigas, hermanos de CACTUS, AMAP, APPO, de todas las redes, organizaciones, ONG's y colectivos en México, enviamos nuestro abrazo solidario en estos momentos duros, así como a los familiares de Bety. Su lucha y su sacrificio no serán en vano, acompañarán por el contrario la memoria y las acciones de resistencia que seguirán floreciendo por todo el territorio mexicano y latinoamericano.

Junto con muchas otras redes y movimientos sociales de México y América Latina, exigimos al gobierno de Ulises Ruiz, el cese a los ataques por parte de paramilitares en la región triqui. Así como el cese al financiamiento, armamento e impunidad de la que gozan estos grupos paramilitares en el Estado de Oaxaca. También exigimos la presentación inmediata de los compañeros Noe Bautista Jiménez, David Venegas Reyes y Daniel Arellano Chávez, integrantes de VOCAL (Voces Oaxaqueñas Construyendo Autonomía y Libertad), desaparecidos desde el día de los hechos aquí denunciados. Y el alto inmediato a la represión que sufre el municipio autónomo de San Juan de Copala.

Secretaría Grito de los Excluidos/as Continental

São Paulo, Brasil, 29 de abril de 2010

**********

sábado, 17 de abril de 2010

Cochabamba: celebración del Día Internacional de la Lucha Campesina

Cochabamba: celebración del Día Internacional de la Lucha Campesina

(Cochabamba, 17 de abril del 2010) Las Campesinas y los campesinos de los movimientos del campo a nivel mundial, miembros de La Vía Campesina celebran hoy 17 de Abril, el Día Internacional de la Lucha Campesina, fecha en que reafirman su compromiso de intensificar la movilización en favor de los derechos de las y los campesinos del todo el mundo. Para recordar esta fecha representativa las delegadas y los delegados, de distintos países, se concentrarán a partir de las 11 de la mañana, en la Plaza del 14 de septiembre en Cochabamba, Bolivia, con el propósito de incidir para que esta fecha no sea invisibilizada y para que la lucha de sector campesino tome cada vez más fuerza.

Las Mujeres y los hombres de La Vía Campesina Bolivia junto con delegadas y delegados de todas partes de mundo conmemoran hoy el asesinato de 19 campesinas y campesinos que fallecieron luchando para el accesso a la tierra en el estado de Para en Brasil en 1996. Así mismo, recuerdan el asesinato de 5 compañeros indígenas, entre ellas un niño y una mujer, que fueron asesinadas el 17 de abril del 1997, por llevar 3 meses de vigilia para la defensa de la Madre Tierra y del cultivo de la hoja de coca en Bolivia.

saiba mais no link acima

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Copenhagen Cop 15: farmers position on climate change

por focuspuller Última modificación 12/12/2009 07:39

Georges Baroni from La Confederacion Paysanne and Renaldo Chingore Joao from Unac Mozambique explain their position about the COP15 conferance at the Bella Center In Copenhagen.





domingo, 13 de dezembro de 2009

Minga Global por La Madre Tierra

Minga Global por La Madre Tierra
2009-12-11
Informes de la ASC en Copenhague: 10 diciembre
Alianza Social Continental
Klimaforum

Bolivia: La Lucha por la Justicia Climática y la construcción de Modelos Alternativos de Desarrollo

Representantes de las distintas organizaciones y movimientos sociales de Bolivia hicieron un llamado a salvar a la madre tierra. A partir de una reflexión acerca de nuestra relación con el planeta, como hijos y no como propietarios, las y los participantes destacaron la necesidad de respetar los derechos de la naturaleza; Elyzabeth Peredo, afirmó que el reconocimiento de estos derechos en nuestro lenguaje, parte de la consciencia de la existencia de un holocausto climático, como ocurrió con los derechos humanos hace más de 50 años. Se concluyó que la única respuesta posible al cambio climático es el cambio de modelo.



Rumbo al Tribunal de los Pueblos sobre Deuda Ecológica y Justicia Climática:

La actividad se desarrolló en tres paneles y contó con una gran participación, especialmente de representantes de organizaciones latinoamericanas y asiáticas. En primer lugar, se concluyó que el verdadero desafío es cambiar el modelo de desarrollo, basado en una agenda que priorice la armonía con la naturaleza y entre los pueblos. Durante la segunda sesión, el evento contó con la presentación de la embajadora de Bolivia en la COP15, quien afirmó que esta negociación ha sido un proceso poco transparente, antidemocrático y sin participación. Angélica Navarro invitó a luchar por la vida y contra la dictadura del dinero. Jubileo Sur desarrolló el concepto de Deuda Ecológica y su relación con los cambios climáticos y los derechos de la naturaleza. Por último, se presentaron las experiencias de los tribunales realizados hasta ahora, entre ellos el de Cochabamba, como una alternativa y una herramienta en la lucha por la justicia climática.

Película – Voces del clima

Se presentó la película producida por FASE acerca de la deforestación en la Amazonía y las experiencias de las comunidades que han sido víctimas de la misma. Se llevó a cabo un debate con la participación de Alessandra Lunas de Contag, Dayana Mezzonato, del MST y Via campesina Brasil.

Reunión de estrategia – klimaforum y climate justice now!

La reunión se concentró en la movilización de día 12 y 16. Aún hay muchas dudas y por eso, para el día 11 se convocaron 3 reuniones para afinar mejor los objetivos políticos de los actos, especialmente del 16, debatir seguridad y proceso (quien habla, donde para, etc).

Negociaciones oficiales

Durante el día de ayer continuaron los debates en torno al texto danés y a las otras propuestas, sin ningún avance. La plenaria de CMP 5 (encuentro del Protocolo de Kioto) fue interrumpida después de la discusión de Tuvalu (isla Africana) y otros países, a partir de la exposición de la propuesta de dicho país. Esta propuesta estaba en un documento presentado 6 meses antes y está efectivamente en consideración, lo que implica un peso real en las negociaciones. Lo que esta situación expresa es la brecha entre países desarrollados y en desarrollo, en especial aquellos más vulnerables. El documento se refiere a las metas de corte en base a 1990 y financiamiento para mitigación y adaptación.

En la tarde, hubo una reunión entre el presidente de las negociaciones del protocolo de Kyoto y su equipo con las ONGs y se aclararon algunas cuestiones, si es que a esta altura de los debates existe alguna claridad sobre los temas más controversiales. La mayor frustración presentada por los negociadores del Protocolo de Kioto es el límite de tiempo para resolver las cuestiones más complejas.

1) uno de los puntos clave de la discusión es la extensión del mandato del Protocolo de Kyoto. Existen diferentes posiciones que varían entre 5 y 8 años; en el caso que adopten el período más largo, se tomaría un promedio de las reducciones exigidas, pues daría un tiempo más realista para la ratificación de la Convención.

2) Discusiones sobre el año base de referencia para el corte de emisiones: la mayoría de los países defiende la permanencia de 1990. Algunos países quieren flexibilizar (los europeos, japoneses, etc) y tener una vinculación con los años 2005 o 2007. Hay mucha diferencia entre tomar como base 1990 o 2005, pues la mayoría de los países desarrollados ya redujeron sus emisiones en ese período y con eso el corte efectivo sería menor.

Leia a continuação em http://www.movimientos.org/defensamadretierra/show_text.php3?key=16448





quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Movilización de movimientos campesinos en Copenhague

04-12-2009
Comunicado de Prensa – La Via Campesina

(Bruselas, 2 de diciembre de 2009) La agricultura industrial es ‘el esqueleto en el armario’ de La Convención Marco de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático (UNFCCC). Si tenemos en cuenta la producción, el tratamiento de los productos y el transporte, toda la cadena alimentaria sería la responsable de casi la mitad de todas las emisiones de gases de efecto invernadero (1). No obstante, los negociadores no parecen estar dispuestos a reconocer el impacto que tienen los alimentos y el sistema agrícola actual, ni la necesidad apremiante de cambiar de manera radical las políticas en alimentación.

El movimiento campesino internacional La Via Campesina, que convoca a cientos de millones de pequeños agricultores y campesinos de todo el mundo, estará presente en Copenhague para reivindicar que la agricultura sostenible a pequeña escala es la solución para salir de la crisis en la que nos encontramos.

Ya es hora de re-localizar la producción de alimentos, de acabar con la hambrienta agricultura empresarial basada en el uso de combustibles fósiles, y de poner en marcha un sistema de soberanía alimentaria. Un movimiento de tal calibre provocaría una reducción del ½ hasta 2/3 partes de las emisiones globales actuales. Si esto se combinara con una fuerte reducción en el consumo sobre todo en los países industriales, se produciría una importante y efectiva reducción en contra de las falsas soluciones como el comercio del carbón y los arreglos técnicos presentados por medio de planes de agricultura industrial según se debate en la UNFCCC.

Una transformación así del mundo de la agricultura no sólo contribuiría enormemente a solucionar la crisis climática, sino que también proporcionaría alimentos sanos para todos y una calidad de vida básica para millones de mujeres y hombres.

Alrededor de 100 campesinas y campesinos de la Via Campesina de 30 países diferentes de África, Asia, Europa y América participarán en las movilizaciones, talleres, debates y protestas junto a diversos movimientos sociales del 10 al 18 de diciembre en Copenhague.

Actos importantes de la Via Campesina a destacar para los Medios de Comunicación:

*

10 de diciembre: Vigilia a la luz de las velas a las 6 de la tarde en at Gammeltorv - Nytorv (city center), en solidaridad con los campesinos víctimas del cambio climático, el comercio del carbón, los desalojos de tierras, REDD (Reducción de Emisiones de la Deforestación y Degradación), las semillas transgénicas y otras falsas soluciones para combatir el cambio climático.
*

11 de diciembre: Rueda de Prensa de 12:00 a 12:30 en Klimaforum: “Farmers mobilisations for a cool planet”
*

13 de diciembre: Acción y Rueda de Prensa a las 12:00 en frente del edificio Axelborg (Verstrobrogade/Axeltorv): “Industrial agriculture is frying the planet”
*

15 de diciembre: Rueda de Prensa a las 9:00 en Bella Center, Asger Jorn room, Hall H. “ Agriculture and Climate: the small scale farmers' solution”
*

15 de diciembre: Movilización masiva que comenzará en Havne Parken a las 12 del mediodía “Change the food system not climate!” (cerca de Harbour pool, Langebrd bridge)
(Confirmaremos los lugares de las acciones)

Para organizar entrevistas con campesinas y campesinos y más información:

(...)

O venga a vernos al stand de la Via Campesina en Klimaforum.

Para más información: www.viacampesina.org

____________________________________________________

(1) http://viacampesina.net/downloads/PAPER5/EN/paper5-EN.pdf

La Vía Campesina es un movimiento internacional que reúne a millones de campesinos, pequeños productores, sin tierra, mujeres rurales y trabajadores agrícolas alrededor del mundo. Nuestro movimiento está conformado por 150 organizaciones miembros activas en 70 países en Asia, Africa, Europa y las Américas.
____________
Reproduzido por Jacob (J.) Lumier



sábado, 24 de janeiro de 2009

História Social, Heresias Cristãs e Modernização



Neste ensaio situamos a crítica da cultura pela análise do tradicional na modernização desenvolvida por Ernst Bloch nas antípodas de Max Weber.

Comentamos a leitura sociológica do Gótico Tardio na Alemanha pondo em relevo a história social na experiência das insurgências camponesas dos séculos XV e XVI como vinculada à história das heresias cristãs.

Tivemos em conta o interesse deste tema para a desmistificação da cultura de massa e da indústria cultural na atual voga de um romantismo chamado "Gothic", não somente considerado como "gosto do obscuro", mas indevidamente valorizado como "paixão das trevas", que teria nascido de uma visão fantasmagórica da Idade Média atribuída aos românticos como Novalis.

Como se sabe, os simpatizantes do chamado "movimento gothic", que fez a fama de certos grupos do Rock’n’roll, vendo no romantismo do século XIX uma "reabilitação" da Idade Média e do seu imaginário misterioso, nos dirão que os românticos são os responsáveis pelo surgimento da "gothic novel" ou "romam noir", normalmente ambientados em castelos sombrios e ambientes tenebrosos.

Paralelamente ao embelezamento do passado no cultivado "mistério da História", o romantismo literário do século XIX teria um "lado escuro" levando ao pessimismo, à loucura, aos sonhos, sombras, decomposição, queda, atração pelo abismo (trevas) e morte, bem como à urgência pela vida.

Para os simpatizantes do gothic, no "dark side" do romantismo se encontrariam praticamente todos os elementos fantásticos que fascinam a indústria cultural e atingem certas camadas da juventude nos dias de hoje.

Por contra, notando a ilegitimidade em valorizar o "lado escuro" do romantismo, nos agarramos ao ponto de vista de que toda a literatura afirma um horizonte, afirma a criação enlaçada à aspiração, de tal sorte que o Moyen âge do romantismo somente terá valor positivo uma vez integrado na historia da modernização, em especial na contradição não-contemporânea, de que nos fala Ernst Bloch.


Aceder ao ensaio - Lumier, Jacob (J.): "CRÍTICA DA CULTURA E COMUNICAÇÃO SOCIAL", e-book pdf , 70 págs, Web da OEI, Janeiro, 2009

PS- Veja abaixo os subtítulos extraídos do Sumário


OBSERVAÇÕES PARA A CRÍTICA DA CULTURA............................... 5

HISTÓRIA E CONSCIÊNCIA COLETIVA NA MODERNIZAÇÃO ACELERADA DOS ANOS VINTE:............................................................... 21
Pré-capitalismo e Crítica da Cultura Tradicional do ponto de vista das regiões mais vinculadas ao medievo (Notas sobre Ernst Bloch)............................................................ 21

MILENARISMO E INSURGÊNCIA:.......................................................... 33
Fragmentos para a Leitura de Ernst Bloch..................................................................... 33

O TRADICIONAL NA MODERNIZAÇÃO............................................. 55
Fragmentos para a Leitura de Ernst Bloch-II................................................................. 55
O realismo Estético, a análise das insurgências camponesas dos séculos XV e XVI e o elemento postulativo histórico-filosófico em obra: descobrindo o gótico tardio no milenarismo............................................................................................................................ 59
A Marcha do Gótico Tardio, a Renascença e a História das Heresias........................ 64

NOTAS COMPLEMENTARES..................................................................................... 68

BLOGOSFERA PROGRESSISTA

Arquivo do blog

Seguidores

JACOB (J.) LUMIER NA O.E.I.

Partilhar


Share/Save/Bookmark Support CC Add to Google Add to Technorati Favorites Technorati Profile Compartilhar Delicious Bookmark this on Delicious
Central Blogs

Liga dos Direitos do Homem

Greenpeace

Greenpeace
L'ONG non violente, indépendante et internationale de protection de l'environnement