Mostrando postagens com marcador meio-ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador meio-ambiente. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Relocalisation

Comment a-t-on pu essayer de nous faire croire qu’un accord ambitieux puisse sortir du sommet de Copenhague, qu’une solidarité s’imposerait entre pays riches et pays appauvris, pour une meilleure gestion de la planète et l'avenir de ses habitants ?

C’était oublier que ceux qui dominent le monde (la gouvernance mondiale) défendent les intérêts des tenants d’une société basée sur les profits financiers, l’exploitation du travail et l’épuisement des ressources naturelles, afin de satisfaire le taux de la rente boursière ….

Ce modèle économique est contraint à la croissance infinie, au productivisme, causes des catastrophes écologiques et sociales actuelles et futures. Et l’industrialisation du monde concourt à accélérer ce processus démentiel.

C’est par en bas que les peuples du monde retrouveront la maîtrise de leurs usages, imposeront la démocratie générale, une nouvelle organisation sociale et économique permettant une société de sobriété, solidaire.

Ainsi nous vous appelons à rejoindre notre mouvement en créant des collectifs "relocalisons" dans vos villages, villes, départements, régions, et à signer notre appel à la relocalisation.

Aceder ao Blog

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Copenhagen Cop 15: farmers position on climate change

por focuspuller Última modificación 12/12/2009 07:39

Georges Baroni from La Confederacion Paysanne and Renaldo Chingore Joao from Unac Mozambique explain their position about the COP15 conferance at the Bella Center In Copenhagen.





sábado, 14 de novembro de 2009

Luta contra o aquecimento global: apoio ao PV/RJ

Luta contra o aquecimento global –

Conferência de Copenhagen – 06 Dezembro 2009

Metas de redução

No Brasil, pretendem reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa (GEEs) em 36,1% a 38,9% em relação aos níveis estimados (?) em que estariam em 2020 se o país nada fizesse.

OBSERVAÇÕES EM FAVOR DA POSIÇÃO DO PV DEFENDIDA POR SIRKIS

Primeiro: evidentemente, é preciso analisar as taxas de crescimento do PIB sobre as quais as percentagens de redução dos GEEs são projetadas. No caso brasileiro, parece mais realista projetar sobre um crescimento de 4% do PIB, e não 5% ou 6%.

Segundo: é preciso considerar a diferenciação no aumento das emissões de GEEs em relação ao ano de 1990, ano base para o Protocolo de Kioto.

►Temos os seguinte quadro para o aumento das emissões:

Em 2005: a estimativa da emissão anual brasileira com base no ano 2005 é de cerca de 2,25 gigatoneladas (Gt).

Em 1990, ano base para o Protocolo de Kioto, ela foi de 1.6 Gt.

Em 1994 foram 1.7 Gt.

Constatação: entre o ano base de 1990 e 2005 houve um aumento de quase 25% nas emissões brasileiras de GEE.

►Temos o seguinte quadro para a diferenciação das fontes poluidoras

As principais fontes de emissão tiveram aumentos diferenciados neste período em relação a 1990.

* Nas florestas e transformações de uso do solo, em 2005, já se emitia 1.1 Gt de GEE, um aumento de 10% em relação a 1990.

* Na indústria, 0,035 Gt com aumento de 90%;

* Na energia, 0,35 Gt com aumento de 65% ;

* Na agropecuária 0,46 Gt com aumento de 38%, em percentuais arredondados.

Constatação: Nota-se se aí uma forte tendência para uma mudança histórica no perfil de nossas emissões.

As queimadas florestais em baixa relativa e as indústrias, a energia e a agropecuária em alta.

Tomando como base o ano de 2005, as estimativas preliminares indicam que as emissões brasileiras de GEE já se dividiam meio a meio.

Para 2010 pode-se estimar que o peso das emissões não florestais já terá ultrapassado as florestais.

Nosso futuro tende a um perfil mais próximo ao do mundo altamente industrializado, em relação aos GEE, e isso torna indispensável fixar metas de redução de emissões, não apenas no combate ao desmatamento, como também na geração de energia, transportes, indústria, construção e agropecuária.

POSICIONAMENTO


Os verdes defendem que o Brasil deva assumir compromissos claros em relação a suas próprias emissões, com metas de redução mensuráveis, reportáveis e verificáveis em todos os setores; e que, pelo menos, sejam as mesmas equivalentes à metade das metas que forem assumidas na "Conferência das Partes" de Copenhagen, Dinamarca (COP-15), pela Europa, EUA e Japão.

Propugnam também que o Brasil deveria defender dois princípios:

1 - Todos os países – inclusive os grandes emergentes como China, Índia e Brasil – devem estabelecer metas claras, obrigatórias e internacionalmente verificáveis para a redução de gases do efeito estufa (GEEs). Até agora, a China e a India se recusam a isso, aceitando apenas expandir menos suas emissões.

2 – Os Poluidores históricos, incluindo os países industrializados (Europa, Japão, EUA) devem comprometer-se a aportar recursos e tecnologia para uma nova economia mundial de baixo carbono na proporção de sua responsabilidade histórica pelos GEEs acumulados na atmosfera, ou seja: 70%.

O Banco Mundial estima em U$ 470 bilhões anuais esses custos de reconversão global. Por esse critério caber-lhes-ia aportar U$ 330 bilhões anuais. Até agora, os EUA acenaram com um décimo disso.

►O ministro Carlos Minc considera não-realista a posição dos verdes, pois ficaríamos mais avançados do que os EUA que, convenhamos, não é tanto assim.

Todavia, ele acha que não é inviável o Brasil assumir metas de redução abaixo de 1990.

Sem entrar na discussão técnica sobre isso, é importante reverberar nossa posição por que nossa campanha poderá ser importante para que o governo termine optando pela meta de redução de emissões perto dos níveis de 1990 - (1.6 Gt).

Seria, de fato, uma posição mais avançada que a dos EUA e léguas à frente da China e da India, mas ainda aquém dos esforços que todos devem fazer para reverter a catástrofe climática que se prenuncia.

Crédito: artigo de Sirkis publicado na Web do PV/Rio de Janeiro

*****************************************************************************

Leia aqui um resumo das posições oficiais

As metas de redução de emissão de gases do efeito estufa que o Brasil levará para a Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em dezembro, em Copenhague (Dinamarca) foram anunciadas na tarde desta sexta-feira (13), em São Paulo, pelo governo.

Resumo:

O País deve reduzir entre 36,1% e 38,9% sobre as estimativas de emissões previstas para 2020.

Considerando cenários de crescimento econômico de 5% e 6%, as ações para mitigação das emissões até 2020 prevêem iniciativas nas áreas de uso da terra, agropecuária, energia e siderurgia.

As metas prevêem uma redução de 20,9% nas emissões de CO2 com a redução de 80% no desmatamento da Amazônia. E 3,9% com a redução de 40% no desmatamento do Cerrado, um total de 24,8% sobre as estimativas de emissões previstas para 2020 com base no PIB desejado de 6% ao ano.

Para a agropecuária, a proporção de redução varia de 4,9% a 6,1%. Para isso, são listadas ações de recuperação de pastos, integração lavoura-pecuária, plantio direto e fixação biológica de nitrogênio.

No setor de energia, a proporção de redução varia de 6,1% a 7,7%, com foco em eficiência energética, incremento no uso de biocombustíveis, expansão da oferta de energia por hidrelétricas e fontes alternativas como, por exemplo, bioeletricidade e energia eólica.

Na siderurgia, com proporção de redução variando de 0,3% a 0,4%, o foco estará na substituição de carvão de desmate por árvores plantadas.


**********************************************************************************

Junte-se a Kofi Annan tornando-se como o autor deste blog um aliado do clima. Inscreva-se na "web tiempo para la justicia climática" http://www.timeforclimatejustice.org/

BLOGOSFERA PROGRESSISTA

Arquivo do blog

Seguidores

JACOB (J.) LUMIER NA O.E.I.

Partilhar


Share/Save/Bookmark Support CC Add to Google Add to Technorati Favorites Technorati Profile Compartilhar Delicious Bookmark this on Delicious
Central Blogs

Liga dos Direitos do Homem

Greenpeace

Greenpeace
L'ONG non violente, indépendante et internationale de protection de l'environnement