Mostrando postagens com marcador Eleições-européias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleições-européias. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Los votantes españoles en el exterior dan la victoria al PSOE en las elecciones europeas

La Secretaria de Política Internacional y Vice coordinadora del Comité Electoral socialista para las elecciones europeas, anunció hoy que “los votantes españoles en el exterior han dado la victoria al PSOE” en las elecciones al Parlamento Europeo.

El PSOE prevé ganar dos escaños más cuando entre en vigor el Tratado de Lisboa
17 Junio 09


En unas declaraciones efectuadas en el Congreso de los Diputados, Valenciano ha explicado que, según los datos aportados por los representantes del PSOE en las Juntas Electorales Provinciales, el Partido Socialista habría vuelto a ganar las elecciones en el voto exterior, ya que, de los 142.846 votos válidos, al PSOE le han correspondido 95.796, es decir el 55,21% de los sufragios; mientras que el PP habría obtenido 47.050 votos (27,12%).

La dirigente socialista ha manifestado su “satisfacción” por este resultado, ya que, de confirmarse estos datos y una vez entre en vigor el Tratado de Lisboa “como esperamos que sea”, al PSOE le corresponderían dos escaños más, al PP uno y otro a Coalición por Europa, lo que supondría reducir la distancia actual con los populares a tan sólo un escaño.

Elena Valenciano ha señalado que un resultado como el obtenido por el PSOE entre los españoles residentes en el exterior es fruto del trabajo intenso y de la relación cercana que la organización socialista viene manteniendo desde hace tiempo con este colectivo.

Por último, la Secretaria de Política Internacional ha destacado que, con respecto a las últimas elecciones de 2004, se ha producido un aumento de un 2,67% en los votos dirigidos al PSOE, mientras que, por el contrario, el PP ha perdido con respecto a las pasadas elecciones europeas un 2,59%.

Fonte: Sala de Prensa


quinta-feira, 11 de junho de 2009

Europa 2009: haverá uma ética do compromisso na abstenção?

O eleitor simpatizante do altermundialismo não esconderá sua inquietação ao mirar com atenção o gráfico da participação nas eleições européias ao longo dos trinta anos do Parlamento Europeu.

Ao pesquisar, verá que sua inquietação lhe parecerá uma banalidade em face da imagem conservadora corrente, que busca tirar uma lógica para o comportamento eleitoral no marco de um paralelo entre a participação no plano das eleições gerais regionais, por um lado e, por outro lado, no plano da sociedade global européia.



Em primeiro lugar, toma-se por critério de comparação a evolução estatutária ampliando o âmbito de influência do Parlamento no círculo das demais Instituições da União Européia, como trajetória homóloga àquela das Assembléias parlamentares regionais em face dos respectivos governos.

Em segundo lugar, observa-se que a maior extensão da atuação do Parlamento Europeu acontece sem que o mesmo alcance o equivalente grau de influência que as Assembléias regionais exercem no âmbito dos respectivos governos.

Em terceiro lugar, acredita-se equivocadamente que dessas duas proposições seria válido formar um raciocínio, e imaginar um termo conseqüente no qual, em uma suposta lógica para o comportamento eleitoral, se concluiria pela previsibilidade de uma reduzida participação dos eleitores nas eleições européias.

Açodado, tal raciocínio deixa escapar características diferenciais bastante significativas.

Desde logo, é falsa a suposição de que comportamentos em âmbito parcial serviriam de paradigmas aplicáveis em realidades globais conforme foi devidamente assinalado por Elena Valenciano:
La secretaria de Política Internacional del PSOE, Elena Valenciano dijo hoy que el presidente del PP, Mariano Rajoy, "se equivocaría si trata de extrapolar los datos de las elecciones europeas", en las que el PP ha logrado dos escaños más que el PSOE, "a las elecciones generales". 08 Junio 09 - Europa Press, apud Secretaría de Política Internacional y Cooperación – PSOE

O que acontece aos eleitores europeus ultrapassa as eleições gerais nas regiões, e demanda explicações sociológicas específicas ao âmbito da sociedade global européia.

Quer dizer, em tal raciocínio apressado, a inquietação do nosso eleitor altermundialista não teria procedência, não atenderia àquele reconhecido estado de espanto que precede toda a reflexão e aprofundamento intelectual. Para que examinar atentamente os resultados se é sabido previamente o desinteresse dos eleitores?

O fato de que a União Européia é construída sobre o compromisso e que este fato supostamente indicaria uma tendência contrária à modificação do equilíbrio (neoliberal) de forças é uma sugestão de valor que se esgota em si mesma, e pré-condiciona a verificação posterior do aprofundamento no compromisso histórico.

Tanto mais grave quanto falsa é a tentativa de com isso estabelecer um alcance ético ao comportamento de abstenção, que, com o suporte daquela (suposta) tendência, estaria em correspondência com uma (inexistente) regularidade estrutural.

Na realidade, qualquer ilação de que os eleitores deixam de comparecer em razão dessa suposta tendência contrária à modificação é pura especulação pré-crítica, uma ficção.

Nada obstante, é certo que alguns analistas visualizam nessa imagem de um Parlamento inócuo a propaganda falaciosa de partidários remanescentes do Não nos anteriores referendos da União Européia, que, imitando as recentes manobras restritivas do PP em Espanha, buscariam desincentivar a participação eleitoral, apregoando tal imagem de um Parlamento supostamente sem o equivalente prestígio das Assembléias regionais.

Sabe-se, por contra, que não há documento algum estabelecendo previamente um sentido para o compromisso que obrigue o Parlamento Europeu a tornar-se conformista e conservador.

O compromisso europeu é com a União e não com a ideologia neoliberal. E a União Européia pode sair-se muito bem no sentido da mudança, caso as propostas com vocação altermundialista sejam acolhidas. Basta levar em conta o crescimento significativo de Os Verdes (The Greens, Europe Ecologie, GREENS/EFA) nesta eleição ao Parlamento Europeu 2009, malgrado a pouca atenção dos eleitores devido à crise econômica.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Partido Socialista Obrero Español - PSOE em defesa das Eleições Européias




La secretaria de Política Internacional y Cooperación del PSOE y vicecoordinadora del comité electoral para las elecciones europeas, Elena Valenciano, ha denunciado el intento del PP de retirar la campaña institucional del Parlamento Europeo para las elecciones del 7 de junio, declarando que lo único que demuestra esta acción es que “el PP tiene miedo a que la ciudadanía se exprese en las urnas”, que los dirigentes populares “no quieren que la gente vaya a votar”.

La responsable socialista ha recordado que esta campaña fue presentada el pasado 17 de marzo en Bruselas por el eurodiputado del PP Alejo Vidal-Cuadras, vicepresidente del Parlamento Europeo y responsable del área de información de la Eurocámara, y se ha preguntado si “¿Vidal-Cuadras sabía que su partido iba a pedir la retirada de la campaña que él presentó y de cuyo desarrollo es responsable?”, si “¿Quiere el PP excluir a los votantes españoles de la cita europea con las urnas?” y “¿Dónde está la vocación democrática y europeísta del PP?”.

Valenciano ha explicado que ésta es la primera campaña informativa común y única para 27 Estados miembros, es decir, para 375 millones de personas, adaptada a las 23 lenguas oficiales y a las peculiaridades de cada país. “No hay precedente en la Unión Europea de que un partido político intente frenar una campaña institucional cuyo único objetivo es animar a la gente a la participación”.

Leia mais: Secretaría de Política Internacional y Cooperación del PSOE

BLOGOSFERA PROGRESSISTA

Arquivo do blog

Seguidores

JACOB (J.) LUMIER NA O.E.I.

Partilhar


Share/Save/Bookmark Support CC Add to Google Add to Technorati Favorites Technorati Profile Compartilhar Delicious Bookmark this on Delicious
Central Blogs

Liga dos Direitos do Homem

Greenpeace

Greenpeace
L'ONG non violente, indépendante et internationale de protection de l'environnement