Pela instituição do voto facultativo na democracia brasileira. Contém artigos de sociologia do conhecimento, dicas de pesquisa e livros.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Les défenseurs des droits humains plus fréquemment pris pour cible par les gouvernements
(...) Selon l’organisation HRW, les attaques contre les défenseurs des droits de l’Homme sont devenues plus subtiles. Ainsi des poursuites politiquement motivées sont souvent présentées comme étant un acte d’accusation pénale, il est aussi souvent question de censure émanant des régimes en apparence neutres ou encore le financement des organisations est bloqué pour des raisons politiques.
De telles manœuvres constatées ne se limitent pas aux Etats autoritaires comme la Chine, Cuba, la Birmanie ou l’Érythrée, indique le rapport. Même des pays réputés démocratiques comme le Sri Lanka, la Colombie ou Israël prennent des mesures pour rendre plus difficile le travail des organisations des droits de l’Homme.(...)
Leia a sequência no link acima
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sábado, 14 de novembro de 2009
Luta contra o aquecimento global: apoio ao PV/RJ
Luta contra o aquecimento global – Conferência de Copenhagen – 06 Dezembro 2009
Metas de redução
No Brasil, pretendem reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa (GEEs) em 36,1% a 38,9% em relação aos níveis estimados (?) em que estariam em 2020 se o país nada fizesse.
OBSERVAÇÕES
Primeiro: evidentemente, é preciso analisar as taxas de crescimento do PIB sobre as quais as percentagens de redução dos GEEs são projetadas. No caso brasileiro, parece mais realista projetar sobre um crescimento de 4% do PIB, e não 5% ou 6%.
Segundo: é preciso considerar a diferenciação no aumento das emissões de GEEs em relação ao ano de 1990, ano base para o Protocolo de Kioto.
►Temos os seguinte quadro para o aumento das emissões:
Em 2005: a estimativa da emissão anual brasileira com base no ano 2005 é de cerca de 2,25 gigatoneladas (Gt).
Em 1990, ano base para o Protocolo de Kioto, ela foi de 1.6 Gt.
Em 1994 foram 1.7 Gt.
Constatação: entre o ano base de 1990 e 2005 houve um aumento de quase 25% nas emissões brasileiras de GEE.
►Temos o seguinte quadro para a diferenciação das fontes poluidoras
As principais fontes de emissão tiveram aumentos diferenciados neste período em relação a 1990.
Nas florestas e transformações de uso do solo, em 2005, já se emitia 1.1 Gt de GEE, um aumento de 10% em relação a 1990.
Na indústria, 0,035 Gt com aumento de 90%;
Na energia, 0,35 Gt com aumento de 65% ;
Na agropecuária 0,46 Gt com aumento de 38%, em percentuais arredondados.
Constatação: Nota-se se aí uma forte tendência para uma mudança histórica no perfil de nossas emissões.
As queimadas florestais em baixa relativa e as indústrias, a energia e a agropecuária em alta.
Tomando como base o ano de 2005, as estimativas preliminares indicam que as emissões brasileiras de GEE já se dividiam meio a meio.
Para 2010 pode-se estimar que o peso das emissões não florestais já terá ultrapassado as florestais.
Nosso futuro tende a um perfil mais próximo ao do mundo altamente industrializado, em relação aos GEE, e isso torna indispensável fixar metas de redução de emissões, não apenas no combate ao desmatamento, como também na geração de energia, transportes, indústria, construção e agropecuária.
POSICIONAMENTO
Os verdes defendem que o Brasil deva assumir compromissos claros em relação a suas próprias emissões, com metas de redução mensuráveis, reportáveis e verificáveis em todos os setores; e que, pelo menos, sejam as mesmas equivalentes à metade das metas que forem assumidas na "Conferência das Partes" de Copenhagen, Dinamarca (COP-15), pela Europa, EUA e Japão.
Propugnam também que o Brasil deveria defender dois princípios:
1 - Todos os países – inclusive os grandes emergentes como China, Índia e Brasil – devem estabelecer metas claras, obrigatórias e internacionalmente verificáveis para a redução de gases do efeito estufa (GEEs). Até agora, a China e a India se recusam a isso, aceitando apenas expandir menos suas emissões.
2 – Os Poluidores históricos, incluindo os países industrializados (Europa, Japão, EUA) devem comprometer-se a aportar recursos e tecnologia para uma nova economia mundial de baixo carbono na proporção de sua responsabilidade histórica pelos GEEs acumulados na atmosfera, ou seja: 70%.
O Banco Mundial estima em U$ 470 bilhões anuais esses custos de reconversão global. Por esse critério caber-lhes-ia aportar U$ 330 bilhões anuais. Até agora, os EUA acenaram com um décimo disso.
►O ministro Carlos Minc considera não-realista a posição dos verdes, pois ficaríamos mais avançados do que os EUA que, convenhamos, não é tanto assim.
Todavia, ele acha que não é inviável o Brasil assumir metas de redução abaixo de 1990.
Sem entrar na discussão técnica sobre isso, é importante reverberar nossa posição por que nossa campanha poderá ser importante para que o governo termine optando pela meta de redução de emissões perto dos níveis de 1990 - (1.6 Gt).
Seria, de fato, uma posição mais avançada que a dos EUA e léguas à frente da China e da India, mas ainda aquém dos esforços que todos devem fazer para reverter a catástrofe climática que se prenuncia.
Crédito: artigo de Sirkis publicado na Web do PV/Rio de Janeiro
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Leia aqui um resumo das posições oficiais
As metas de redução de emissão de gases do efeito estufa que o Brasil levará para a Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em dezembro, em Copenhague (Dinamarca) foram anunciadas na tarde desta sexta-feira (13),
Resumo:
O País deve reduzir entre 36,1% e 38,9% sobre as estimativas de emissões previstas para 2020.
Considerando cenários de crescimento econômico de 5% e 6%, as ações para mitigação das emissões até 2020 prevêem iniciativas nas áreas de uso da terra, agropecuária, energia e siderurgia.
As metas prevêem uma redução de 20,9% nas emissões de CO2 com a redução de 80% no desmatamento da Amazônia. E 3,9% com a redução de 40% no desmatamento do Cerrado, um total de 24,8% sobre as estimativas de emissões previstas para 2020 com base no PIB desejado de 6% ao ano.
Para a agropecuária, a proporção de redução varia de 4,9% a 6,1%. Para isso, são listadas ações de recuperação de pastos, integração lavoura-pecuária, plantio direto e fixação biológica de nitrogênio.
No setor de energia, a proporção de redução varia de 6,1% a 7,7%, com foco em eficiência energética, incremento no uso de biocombustíveis, expansão da oferta de energia por hidrelétricas e fontes alternativas como, por exemplo, bioeletricidade e energia eólica.
Na siderurgia, com proporção de redução variando de 0,3% a 0,4%, o foco estará na substituição de carvão de desmate por árvores plantadas.
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sábado, 13 de junho de 2009
Clamor por Direitos Humanos em Universidade Ibero-americana
Como se sabe, "Ciudad Juárez es una ciudad mexicana, es la urbe más grande del estado de Chihuahua, que se ubica frente a El Paso, Texas, Estados Unidos, a orillas del Río Bravo. Su población, de acuerdo con el Segundo Conteo de Población y Vivienda 2005 efectuado por el INEGI fue de 1,301,452 habitantes para la ciudad, y 1,313,338 habitantes en todo el municipio, con lo que se ubica como la séptima zona metropolitana más grande del país".
Segundo o jornal La Jornada de cinco de Junho corrente, "universitarios y miembros de diversas organizaciones sociales protestaron ayer (04 de Junho) en Ciudad Juárez, en demanda de seguridad y de que se aclare la muerte de dos catedráticos y un estudiante de la Universidad Autónoma de Ciudad Juárez, así como la desaparición de dos alumnas".
Segue abaixo a notícia na íntegra.
Aproximadamente dos mil personas, entre estudiantes y trabajadores académicos y administrativos de la Universidad Autónoma de Ciudad Juárez (UACJ), marcharon hoy en protesta por la violencia contra la comunidad de esa casa de estudios, ya que en seis meses recientes han sido asesinados los catedráticos Manuel Arroyo Galván y Gerardo González Guerrero, además del estudiante Jaime Alejandro Irigoyen Flores, y desaparecieron las alumnas Mónica Janeth Alanís Esparza y Lidia Ramos Mancha.
El ataque más reciente ocurrió la noche del pasado viernes, cuando hombres armados asesinaron a Arroyo Galván, maestro de la UACJ e integrante del Sistema Nacional de Investigadores del Consejo Nacional de Ciencia y Tecnología (Conacyt). Al doctor en ciencias sociales le dispararon mientras conducía su vehículo por la avenida Manuel Gómez Morín y prolongación Manuel J. Clouthier.
Sus compañeros marcharon hoy desde la megabandera hacia el puente libre o de Córdoba, apoyados por integrantes de la Organización Popular Independiente, fundada por Arroyo Galván, así como comunidades eclesiales de base y activistas que exigieron que se aclare el homicidio de este profesor y luchador social de 44 años de edad.
También pidieron que se investigue el homicidio del maestro de sicología Gerardo González Guerrero, asesinado a balazos en diciembre de 2008, y el de Jaime Alejandro Irigoyen Flores, alumno de la carrera de derecho victimado en enero.
Otra exigencia es la búsqueda de Mónica Janeth Alanís Esparza, de 18 años, estudiante de la carrera de administración, quien desapareció el 26 de marzo cuando se dirigía a hacer una tarea con compañeras.
También pidieron que se localice a Lidia Ramos Mancha, estudiante de Medicina de 17 años de edad, quien en diciembre pasado acudió al Instituto de Ciencias Biomédicas para conocer unas calificaciones y no se volvió a saber de ella. En la marcha participó su madre, María Dolores Mancha, quien explicó que ante la ineficacia de la Policía Ministerial Investigadora, su hijo mayor, Gerardo Ramos, emprendió una investigación por su cuenta.
Un grupo de estudiantes hizo sonar sus tambores, mientras otros pintaban sobre el pavimento siluetas humanas. Más tarde, durante el plantón en el puente ubicado en El Chamizal, los manifestantes leyeron artículos de la Constitución en repudio a la intervención militar en la frontera.
La columna regresó a la megabandera, donde los manifestantes encendieron velas y protestaron por la "simulación" del Ejército Mexicano de combatir el crimen organizado, pues los narcotraficantes "no han dejado de matarse". Sentados en el césped, escucharon a los oradores y mensajes provenientes de otras ciudades de México y del mundo.
La noche del miércoles, al cumplirse cinco días de la muerte de Arroyo Galván, maestros y estudiantes del Instituto de Ciencias Sociales y Administración de la UACJ salieron a la calle para repudiar la ola de violencia en Juárez.
Con una manta que decía "Todos somos Manuel", los manifestantes distribuyeron volantes en los que recordaron que Arroyo fue fundador de varias organizaciones sociales.
El martes pasado, el rector Jorge Quintana Silveyra se reunió con la procuradora de justicia del estado, Patricia González, quien sólo le dio a conocer que hay dos líneas de investigación.
El funcionario informó que, con la finalidad de recibir información anónima y confidencial que ayude a esclarecer el asesinato, la UACJ y la Procuraduría General de Justicia abrieron una liga en la página electrónica www.uacj.mx.
Fonte: Rubén Villalpando Corresponsal de La Jornada
Ciudad Juárez , Chihuahua, MEXICO, 4 de junio.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Lula receberá Notável Premio Internacional de IPS

DESARROLLO: Lula recibirá Premio al Logro Internacional de IPS
Por Thalif Deen
Artigo reproduzido por Jacob (J.) Lumier
NACIONES UNIDAS, 16 sep (IPS) - El presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, recibirá el Premio al Logro Internacional 2008 de la agencia de noticias Inter Press Service (IPS) por su lucha en favor del comercio justo y la equidad económica para el mundo en desarrollo.
La decisión de galardonar al presidente brasileño fue tomada por la Junta de Directores de IPS, presidida por Federico Mayor Zaragoza, ex director general de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco).
La entrega del premio se realizará en la sede neoyorquina de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) el lunes 22 de este mes, en vísperas del segmento de alto nivel de la 63 sesión de la Asamblea General del foro mundial, para la que se prevé la asistencia de más de 150 líderes mundiales.
El director general de IPS, Mario Lubetkin, atribuyó varios motivos para la decisión.
"Al presidente Lula se le reconoce el logro de que millones de brasileños hayan escapado de la pobreza", dijo Lubetkin.
"También lo honramos por haber encabezado una campaña internacional contra la pobreza y el hambre, que ayudó a movilizar el apoyo de otros líderes mundiales y de organizaciones internacionales", agregó.
El presidente brasileño fue elegido en octubre de 2002 con unos 53 millones de votos, y reelegido cuatro años después con 58 millones.
Lubetkin dijo que el presidente brasileño articuló las necesidades, deseos y visiones de los países del Sur global, y que llamó la atención sobre el comercio justo, el multilateralismo, la globalización y, más recientemente, sobre las crisis alimentaria y energética.
"Como veterana agencia de noticias del mundo en desarrollo, nos honra premiar al presidente Lula", agregó Lubetkin.
El Premio al Logro Internacional de IPS fue creado en 1985 para homenajear a periodistas y líderes mundiales por su contribución con la paz, los derechos humanos, el empoderamiento de género, la gobernanza y la equidad social y económica.
Entre los anteriores galardonados con este premio figuran la ex primera dama de Sudáfrica Graça Machel, la ex primera dama de Francia Danielle Mitterrand, los ex secretarios generales de la ONU Boutros Boutros-Ghali y Kofi Annan, el ex presidente de Finlandia Martti Ahtisaari y el Llamado Mundial de Acción contra la Pobreza (GCAP). (FIN/2008)

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