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sábado, 2 de agosto de 2008

NOTÍCIA DE ALICIA KEYS com o vídeo de "Superwoman" neste blog

En el espacio de dos álbumes, Alicia Keys se ha convertido en un nuevo tipo de niña prodigio do neo-soul. Joven y bonita, ella supo tirar de esto el mejor de sus influencias: sea el jazz, el hip hop, la música clásica y el Contemporary R&B .

Niña prodigio, empezó a aprender música en la edad de cinco años, en particular el piano, antes de pasar por las más prestigiosas escuelas de música de Nueva York, dedicando-se por entero a su pasión.

Con su primer álbum, Songs In A Minor, de 2001, Alicia Keys fue consagrada como una de las mejores en el Contemporary R&B. Su talento parece no tener límites.

quarta-feira, 19 de março de 2008

COMUNICAÇÃO SOCIAL E DEFESA DA CONSTITUIÇÃO



COMUNICAÇÃO SOCIAL E DEFESA DA CONSTITUIÇÃO
Artigo de Alberto Dines para divulgar e promover.
Seqüestraram o Conselho de Comunicação Social. Com um Conselho de Comunicação Social-CCS ativo e vigilante, o Estado brasileiro, republicano e secular, jamais admitiria o seqüestro de seus bens – as concessões de rádio e TV – por confissões religiosas. A Constituição de 1988 (que em outubro completa 20 anos) não pode ser violada. Os constituintes não podem ser desobedecidos. Os instrumentos que conceberam não podem ser surrupiados e os dispositivos que votaram devem ser cumpridos integralmente.

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CONSTITUIÇÃO VIOLADA
Seqüestraram o Conselho de Comunicação Social
Por Alberto Dines em 18/3/2008
Do Observatório da Imprensa
O Congresso demorou 14 anos para cumprir o artigo 224 de Constituição que determina a criação do Conselho de Comunicação Social (CCS) como órgão auxiliar do Legislativo. O atraso não resultou da preguiça ou do excesso de trabalho dos nobres parlamentares. Foi resistência ostensiva de sucessivas Mesas Diretoras do Senado, às quais não interessava a existência de um fórum de consulta, cobranças e debate sobre mídia instalado dentro do parlamento, com todas as prerrogativas deste tipo de suporte. Mesmo na condição de "órgão auxiliar" do Congresso, o CCS seria fatalmente convertido num sistema de alto-falantes que certos coronéis associados a setores da mídia não gostariam de instalar no aparelho parlamentar.
Para se ter uma idéia da má vontade e contrariedade destes setores, basta examinar o primeiro texto publicado neste Observatório da Imprensa, 12 anos atrás (ver aqui).
Apesar do persistente trabalho de sabotagem, o Conselho foi criado graças ao espírito público e ao civismo de um grupo de senadores do PT e do PSDB (entre eles Artur da Távola, jornalista).
Regulação e auto-regulação
Escolhidos os nove conselheiros, eleito o presidente (o jurista José Paulo Cavalcanti Filho, com larga experiência em questões de direito da comunicação), o Conselho foi instalado com alguma pompa em 2002. Durante o seu primeiro mandato envolveu-se em questões da maior relevância: concentração da mídia, rádios comunitárias, TV digital etc.
Desprovido de qualquer tipo de poder, apenas porque existia e funcionava o CCS era um incômodo. A noção de que poderia ser acionado para esclarecer a sociedade nas questões relativas à comunicação social levou os mesmos setores – e senadores que postergaram a sua criação – a optar por sua liquidação.
Coveiro contratado: o ex-jornalista Arnaldo Niskier. Expert em trabalhos na sombra e em silêncio, o imortal conseguiu o milagre de esvaziar completamente o CCS ao longo do segundo mandato (2005-2006). No ano seguinte (2007), o órgão não se reuniu uma única vez e, em 2008, a Mesa do Senado sequer conseguiu indicar os seus integrantes.
Significa que o CCS é desnecessário ?
Significa que o CCS é utilíssimo, não fosse assim não seria sangrado em silêncio. O CCS tem condições para transformar-se num instrumento decisivo para provocar e subsidiar os debates relativos aos meios de comunicação. O CCS pode ser vital para disciplinar a espúria concessão de canais de rádio e TV a parlamentares, aberração que compromete toda a estrutura da nossa mídia eletrônica.
Embora sem o formato e desprovido dos poderes da FCC americana (Federal Communications Comission), o CCS poderia transformar-se na incubadeira de instrumentos e estatutos – reguladores ou auto-reguladores – exigidos por uma sociedade que está aprendendo a comunicar-se em alta velocidade.
Instrumentos surrupiados
Se o CCS funcionasse como já funcionou, alguns debates recentes teriam sido conduzidos com mais competência e algumas decisões tomadas com mais prudência. A TV digital foi uma delas.
Com um CCS vivo e vigilante, a criação da TV Brasil não teria transcorrido de forma tão melancólica e a oposição não teria desempenhado um papel tão contraproducente, inclusive para os seus próprios interesses.
Embora concebido para assessorar e enriquecer os trabalhos do Legislativo apenas, o CCS poderá desempenhar um papel crucial em matérias cogitadas por outros poderes. É preciso lembrar que a iniciativa de liquidar o entulho autoritário embutido na Lei de Imprensa partiu de um congressista, o deputado federal Miro Teixeira (PDT-RJ). Será apreciada pelos magistrados do Supremo Tribunal Federal, mas se o CCS não estivesse em coma induzido, as ponderações expressas pelo ex-ministro da Justiça Miguel Reale Jr sobre o perigo de extinguir pura e simplesmente a famigerada lei poderiam suscitar reflexões mais amplas do que o corajoso – porém solitário – artigo que publicou na Folha de S.Paulo (para assinantes).
Com um CCS ativo e vigilante, o Estado brasileiro, republicano e secular, jamais admitiria o seqüestro de seus bens – as concessões de rádio e TV – por confissões religiosas.
A Constituição de 1988 (que em outubro completa 20 anos) não pode ser violada. Os constituintes não podem ser desobedecidos. Os instrumentos que conceberam não podem ser surrupiados e os dispositivos que votaram devem ser cumpridos integralmente.
Roubaram o nosso Conselho, chamem a polícia!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

ESSE TAL DE ROQUE ENROW

ESSE TAL DE ROQUE ENROW
(Rita Lee / Paulo Coelho)
Ela nem vem mais pra casa, doutorEla odeia meus vestidosMinha filha é um caso sério, doutorEla agora está vivendoCom esse tal de... Roque Enrow Roque Enrow, Roque En...
Ela não fala comigo, doutorQuando ele está por pertoÉ um menino tão sabido, doutor Ele quer modificar o mundoEsse tal de Roque EnrowRoque Enrow
Roquem é ele? Quem é ele?Esse tal de Roque Enrow?Uma mosca, um mistérioUma moda que passouE ele, quem é ele?Isso ninguém nunca falou!
Ela não quer ser tratada, doutorE não pensa no futuroE minha filha está solteira, doutor Ela agora está lá na salaCom esse tal de Roque Enrow Roque Enrow, Roque En...
Eu procuro estar por dentro, doutorDessa nova geraçãoMas minha filha não me leva à sério, doutorEla fica cheia de mistério Com esse tal de Roque EnrowRoque Enrow
Roquem é ele? Quem é ele?Esse tal de Roque Enrow?Um planeta, um deserto, Uma bomba que estourouEle, quem é ele?Isso ninguém nunca falou!
Ela dança o dia inteiro, doutor E só estuda pra passar
E já fuma com essa idade, doutor Desconfio que não há mais cura
Pra esse tal de Roque Enrow Roque Enrow, Roque Enrow Roque En...row

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Ler sobre Rock and Roll e História:

Qué pasa con el rock& roll?

Política y rockn' roll.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

O Fórum Social Mundial – WSF2008 – e a Internet.







O Fórum Social Mundial – WSF2008 – e a Internet.

A primeira tarefa de quem deseja que exista comunicação e informação é escutar as pessoas. Nisto reside a primeira diferença fundamental com o sistema informativo comercial. Nesse não se trata de escutar, mas de se fazer escutar pelas pessoas. É um sistema vertical, no qual os que transmitem, pouco importa se pela imprensa escrita ou por meios eletrônicos, buscam que os cidadãos escutem e aceitem o que é transmitido.

Hoje chegamos a uma situação sem precedentes, em que o leitor é um mercado. Busca-se que ele escute, não que enxergue. A tarefa dos que estão neste trabalho e participam do caminho do FSM, pelo contrário, é escutar o que venha da infinidade de manifestações ao redor da Terra e saibam fazer de seus conteúdos e chamados as contribuições a nosso debate e a nossas buscas. É por isso que o tema da comunicação é um tema vital para o crescimento e força do movimento.

O formato descentralizado do FSM transportou a edição 2008 para o território da comunicação, embora sem as grandes tecnologias para transmissões simultâneas ou recursos para montar escritórios de imprensa nos continentes. E ao mesmo tempo existe um trabalho mundial de comunicação sendo feito, capaz de articular entrevistas coletivas simultâneas.

Em que se baseia essa comunicação?


As novas tecnologias de comunicação têm uma natureza contraditória. Mesmo que graças a elas se tenham criado corporações milionárias, e homens de riquezas sem precedentes, como Bill Gates, o êxito comercial dessas empresas se baseia no acesso e, portanto, na participação de um número sempre maior de pessoas.

É emblemática a diferença entre Bill Gates e Rupert Murdoch. As novas tecnologias permitem criar alianças que a informação nunca sonhou em estimular.

Não é por acaso que em Beijing, na Conferência Mundial da Mulher, os governos perderam o controle frente à plataforma das mulheres reunidas em alianças e organizações não-governamentais. Isto aconteceu porque centenas de organizações de mulheres, intercambiando entre si, chegaram a Beijing muito mais preparadas que as delegações governamentais.

O acesso [à rede Internet] aumentou, mesmo que continue desbalanceado entre o Norte e o Sul e por renda econômica. Isto permitiu que o primeiro Fórum Social Mundial visse chegar, não as 20 mil pessoas esperadas na hipótese mais otimista, e sim mais de 70 mil participantes. A grande diferença deveu-se à Internet, com a qual se conseguiu que, em poucos meses, milhares de pessoas soubessem da convocatória de Porto Alegre e, sempre graças à Internet, começaram seu processo de participação.

Sem internet, a mobilização deste ano seria um desastre. Teríamos atividades apenas nos países em que há gente do Conselho Internacional do FSM. No entanto, existem atividades onde sequer há cidadãos que tenham participado de alguma edição. São pessoas que se somaram ao movimento pela Internet, que se sentem parte do processo do FSM.

O desafio de nossa comunicação é poder recolher todo este grande pulmão de um novo renascimento mundial. Para isso, a existência de um mecanismo de intercâmbio, como a Ciranda, de trabalho informativo para a base, como Amarc, ou de criaçao e distribuição de notícias, como Inter Press Service, e níveis regionais como Alai, foram estimulados pelo caminho de participação que o FSM significa.

Existem centenas de publicações, associações, rádios e TVs, assim como milhares de jornalistas que se reconhecem no espaço ideal do FSM. É certamente um dos maiores déficits do processo não termos sabido articular e fortalecer esta realidade rica e forte do panorama informativo.

Assim, continua aberto o desafio de aumentar o intercâmbio e a comunicação entre as centenas de milhares de organizações que são a base ética e humana do processo. A comunicação até agora tem sido a gata borralheira do FSM. Basta dizer que todo o processo de informação e comunicação, de mobilização mundial, custou cerca de 100 mil dólares, algo que para Murdoch é uma cifra de cartão de crédito.
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Fonte: Engajamento ao FSM reflete diversidade e resistência. Entrevista por Ciranda.net , publicado na Revista Fórum, link
http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=1748

domingo, 23 de dezembro de 2007

BUSCADOR DA REVISTA DO TERCEIRO SETOR

Democracia tecnológica ou tecnologia democrática?

Por Cristina Charão, para a Rets

A Internet unindo o mundo na velocidade da luz. A digitalização criando ferramentas que produzem, de forma cada vez mais rápida, conteúdo em vários formatos. A convergência colocando em cada aparelho eletrônico a possibilidade de receber e distribuir estes conteúdos. Estas propriedades das novas tecnologias desenham um cenário de uso das mídias potencialmente mais democrático.

A questão que divide pesquisadores, intelectuais e ativistas é: por si só, tais qualidades transformarão este potencial em realidade? Em recente debate realizado pela Fundação Perseu Abramo em São Paulo, a resposta oscilou entre o otimismo a respeito dos feitos até agora alcançados pela disseminação das novas mídias e a perspectiva de que é preciso políticas públicas mais radicais para garantir que seu uso seja, de fato, democrático.

O jornalista Marcelo Tas, que na década de 80 foi um dos pioneiros da produção audiovisual independente, foi enfático: “Não é a ferramenta que é democrática, mas sim o uso que fazemos dela.”

Para Tas, a Internet e as novas tecnologias a ela associadas mudam a relação entre usuários e conteúdo. “Somos nós que vamos atrás, e não a televisão que nos joga sua programação. Essa é uma revolução maravilhosa”, disse. Porém, lembrando a distribuição do uso da rede mundial de computadores, o jornalista afirmou que esta nova forma de lidar com a informação e a cultura só se efetiva como democrática no momento em que o acesso às ferramentas for ampliado.

Mais otimista, o coordenador de Cultura Digital do Ministério da Cultura, Cláudio Prado, vê nesta observação de Tas uma marca do poder das novas tecnologias da informação. “A inclusão digital é uma demanda universal depois de apenas 15 anos de inventada a Internet. Isso é fantástico”, resumiu Prado.

O representante do MinC empolga-se, especialmente, com o fato de o acesso à rede estar aumentando nas camadas mais pobres da população. “É um fenômeno esta coisa de lanhouse em favela. Só na Rocinha (maior favela do Rio de Janeiro) são mais de 80”, comentou.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 21,9% da população brasileira com mais de 10 anos acessou alguma vez na vida a Internet. Este índice coloca o Brasil na 62ª posição em um ranking mundial de acesso à rede. O acesso domiciliar à Internet, ou seja, o acesso mais perene está ao alcance de apenas 11% da população, de acordo com número divulgados pelo Ibope. Ainda segundo o instituto de pesquisa, esta taxa cresceu cerca de 47% entre setembro 2006 e setembro de 2007.

Reação e Controle

Estes números, na opinião do pesquisador João Brant, evidenciam o quanto a democratização das mídias via uso das novas tecnologias ainda depende de ações de Estado, por exemplo, na área da inclusão digital. Membro do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social e co-autor do livro “Comunicação digital e a criação dos commons”, Brant salienta que há ainda outras frentes de batalha. Segundo ele, estas brigas estão postas pela “reação conservadora”, natural em processos francamente democratizantes como a disseminação do uso das mídias digitais.

Expressões desta reação são as seguidas tentativas de colocar em pauta o controle das redes que, juntas, formam a grande rede mundial de computadores. “Hoje, o e-mail que eu envio para um amigo viaja pela rede na mesma velocidade que o vídeo da empresa X. Só que a empresa X está se dando conta e pode dizer: ‘Esta rede é minha e eu posso dizer o quê vai passar por ela e em que velocidade vai passar’”, explicou Brant.

A definição da neutralidade das redes como um princípio de funcionamento da Internet vem sendo pautada seguidamente dentro dos órgãos de regulação nacionais e também nos fóruns internacionais que discutem políticas de uso da rede mundial. A constituição de redes neutras, ou seja, livres de barreiras técnicas que selecionem o que pode e o que não pode circular pela Internet, exige manter a infra-estrutura das redes pulverizada e distante do domínio de grandes corporações.

Um outro tipo de reação conservadora é identificada pelo músico BNegão ao falar da forma como indústria fonográfica e grandes conglomerados da mídia tradicional reagem à multiplicação de experiências de distribuição da produção musical usando as novas tecnologias. “A gente vive essa doideira: ao mesmo tempo que você tem esta opção da internet, você tem os meios tradicionais cada vez mais fechados. Só alguns circulam nos meios tradicionais”, comentou o músico. “Antes, você fazia um show e todo mundo cobria. Hoje, pra sair um bloquinho (de texto) no jornal é uma loucura. No rádio, o jabá é absurdo.”

Outro modelo

O rapper carioca, ex-integrante do grupo Planet Hemp e ativo porta-voz do circuito musical alternativo do Rio, fala com a experiência de quem resolveu investir em novas formas de distribuição da produção artística. Todas as músicas do primeiro CD de sua banda, BNegão e os Seletores de Canais, estão disponíveis na íntegra no site do grupo para download. A venda do CD no seu formato tradicional, gravado de forma independente, é feita através de uma distribuidora também alternativa.

O “modelo de negócios” instaurado por BNegão mostra-se plenamente satisfatório. A venda de CDs e os convites para shows crescem junto com o acesso ao site da banda. Sua lógica, porém, contraria frontalmente aquela que rege o funcionamento da indústria fonográfica até hoje.

Segundo João Brant, o modelo era o da porta fechada. “A gravadora tinha a chave da porta, que era a gravação em si. Só que ela passava uma idéia de que seu papel era maior do que este. Dizia que era ela que sustentava a música brasileira. Quando cada um ganhou a chance de abrir a porta, viu-se que não é bem assim”, disse. Segundo Cláudio Prado, do MinC, o que se instaura no mercado cultural é um “novo mecenato”, com o usuário podendo deliberar se apóia ou não apóia tal ou tal artista.

A reação, como aponta BNegão, é ainda mais forte do que o boicote na mídia tradicional. Parte-se para a repressão direta. Ela lembra os episódios de prisão de jovens que baixam música pela Internet e a ameaça de processos deste tipo serem iniciados no Brasil. Mas o rapper ironiza os defensores deste modelo: “O que eu fico impressionado é com o pessoal do outro lado (das gravadoras) dizendo pra mim ‘Ah, você vai acabar comigo...’ E o cara ganha milhões! Quem está passando por crise é a indústria da música. A música vai muito bem, obrigada.”

* Marcelo Tas, Cláudio Prado, João Brant e BNegão participaram do debate “Comunicação digital: a tecnologia vai democratizar as mídias?”, parte da programação do “Ciclo de Debates Cultura e Democracia: acesso, tecnologia, tradição” promovido pela Fundação Perseu Abramo e SESC-SP entre os dias 30/10 e 1/11, em São Paulo.

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