segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Minc considera COP-15 uma frustração

Assessoria de Comunicação ASCOM
Web do Ministério do Meio Ambiente

Reproduzido por Jacob (J.) Lumier

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Para ministro, é hora do Brasil se mobilizar para fazer sua parte

20/12/2009

Ao sair na madrugada de sábado (19/12) do plenário da Conferência de Mudança do Clima das Nações Unidas, em Copenhague (Dinamarca), após horas de intensas negociações, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que estava vivendo "um dos dias mais tristes" de sua vida. Para ele, a chamada COP-15 foi "uma frustração", embora com "alguns poucos avanços".





Após dias e dias de negociações com lideranças de outros governos, Minc saiu convencido de que os Estados Unidos foram os grandes responsáveis "por esse clima ruim", já que, sem "mandato para negociar", pois seu plano de reduções de emissões de gases-estufa sequer fora aprovado pelo Senado dos EUA, apresentaram metas muito tímidas.

Minc passou a noite de sexta-feira e a madrugada deste sábado em intensas negociações em reunião em que ministros de 30 nações acordaram um texto básico que, ao ser levado a plenário, foi rejeitado por alguns países, como Cuba, Nicarágua e Venezuela, o acabou por inviabilizar sua aprovação, já que, nos encontros da ONU, é preciso haver consenso mínimo para aprovação de documentos básicos.

Para o ministro do Meio Ambiente do Brasil, a COP-15 foi marcada por posições egoístas de países, com "cada um olhando para o seu umbigo", e até mesmo ideológicas, como foi o caso de nações com a Venezuela e Cuba que, sem nunca terem se destacado nas lutas ambientais, teriam rejeitado o acordo final apenas para se contrapor ao Estados Unidos - um dos maiores fiadores do documento que foi levado a plenário e acabou rejeitado.

De qualquer forma, Minc acha que algumas poucas, mas importantes questões tiveram algum tipo de avanço, o que viabilizou que sejam melhor discutidas ao longo deste ano, como a questão do pagamento de ações para se manter as florestas em pé, dentro do chamado Mecanismo Redd, e a do financiamentos para ações de adaptação a efeitos do aquecimento global, nos países mais pobres, e de mitigação, nos países emergentes que são grandes emissores de gases de efeito estufa..

Minc lembrou que, apesar do clima de frustração, o Brasil vez sua parte, apresentando "metas ousadas" de emissões evitadas de CO2, entre 36% e 39%, em 2020, e "suando a camisa" para que prevalecesse um acordo legal de alto nível ao final da COP-15, o que infelizmente não ocorreu.

Mas agora, acrescentou, é hora de não se ficar parando, com o Brasil "arregaçando as mangas" para que suas metas de redução de gases-estufas sejam cumpridas, pelo bem do planeta. "Alguns passos foram dados, embora tímidos. Temos que analisar isso agora com muita profundidade, para impedir que isso volte a acontecer. É hora agora de mobilizar a sociedade, para fazermos a nossa parte."
ASCOM
Reproduzido por Jacob (J.) Lumier
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

A Fenomenologia Concreta de Ernst Bloch - Ebook Issu

A reflexão histórico-filosófica é vista como sendo distanciada em relação às questões prementes da vida pública em virtude do seu caráter não-representacional, embora seja situada na realidade social.

Ernst Bloch é um pensador com essa virtude [1]. Nada obstante, além de uma sociologia do legado rural tradicional na formação das classes sociais, a leitura de sua obra é interessante porque nos mostra a dimensão humana universal da Esperança histórico-filosófica que está por trás dos movimentos camponeses na formação do mundo moderno.

Embora seja estudado em ligação com as conhecidas correntes intelectuais do Século Vinte influenciadas por dogmas materialistas ou marxistas [2], Ernst Bloch é o pioneiro da relativização da dialética na crítica-histórica e, ainda na década de 1920, desenvolve em sua obra a compreensão da totalidade com vários níveis de realidade histórica ou de passado, designada no seu dizer a totalidade múltipla.

Portanto, deve ser lido como pensador europeu relacionado à história contemporânea da dialética, cabendo lembrar a respeito disto que Gastón Bachelard começou a introduzir a dialética em Ciências Humanas somente em 1936 [3], e que a "revolução de Heisenberg" data de 1925, quando foi descoberta a mecânica quântica, cujas Equações de Incerteza levaram a Física Teórica à descoberta da dialética complexa e relativista (Revista Dialectique, 1947) [4].

Neste sentido, tomamos como nossa principal referência a obra Héritage de ce Temps (Erbschaft dieser Zeit, Zürich, 1935), que é uma coletânea de artigos e ensaios que incluem escritos publicados no final dos anos vinte e comentários sobre o relativismo científico (Bérgson, Einstein).

Certamente, visamos pôr em relevo a vertente sociológica weberiana a que se liga e se contrapõe Ernst Bloch e centramos nossa leitura nas análises dialéticas em múltiplos níveis enfocando a crise então verificada na Alemanha.

Assinalamos notadamente que, ao pesquisar o psiquismo coletivo dos "de baixo", Ernst Bloch chega à descoberta de uma orientação fenomenológica indispensável à crítica do processus de formação do mundo moderno, aportando novos conhecimentos sobre a problemática dos modos de produção pré-capitalistas, com esclarecimentos indispensáveis que, todavia, restam pouco explorados [5] na pesquisa histórica.

Em modo mais amplo, as observações de leitura reunidas neste nosso trabalho contribuem para a reflexão do sociólogo sobre as linhas de pesquisa dialética alternativa ao legado de Max Weber, de que a obra de Ernst Bloch constitui inesgotável manancial [6].

Daí os capítulos elaborados sobre a leitura de "Thomas Münzer, Teólogo de la Revolución" [7], que é um ensaio sobre a importância das insurgências campesinas e da cultura do gótico tardio para a compreensão das superestruturas do capitalismo em modernização. Sendo nesse ensaio de 1921 que Ernst Bloch põe em obra a análise dialética orientada para a totalidade múltipla.

Finalmente, cabe acrescentar que alguns textos nesta coletânea são inéditos, outros contam versões anteriores publicadas junto ao OpenFSM [8], que ora foram corrigidas e aperfeiçoadas. Eventualmente, ocorreram algumas repetições [9].

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Maio de 2009

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Jacob (J.) Lumier



[1] Ernst (Simon) Bloch: Ludwigshafen, 1885-Tubinga, 1977. Exílio estadunidense (1938-1949) onde elaborou sua monumental obra "O Princípio Esperança" (publicada entre 1954 e 1959).

[2] Historiadores renomados observaram que o posicionamento de Ernst Bloch nos debates com Georges Lukacs, por exemplo, acentuavam a subjetividade. Cf. Lowy, Michael: ‘Para una Sociología de los Intelectuales Revolucionarios: La evolución politica de Lukacs-1909/1929’, tradução Ma. Dolores Pena, México, Siglo Veintiuno editores, 1978, 309pp. (1ª edição em Francês: Paris, PUF, 1976).

[3] Bachelar, Gaston: “La Dialectique de la Durée”, Paris, Press Universitaire de France - PUF, 1972, 151 pp., 1ª edition 1936.

[4] Ver Gurvitch, Georges (1894-1965): “Dialectique et Sociologie”, Flammarion, Paris 1962, 312 pp., Col. Science.

[5] Por ter acordado regressar para a Alemanha Comunista em 1948, Ernst Bloch sofreu o esquecimento. Primeiro, em virtude de sua oposição, que o levou desde 1957 ao afastamento da vida acadêmica, tendo sido excluído da RDA em 1961. Segundo, o fato de haver regressado dos EUA e, ao contrário dos grandes intelectuais igualmente exilados, ter aceito integrar-se na RDA, também lhe valeu um esquecimento no pensamento europeu, já que só em 1976 teve sua grande obra reconhecida e publicada em Paris.

[6] Ao utilizarmos as edições francesas e espanholas das obras de Ernst Bloch estamos secundados por Walter Benjamim, que verteu Baudelaire ao alemão por reconhecer a legitimidade das pesquisas sobre textos em versões traduzidas.

[7] Cf. Bloch, Ernst: Thomas Münzer, Teólogo de la Revolución ("Thomas Münzer als Theologe der Revolution", München 1921) Editorial Ciencia Nueva, Madrid, 1968.

[8] OpenFSM is a platform for social activism provided by the World Social Forum. Cf. A Home Page "Reflexão e Crítica".

[9] A primeira versão deste trabalho encontra-se difundida na Web da OEI, sob o título Crítica da Cultura e Comunicação Social.



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Ebook Issu 50 págs, Dezembro 2009
por
Jacob (J.) Lumier




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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O Estudo Sociológico dos Nós - Ebook Issuu

Apresentação
Do ponto de vista filosófico o problema de uma ordem ou hierarquia entre Massa, Comunidade e Comunhão surge em razão de que os valores morais são estritamente singularizados e para serem entrevistos ou afirmados exigem quer comunhões quer comunidades quer massas. Em maneira rudimentar, os filósofos entendem que o aperfeiçoamento moral de um Nós ou de um grupo tem a ver com a passagem da Massa à Comunidade ou à Comunhão.
Cultiva-se desta forma a convicção idealizada de que a intuição direta dos valores é sempre superior à fidelidade aos deveres, ou às imagens simbólicas ideais, e que o fato de experimentar valores seja uma condição indispensável em qualquer circunstância ou situação concreta para aceder à moralidade.
Por contra, sabe-se em realidade social que a respeito disto nada pode ser afirmado de antemão, porque a filosofia moral não é mais do que uma “reflexão posterior” sobre a experiência moral, que o sociólogo constata ser uma experiência imprevisível e infinitamente variável .
Tendo em conta essa imprevisibilidade, devem-se constatar o papel efetivo desempenhado pela Massa, pela Comunidade e pela Comunhão como quadros sociais. Tal o assunto deste artigo.




Ebook Issuu 52 págs. Dezembro 2009
por
Jacob (J.) Lumier
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Corte Internacional del Medio Ambiente

Campaña Internacional para constituir la CPI del Medio Ambiente

La Academia Internacional de Ciencias del Ambiente de Venecia y sus Presidentes Adolfo Pérez Esquivel e Antonino Abrami, han lanzado la campaña mundial para constituir la Corte Penal Internacional del Medio Ambiente, sosteniendo que los desastres ambientales son crímenes contra la humanidad.

Para introducir el delito contra el ambiente es necesario modificar los Estatutos de Roma de la Corte Penal Internacional con sede en La Haya, siendo necesario que se apruebe con las 2/3 partes de los países firmantes.

Numerosos desastres ambientales quedan en la total y absoluta impunidad jurídica, como lo acontecido en Chernobyl, Bophal y tantos otros desastres que afectan la vida planetaria. Lo mismo ocurre con las petroleras y empresas contaminantes como la gran minería, los agronegocios, los desmontes de los bosques naturales, la contaminación y uso irracional del agua.

Los recursos naturales son un bien esencial de la humanidad que está en alto riesgo de contaminación y desaparición. Organismos internacionales como la ONU y la FAO, han dado la voz de alarma sobre la necesidad de preservar la soberanía alimentaria y denunciando que por día mueren en el mundo más de 13 mil niños de hambre (UNICEF, Situación Mundial de la Infancia 2008-Supervivencia Infantil, 2008).

La campaña es concientizadora y educativa sobre los bienes y recursos naturales que hoy se encuentran en grave peligro a lo largo y ancho del planeta.

A la convocatoria de la Campaña se han sumado los Premios Nóbel de la Paz Betty Williams, Dalai Lama, Mairead Corrigan Maguire, Shirin Ebadi, Rigoberta Menchu Tum, el Premio Nobel de Literatura, Dario Fo, los escritores Luís Sepúlveda, Roberto Saviano, Gianni Miná, Luigi Ciotti, el Padre Alex Zanotelli, el Presidente del Senegal Abdoulaye Wade, el cantante Claudio Baglione, entre muchas otras adhesiones.

Hacemos un llamado a la comunidad internacional, a las instituciones sociales, culturales, religiosas y políticas, a los centros de investigación científica, universidades, centros de estudiantes, a las comunidades religiosas, sindicatos y educadores, a los Pueblos Originarios y organismos de derechos humanos, a los ámbitos jurídicos, empresariales, artistas e intelectuales y a cada ciudadano y ciudadana para asumir el compromiso en defensa del ambiente y de la vida.

CONVOCAMOS A:

* Promover la campaña internacional en cada país.
* Motivar a los gobiernos a que firmen su adhesión y se comprometan en defensa del medio ambiente y la vida de su pueblo.
* A los medios de comunicación masivos y alternativos para que asuman la campaña y promuevan acciones conjuntas dirigidas a la toma de conciencia de la población sobre los problemas ambientales.

RECLAMAMOS A:

* A los organismos internacionales: Naciones Unidas- ONU-, la FAO, UNICEF, OMS, UNESCO, Unión Europea, la OEA, entre otros altos organismos internacionales, para que asuman y promuevan la constitución de la Corte Penal Internacional del Medio Ambiente.

ORGANIZACIÓN Y OBJETIVOS A ALCANZAR

* La participación de los pueblos es fundamental como protagonistas y constructores de su propia vida e historia.

* La primera etapa de la campaña es la suma de firmas. Es necesario que se constituyan Comités de Campaña en cada país, en cada región para apoyar la constitución de la Corte Penal Internacional del Medio Ambiente. Ya se constituyeron Comités en algunos países como Francia. Las planillas con las firmas se enviarán a la sede de la Academia Internacional de Ciencias del Ambiente de Venecia.

* Es necesario motivar a los gobiernos y parlamentos para que asuman su responsabilidad: “Salvar el Planeta, es salvar la vida de todo ser viviente y de la humanidad”. La Tierra es nuestra casa común y tenemos la responsabilidad de protegerla de la devastación y la contaminación, de los daños que viene sufriendo, provocado por los intereses económicos y políticos de quienes privilegian el capital financiero sobre la vida de los pueblos.

* De la actitud que asumamos depende el mundo que dejaremos a nuestros hijos y a los hijos de nuestros hijos.

Reciban el fraterno saludo de Paz y Bien, deseándoles mucha fuerza y esperanza, porque otro mundo es posible.

Adolfo Pérez Esquivel
Premio Nóbel de la Paz
Julio del 2009

Las adhesiones deben ser dirigidas a: info@justiceforplanetearth.org

segreteria@iaes.info

secnobel@serpaj.org.ar

Para mayor información: www.justiceforplanetearth.org

www.iaes.info

Reproduzido por
Jacob (J.) Lumier

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Fonte:

Biodiversidad en America Latina y el Caribe

Climate Justice Now! Copenhagen COP15 demonstration

por focuspuller última modificação 14/12/2009 01:16

Statements of Jose Bove Confederation Paysanne France, Christophe Aguitton Attac France, Alphonsine Ngie Ngube COPACO/PRP Congo, Miguel Palacin COICA Amazzonica Peru, Henry Saragih La Via Campesina Indonesia






Video information
Produced by focuspuller
Produced 2009/12/12
Duration 2 minutes 50 seconds



Fonte:

World Social Forum 2009




Reproduzido por Jacob (J.) Lumier






Categories

* Activism
* Biodiversity
* Biotech
* Climate Change
* Forests / Conservation
* Corporations / Privatisation
* Globalisation
* Human Rights
* Indigenous
* Poverty / Development
* Refugee / Migration
* Sustainability
* Water

Copenhagen Cop 15: farmers position on climate change

por focuspuller Última modificación 12/12/2009 07:39

Georges Baroni from La Confederacion Paysanne and Renaldo Chingore Joao from Unac Mozambique explain their position about the COP15 conferance at the Bella Center In Copenhagen.





domingo, 13 de dezembro de 2009

Minga Global por La Madre Tierra

Minga Global por La Madre Tierra
2009-12-11
Informes de la ASC en Copenhague: 10 diciembre
Alianza Social Continental
Klimaforum

Bolivia: La Lucha por la Justicia Climática y la construcción de Modelos Alternativos de Desarrollo

Representantes de las distintas organizaciones y movimientos sociales de Bolivia hicieron un llamado a salvar a la madre tierra. A partir de una reflexión acerca de nuestra relación con el planeta, como hijos y no como propietarios, las y los participantes destacaron la necesidad de respetar los derechos de la naturaleza; Elyzabeth Peredo, afirmó que el reconocimiento de estos derechos en nuestro lenguaje, parte de la consciencia de la existencia de un holocausto climático, como ocurrió con los derechos humanos hace más de 50 años. Se concluyó que la única respuesta posible al cambio climático es el cambio de modelo.



Rumbo al Tribunal de los Pueblos sobre Deuda Ecológica y Justicia Climática:

La actividad se desarrolló en tres paneles y contó con una gran participación, especialmente de representantes de organizaciones latinoamericanas y asiáticas. En primer lugar, se concluyó que el verdadero desafío es cambiar el modelo de desarrollo, basado en una agenda que priorice la armonía con la naturaleza y entre los pueblos. Durante la segunda sesión, el evento contó con la presentación de la embajadora de Bolivia en la COP15, quien afirmó que esta negociación ha sido un proceso poco transparente, antidemocrático y sin participación. Angélica Navarro invitó a luchar por la vida y contra la dictadura del dinero. Jubileo Sur desarrolló el concepto de Deuda Ecológica y su relación con los cambios climáticos y los derechos de la naturaleza. Por último, se presentaron las experiencias de los tribunales realizados hasta ahora, entre ellos el de Cochabamba, como una alternativa y una herramienta en la lucha por la justicia climática.

Película – Voces del clima

Se presentó la película producida por FASE acerca de la deforestación en la Amazonía y las experiencias de las comunidades que han sido víctimas de la misma. Se llevó a cabo un debate con la participación de Alessandra Lunas de Contag, Dayana Mezzonato, del MST y Via campesina Brasil.

Reunión de estrategia – klimaforum y climate justice now!

La reunión se concentró en la movilización de día 12 y 16. Aún hay muchas dudas y por eso, para el día 11 se convocaron 3 reuniones para afinar mejor los objetivos políticos de los actos, especialmente del 16, debatir seguridad y proceso (quien habla, donde para, etc).

Negociaciones oficiales

Durante el día de ayer continuaron los debates en torno al texto danés y a las otras propuestas, sin ningún avance. La plenaria de CMP 5 (encuentro del Protocolo de Kioto) fue interrumpida después de la discusión de Tuvalu (isla Africana) y otros países, a partir de la exposición de la propuesta de dicho país. Esta propuesta estaba en un documento presentado 6 meses antes y está efectivamente en consideración, lo que implica un peso real en las negociaciones. Lo que esta situación expresa es la brecha entre países desarrollados y en desarrollo, en especial aquellos más vulnerables. El documento se refiere a las metas de corte en base a 1990 y financiamiento para mitigación y adaptación.

En la tarde, hubo una reunión entre el presidente de las negociaciones del protocolo de Kyoto y su equipo con las ONGs y se aclararon algunas cuestiones, si es que a esta altura de los debates existe alguna claridad sobre los temas más controversiales. La mayor frustración presentada por los negociadores del Protocolo de Kioto es el límite de tiempo para resolver las cuestiones más complejas.

1) uno de los puntos clave de la discusión es la extensión del mandato del Protocolo de Kyoto. Existen diferentes posiciones que varían entre 5 y 8 años; en el caso que adopten el período más largo, se tomaría un promedio de las reducciones exigidas, pues daría un tiempo más realista para la ratificación de la Convención.

2) Discusiones sobre el año base de referencia para el corte de emisiones: la mayoría de los países defiende la permanencia de 1990. Algunos países quieren flexibilizar (los europeos, japoneses, etc) y tener una vinculación con los años 2005 o 2007. Hay mucha diferencia entre tomar como base 1990 o 2005, pues la mayoría de los países desarrollados ya redujeron sus emisiones en ese período y con eso el corte efectivo sería menor.

Leia a continuação em http://www.movimientos.org/defensamadretierra/show_text.php3?key=16448





Metodologia e Sociologia - Ebook Issuu

Este artigo tem um aspecto acadêmico. A alternativa fenomenologia ou sociologia foi colocada como crítica à sociologia diferencial no século 20 notadamente diante da crescente influência internacional nos meios universitários de seu incentivador Georges Gurvitch , o fundador da microssociologia .
Vários autores como veremos colocam estes termos fenomenologia ou sociologia, em forma de alternativa, para lançar dúvida sobre o alcance empírico da aplicação da idéia tridimensional em teoria sociológica.
Sabe-se por contra que é uma aquisição da teoria sociológica na tradição do realismo de Saint-Simon e do jovem Marx a constatação de que a realidade é em ato, é a realidade de alguém, logo, inseparável da experiência humana. Daí que ao elaborar sobre a realidade social o sociólogo já está aplicado sobre materiais empíricos.

Ebook Issu 30 págs.Dezembro 2009
por Jacob (J.) Lumier
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A Dialética Sociológica, o Relativismo Científico e o Ceticismo de Sartre - Ebook Issuu

Este artigo investiga a dialética sociológica no âmbito da cultura científica do século XX tendo em conta por um lado a reflexão sobre as conseqüências metodológicas dos avanços em microfísica e por outro lado a reação da filosofia sartreana da história, como obstáculo.

Ebook Issuu 50 págs. Novembro 2009
por
Jacob (J.) Lumier
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Karl Marx e a Sociologia do Conhecimento - Ebook Issu

A sociologia do conhecimento traz consigo para dentro do campo sociológico a pesquisa em psicologia coletiva. Da mesma forma que a introdução do problema da consciência coletiva por Emile Durkheim (1858-1917) acentuou essa ligação, a descoberta por Karl Marx (1818-1883) da realidade social por trás do fetichismo da mercadoria trouxe à luz o problema da dialética das alienações e com isto consolidou a pesquisa em psicologia coletiva como aquisição sociológica. Neste artigo tecemos comentários em vista de tornar acessível a leitura de Marx desde o ponto de vista da sociologia do conhecimento.

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Jacob (J.) Lumier
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Estrutura Social e Consciência Coletiva - Ebook Issu

Observações complementares ao artigo Karl Marx e a Sociologia do Conhecimento.

Ebook Issu 27 págs. Novembro 2009
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O Sociólogo e a Sociologia - Ebook Issuu

A era da automatização e das máquinas eletrônicas dá primazia lógica ao conhecimento técnico em um grau muito elevado e as outras manifestações do saber são influídas ao ponto de "tecnificarem-se" tanto quanto possível. Vimos a tecnificação avançada da filosofia, por exemplo, introduzida pelo “Tractadus Logico-Philosophicus" (1922). Há mecanização e tecnificação das relações humanas e dos problemas reais que suscitam a vida mental e a vida social atuais, com o objetivo de subordiná-los aos esquemas prefixados. Esta tendência para a tecnificação da filosofia e das ciências humanas deve ser situada no quadro da tecnocracia, e, em seu realismo, o sociólogo se opõe com firmeza à tecnocratização, não só dos conhecimentos e dos controles ou regulamentações sociais, mas das relações humanas . Neste sentido, faz par com o existencialismo de diferentes tendências que constituiu uma tentativa de resistência em nome do Eu, do Outro, das coletividades concretas à tecnificação.

Ebook Issuu 43 págs. Novembro 2009
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Indivíduo e Sociedade - Ebook Issuu

Os fatos sociais exercem sobre os indivíduos uma preeminência psicológica e moral. Sociólogos notáveis chegaram à compreensão de que o indivíduo volta a encontrar o social igualmente nas profundidades do seu próprio Eu. Os dois termos "indivíduo e sociedade" são de uma ambiguidade extrema que se torna um impasse se nos obstinarmos em considerar esses dois termos como antitéticos. Essa ambiguidade será posta em relevo na análise sociológica diferencial ao rejeitar não a realidade do indivíduo e da sociedade, mas unicamente o erro inaceitável de que esses termos sejam tratados como entidades exteriores uma a outra.

Ebook Issuu 20 págs. Novembro 2009
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Pluralismo e Sociologia: Uma Reflexão em vista dos Direitos Humanos e Sociais - Ebook Issuu

O pluralismo social efetivo estudado no realismo relativista dialético sociológico, como dinâmica característica dos elementos microssociais, não se deixa confundir aos posicionamentos pseudopluralistas das teorias axiomáticas de coação no plano das técnicas políticas. Nestas últimas, há um afastamento do antidogmatismo próprio ao realismo sociológico e, erroneamente, se permitem misturar certas formulações sociológicas às projeções de filosofia social. Tal é o biais ideológico que notamos, por exemplo, nos escritos de Ralf Dahrendorf, o erro no método, com a assimilação do pluralismo dos contrapoderes a uma teoria da coação, resultando na compreensão equivocada de que as mudanças nas estruturas devem ser atribuídas a uma discursiva dialética do poder e da resistência.

Ebook Issuu 26 págs. Novembro 2009
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Imitação e Vida Coletiva - Ebook Issuu

Durkheim, Gabriel Tarde e o Problema da Formação de um Sentimento Coletivo. Anotações Complementares ao artigo "Estrutura Social e Consciência Coletiva"

Ebook Issuu 23 págs. Dezembro 2009
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Jacob (J.) Lumier
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Pluralismo e Sociologia Parte 2 - Ebook Issuu

No âmbito da História Parlamentar se descobre o pluralismo social efetivo desdobrando-se a partir das manifestações da sociabilidade, incluindo nestas o próprio foco da vida do Direito, a saber: a afirmação espontânea do prévio equilíbrio parcial entre as prerrogativas de uns e as obrigações de outros. Por sua vez, será este equilíbrio dinâmico que o sistema de freios e contrapesos como conceito de técnica constitucional visa configurar em sua aplicação ao pluralismo mais concreto dos agrupamentos particulares em suas disputas de interesses em face do Estado. Deste ponto de vista de realismo sociológico não há maneira de caracterizar o pluralismo dos contrapoders como teoria de coação.

Ebook Issuu 26 págs. Dezembro 2009

por Jacob (J.) Lumier
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Ecologia e Sociologia - Ebook Issuu

Notas sobre a vida moral como sentimento de pertença aos grupos sociais (Seria Durkheim altermundialista?) Artigo originalmente postado na Web de Sociologists without borders (SSF) Think Tank /// Abstract : A oposição de Durkheim à doutrina eudemonista do utilitarismo inte-ressa à crítica ao produtivismo exercida pelo altermundialismo. Em sua obra, essa oposição a qualquer absoluto eudemonista não é episódica, mas fundamental à sociologia da vida moral fundada por ele, cujo de-senvolvimento, porém, exige tomar em consideração o aporte de seu continuador Georges Gurvitch.

Ebook Issu 53 págs. Dezembro 2009

por Jacob (J.) Lumier
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As Aplicações da Sociologia do Conhecimento - Ebook Issuu

Admitindo que nenhuma comunicação pode ter lugar sem o psiquismo coletivo, em sociologia a existência dos conhecimentos coletivos e suas hierarquias ou sistemas é preponderante. Estudam-se os sistemas cognitivos a partir dos tipos de sociedades globais decompondo-os segundo as classes do conhecimento que, por sua vez, podem ser (a) – mais profundamente implicados na realidade social – o conhecimento perceptivo do mundo exterior, o conhecimento de outro e o conhecimento de senso comum, estudados nesta seqüência; (b) – menos espontaneamente ligadas aos quadros sociais ou cuja ligação funcional requer o diálogo e o debate: como é o caso para o conhecimento técnico, o conhecimento político, o conhecimento científico e o conhecimento filosófico.

Ebook Issuu 31 págs. Dezembro 2009
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Jacob (J.) Lumier
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Movilización de movimientos campesinos en Copenhague

04-12-2009
Comunicado de Prensa – La Via Campesina

(Bruselas, 2 de diciembre de 2009) La agricultura industrial es ‘el esqueleto en el armario’ de La Convención Marco de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático (UNFCCC). Si tenemos en cuenta la producción, el tratamiento de los productos y el transporte, toda la cadena alimentaria sería la responsable de casi la mitad de todas las emisiones de gases de efecto invernadero (1). No obstante, los negociadores no parecen estar dispuestos a reconocer el impacto que tienen los alimentos y el sistema agrícola actual, ni la necesidad apremiante de cambiar de manera radical las políticas en alimentación.

El movimiento campesino internacional La Via Campesina, que convoca a cientos de millones de pequeños agricultores y campesinos de todo el mundo, estará presente en Copenhague para reivindicar que la agricultura sostenible a pequeña escala es la solución para salir de la crisis en la que nos encontramos.

Ya es hora de re-localizar la producción de alimentos, de acabar con la hambrienta agricultura empresarial basada en el uso de combustibles fósiles, y de poner en marcha un sistema de soberanía alimentaria. Un movimiento de tal calibre provocaría una reducción del ½ hasta 2/3 partes de las emisiones globales actuales. Si esto se combinara con una fuerte reducción en el consumo sobre todo en los países industriales, se produciría una importante y efectiva reducción en contra de las falsas soluciones como el comercio del carbón y los arreglos técnicos presentados por medio de planes de agricultura industrial según se debate en la UNFCCC.

Una transformación así del mundo de la agricultura no sólo contribuiría enormemente a solucionar la crisis climática, sino que también proporcionaría alimentos sanos para todos y una calidad de vida básica para millones de mujeres y hombres.

Alrededor de 100 campesinas y campesinos de la Via Campesina de 30 países diferentes de África, Asia, Europa y América participarán en las movilizaciones, talleres, debates y protestas junto a diversos movimientos sociales del 10 al 18 de diciembre en Copenhague.

Actos importantes de la Via Campesina a destacar para los Medios de Comunicación:

*

10 de diciembre: Vigilia a la luz de las velas a las 6 de la tarde en at Gammeltorv - Nytorv (city center), en solidaridad con los campesinos víctimas del cambio climático, el comercio del carbón, los desalojos de tierras, REDD (Reducción de Emisiones de la Deforestación y Degradación), las semillas transgénicas y otras falsas soluciones para combatir el cambio climático.
*

11 de diciembre: Rueda de Prensa de 12:00 a 12:30 en Klimaforum: “Farmers mobilisations for a cool planet”
*

13 de diciembre: Acción y Rueda de Prensa a las 12:00 en frente del edificio Axelborg (Verstrobrogade/Axeltorv): “Industrial agriculture is frying the planet”
*

15 de diciembre: Rueda de Prensa a las 9:00 en Bella Center, Asger Jorn room, Hall H. “ Agriculture and Climate: the small scale farmers' solution”
*

15 de diciembre: Movilización masiva que comenzará en Havne Parken a las 12 del mediodía “Change the food system not climate!” (cerca de Harbour pool, Langebrd bridge)
(Confirmaremos los lugares de las acciones)

Para organizar entrevistas con campesinas y campesinos y más información:

(...)

O venga a vernos al stand de la Via Campesina en Klimaforum.

Para más información: www.viacampesina.org

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(1) http://viacampesina.net/downloads/PAPER5/EN/paper5-EN.pdf

La Vía Campesina es un movimiento internacional que reúne a millones de campesinos, pequeños productores, sin tierra, mujeres rurales y trabajadores agrícolas alrededor del mundo. Nuestro movimiento está conformado por 150 organizaciones miembros activas en 70 países en Asia, Africa, Europa y las Américas.
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Reproduzido por Jacob (J.) Lumier



quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Divergence on Article 21 of the Universal Declaration of Human Rights - Sociologists without borders - Think Tank


Divergence on Article 21 of the Universal Declaration of Human Rights - Sociologists without borders - Think Tank

Reproduzo abaixo o texto do PARECER sobre o Direito de Voto reconhecido no Article 21 of the Universal Declaration of Human Rights e publicado na Web de Sociologists Without Borders Think Tank, conforme link acima.


Creative Commons License
Divergence on Article 21 of the Universal Declaration of Human Rights - Sociologists without borders - Think Tank by Jacob (J.) Lumier is licensed under a Creative Commons Reconocimiento-No comercial-Sin obras derivadas 3.0 Estados Unidos License.
Based on a work at openfsm.net.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://www.leiturasjlumierautor.pro.br/sociologia.htm.


Declared divergence in the Spanish version for Article 21 of the Universal Declaration of Human Rights.

(I) – There is a very clear discrepancy in item 3. It is perceptible that the Spanish version fragment is intercalated. The formula "...equivalent free voting procedures" ipisis literis mentions "... equivalentes procedimientos de votación libre" and not "...otro procedimiento equivalente que garantice la libertad del voto".

(II) – The original formula "...equivalent free voting procedures" ["... equivalentes procedimientos de votación libre"] considers as its object the act of voting in all its implications and predetermines the voting process protected against all threats to the elector-voter. Together with the proposal of (a) preserving the vote capability/ideal and protecting the choice against any constraint, the ...equivalent free voting procedures" ["... equivalentes procedimientos de votación libre"] (b) exclude all constriction able to force elector with penalties, and, therefore, (b1) repel any try of making previous judgment about the exercise of human freedom within the act of voting; (b2) reintegrate the electorate in the commitment of sustaining a democratic regimen.

(III) – (a) By only contemplating the assurance for "la libertad del voto", the Spanish version restricts the object to the exercise of choice, by proceeding like this, it discrepates from the original form by keeping itself discrete facing the non obligatory or facultative vote and its defense. (b) by preceding "free voting procedures" ["procedimientos de votación libre"] the original formula goes far beyond and, besides protecting in the same rank the assurance for the exercise of choice, it sustains the freedom in the act of voting and, therefore, contemplates the non obligatory or facultative vote and its defense.

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Texts
On December 10, 1948 the General Assembly of the United Nations adopted and proclaimed the Universal Declaration of Human Rights the full text of which appears in the following pages. Following this historic act the Assembly called upon all Member countries to publicize the text of the Declaration and "to cause it to be disseminated, displayed, read and expounded principally in schools and other educational institutions, without distinction based on the political status of countries or territories."

Article 21
(1) Everyone has the right to take part in the government of his country, directly or through freely chosen representatives.
(2) Everyone has the right of equal access to public service in his country.
(3) The will of the people shall be the basis of the authority of government; this will shall be expressed in periodic and genuine elections which shall be by universal and equal suffrage and shall be held by secret vote or by equivalent free voting procedures.
Link: http://www.un.org/en/documents/udhr/

Versão em Espanhol
Artículo 21.
1. Toda persona tiene derecho a participar en el gobierno de su país, directamente o por medio de representantes libremente escogidos.
2. Toda persona tiene el derecho de accceso, en condiciones de igualdad, a las funciones públicas de su país.
3. La voluntad del pueblo es la base de la autoridad del poder público; esta voluntad se expresará mediante elecciones auténticas que habrán de celebrarse periódicamente, por sufragio universal e igual y por voto secreto u otro procedimiento equivalente que garantice la libertad del voto.
Link: http://www.un.org/es/documents/udhr/

Anotações elaboradas em língua portuguesa desde Rio de Janeiro, em 09 de Agosto 2009
Por Jacob (J.) Lumier
Sociólogo
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Anexo
Redação original em Português (corrigida).

Divergência constatada na versão em língua espanhola para o Article 21 da Universal Declaration of Human Rights.
(I) - Há notada discrepância no item 3. É nítida a interpolação na versão espanhola para "...equivalent free voting procedures". Esta fórmula "...equivalent free voting procedures" ipisis literis menciona "...[equivalentes] procedimientos de votación libre" e não "...otro procedimiento [equivalente] que garantice la libertad del voto", tal como consta no texto da versão em Espanhol.
(II) - A fórmula original "...equivalent free voting procedures" tem por objeto o ato de votar em todas as suas implicações e preconiza a votação protegida contra toda a ameaça ao eleitor-votante. Juntamente com o propósito de (a) preservar a idoneidade do voto e proteger a escolha contra qualquer constrangimento, os "...equivalent free voting procedures" ["...equivalentes procedimientos de votación libre"] (b) excluem toda a constrição capaz de forçar o eleitor com sanções, e desta forma (b1) repelem toda a tentativa de ajuizar previamente a liberdade humana em exercício no ato de votar; (b2) reintegram o eleitorado no compromisso com a sustentação de um regime democrático.
(III) - (a) Ao contemplar unicamente as garantias para "la libertad del voto", a versão espanhola restringe o objeto ao exercício da escolha, assim procedendo discrepa da fórmula original na medida em que mantém-se discreta perante o voto não-obrigatório ou facultativo e sua defesa. (b) Ao preceituar "free voting procedures" ["procedimientos de votación libre"] a fórmula original vai mais longe e, ademais de proteger igualmente as garantias para o exercício da escolha, sustenta a liberdade no ato de votar e desta forma contempla o voto não-obrigatório ou facultativo e sua defesa.


Edição em pdf
Declared divergence in the Spanish version for Article 21 of the Universal Declaration of Human Rights

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Discurso Histórico de Obama em 1º de Dezembro 2009

Discurso de Obama sobre su estrategia en Afganistán

Declaraciones del presidente de Estados Unidos en el Eisenhower Hall Theatre, en la Academia Militar estadounidense en West Point


ELPAIS.com - Internacional - 02-12-2009

Barack Obama, presidente de Estados Unidos: Buenas noches. Al Cuerpo de Cadetes de Estados Unidos, a los hombres y mujeres de nuestras fuerzas armadas y a mis compatriotas, me dirijo a ustedes esta noche para hablar acerca de nuestros esfuerzos en Afganistán, la naturaleza de nuestro compromiso allá, el alcance de nuestros intereses y la estrategia que mi gobierno pondrá en marcha para llevar esta guerra a su fin. Es un honor extraordinario para mí hacerlo aquí, en West Point, donde tantos hombres y mujeres se han preparado para proteger nuestra seguridad y representar lo mejor de nuestro país.

Para hablar sobre esos temas importantes, en primer lugar, es importante recordar por qué Estados Unidos y nuestros aliados se vieron obligados a luchar en Afganistán. No buscamos esta guerra. El 11 de septiembre de 2001, 19 hombres secuestraron cuatro aviones y los utilizaron para asesinar a casi 3.000 personas. Atacaron nuestros centros militares y económicos. Arrebataron la vida de hombres, mujeres y niños inocentes sin importarles su credo, raza o condición. Si no hubiera sido por los actos heroicos de los pasajeros a bordo de uno de esos aviones, pudieron haber atacado uno de los grandes símbolos de nuestra democracia en Washington y asesinado a muchos más.


Como sabemos, esos hombres pertenecían a Al Qaeda, un grupo de extremistas que ha distorsionado y profanado el Islam, una de las grandes religiones del mundo, para justificar la matanza de inocentes. La base de operaciones de Al Qaeda estaba en Afganistán, donde eran protegidos por los Talibán, un movimiento radical, represivo e inmisericorde que tomó el control del país después de que fuera arrasado por años de ocupación soviética y guerra civil, y después de que la atención de Estados Unidos y de nuestros aliados se dirigía hacia otros asuntos.

A pocos días del 11 de septiembre, el Congreso autorizó el uso de la fuerza contra Al Qaeda y aquellos que los protegieran, una autorización que sigue vigente hasta el día de hoy. La votación en el Senado fue de 98 a 0. La votación en la Cámara de Representantes fue de 420 a 1. Por primera vez en la historia, la Organización del Tratado del Atlántico Norte invocó el Artículo 5, el compromiso que estipula que el ataque contra un miembro es un ataque contra todos. Y el Consejo de Seguridad de Naciones Unidas respaldó el uso de las medidas necesarias para responder a los ataques del 11 de septiembre. Estados Unidos, nuestros aliados y el mundo actuaron al unísono para destruir la red terrorista de Al Qaeda y proteger nuestra seguridad común.

Bajo la bandera de esta unidad nacional y legitimidad internacional, y sólo después de que el régimen Talibán rehusara entregar a Osama bin Laden, enviamos a nuestras tropas a Afganistán. En cuestión de meses, Al Qaeda estaba desarticulada, y muchos de sus efectivos habían muerto. El régimen Talibán fue depuesto del poder y forzado a retirarse. Un lugar que durante décadas sólo había conocido el temor ahora tenía razón para albergar la esperanza. En una conferencia organizada por la ONU, se estableció un gobierno provisional encabezado bajo el Presidente Hamid Karzai. Y se estableció una Fuerza de Ayuda para Seguridad Internacional (International Security Assistance Force) con el fin de ayudar a llevar una paz duradera a este país devastado por la guerra.

Luego, a principios del 2003, se tomó la decisión de librar una segunda guerra en Irak. El difícil debate sobre Irak es bien conocido y no necesitamos repetirlo aquí. Basta decir que durante los seis años siguientes, la guerra de Irak absorbió la mayor parte de nuestras tropas, nuestros recursos, nuestra diplomacia y la atención de nuestro país, y que la decisión de entrar en Irak causó divisiones considerables entre Estados Unidos y gran parte del mundo.

Hoy, tras un costo exorbitante, estamos llevando a su fin, de manera responsable, la guerra en Irak. Las brigadas de combate retornarán de Irak a fines del verano próximo y todas nuestras tropas estarán de regreso a fines del 2011. El que estemos logrando esto es evidencia del carácter de los hombres y mujeres de uniforme. Gracias a su valor, determinación y perseverancia, les hemos dado a los iraquíes la oportunidad de forjar su futuro y estamos teniendo éxito en dejarle Irak al pueblo iraquí.

Pero, aunque hemos logrado difíciles avances en Irak, la situación en Afganistán se ha deteriorado. Después de escapar a Pakistán cruzando la frontera en el 2001 y 2002, los líderes de Al Qaeda establecieron un refugio allí. Aunque el pueblo afgano eligió un gobierno legítimo, éste se ha visto aquejado por la corrupción, el narcotráfico, el subdesarrollo de la economía e insuficientes Fuerzas de Seguridad.

En los últimos años, los talibanes y Al Qaeda han hecho causa común, pues ambos procuran derrocar al gobierno afgano. Gradualmente, los talibanes han empezado a controlar varias franjas adicionales de territorio en Afganistán, a la vez que realizan ataques terroristas cada vez más destructivos y atrevidos contra el pueblo paquistaní.

Ahora, durante todo este tiempo, los niveles de tropas en Afganistán fueron una fracción de las de Irak. Cuando asumí la presidencia, teníamos poco más de 32.000 estadounidenses prestando servicios en Afganistán, en comparación con 160.000 en Irak en el punto máximo de la guerra. Los comandantes en Afganistán solicitaron repetidas veces apoyo para contrarrestar el resurgimiento de los talibanes, pero esos refuerzos nunca llegaron. Y por eso, poco después de asumir la presidencia, aprobé una solicitud de tropas adicionales que llevaba pendiente hacía mucho. Después de consultar con nuestros aliados, anuncié luego una estrategia que reconocía la intrínseca conexión de nuestros esfuerzos bélicos en Afganistán y los refugios para extremistas en Pakistán. Establecí el objetivo que se definió específicamente como desbaratar, desmantelar y derrotar a Al Qaeda y a sus aliados extremistas, y prometí coordinar mejor nuestros esfuerzos civiles y militares.

Desde entonces, hemos alcanzado logros en varios objetivos importantes. Líderes extremistas de alto rango de Al Qaeda y de los talibanes han sido eliminados, y hemos aumentado la presión sobre Al Qaeda en todo el mundo. En Pakistán, el Ejército de ese país ha entablado la mayor ofensiva en años. En Afganistán, nosotros y nuestros aliados evitamos que los talibanes impidieran las elecciones presidenciales, y ese proceso electoral, aunque empañado por el fraude, produjo un gobierno conforme a las leyes y constitución de Afganistán.

Sin embargo, quedan enormes desafíos. No hemos perdido Afganistán, pero durante años, ha retrocedido. No hay amenaza inminente de que el gobierno sea depuesto, pero los talibanes han ganado impulso. Al Qaeda no ha resurgido en Afganistán con los mismos números que antes del 11 de septiembre, pero conserva sus refugios a lo largo de la frontera. Y nuestras tropas carecen del pleno respaldo que necesitan para capacitar eficazmente y aliarse con las Fuerzas de Seguridad de Afganistán con el fin de proteger mejor a la población. Nuestro nuevo comandante en Afganistán, el general McChrystal, ha informado que las condiciones de seguridad son peores de lo que anticipaba. En resumen: el status quo es insostenible.

Como cadetes, ustedes se ofrecieron voluntariamente para prestar servicios durante estos tiempos de peligro. Algunos de ustedes lucharon en Afganistán. Algunos de ustedes serán desplegados allá. Como su Comandante en Jefe, mi deber para con ustedes es una misión claramente definida y merecedora de sus servicios. Y es por eso, después de que terminaron las elecciones afganas, insistí en un análisis meticuloso de nuestra estrategia. Ahora, permítanme ser claro: nunca hubo ante mí una opción que solicitara envío de tropas antes del 2010, de modo que no ha habido demoras ni se rechazaron recursos necesarios para las operaciones de guerra durante este periodo de análisis. Al contrario, este análisis me permitió hacer las preguntas difíciles y explorar todas las diferentes opciones junto con mi equipo de seguridad nacional, nuestros líderes civiles y militares en Afganistán, y con nuestros principales aliados. Y considerando lo que está en juego, era lo menos que debía hacer por el pueblo estadounidense y por nuestras tropas.

El análisis ya se realizó. Y como Comandante en Jefe, he decidido que es vital para nuestros intereses nacionales el envío de 30.000 soldados estadounidenses adicionales a Afganistán. Después de 18 meses, nuestras tropas empezarán a regresar a casa. Éstos son los recursos que necesitamos para retomar la iniciativa, a la vez que ampliamos la capacidad de Afganistán para poder permitir una transición responsable de nuestras tropas y salir de Afganistán.

Leia a continuação aqui.

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