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domingo, 28 de setembro de 2008

O Saber como Controle Social


Em sociologia, é básico que nenhuma comunicação pode ter lugar sem o psiquismo coletivo (as consciências são intercomunicadas), em conseqüência, sendo todo o conhecimento comunicável (pelos mais diversos simbolismos sociais, incluindo as linguagens humanas), a existência dos conhecimentos coletivos e suas hierarquias ou sistemas é igualmente preponderante em sociologia.

Estudam-se os sistemas cognitivos a partir dos tipos de sociedades globais decompondo-os segundo as classes do conhecimento que, por sua vez, podem ser (a) – mais profundamente implicados na realidade social – o conhecimento perceptivo do mundo exterior, o conhecimento de outro e o conhecimento de senso comum, estudados nesta seqüência; (b) – menos espontaneamente ligadas aos quadros sociais ou cuja ligação funcional requer o diálogo e o debate: como é o caso para o conhecimento técnico, o conhecimento político, o conhecimento científico e o conhecimento filosófico.

O conhecimento perceptivo do mundo exterior é privilegiado e dá conta das perspectivas recíprocas sem as quais não há funções estritamente sociais, enquanto os demais conhecimentos já são classes de conhecimento particular, já são funções correlacionadas dos quadros sociais e pressupõem aquele conhecimento perceptivo do mundo exterior.

Onde se verifiquem as classes do conhecimento mais profundamente implicadas na realidade social (o conhecimento perceptivo do mundo exterior, o conhecimento de outro e o conhecimento de senso comum) descobre-se a simples manifestação dos temas coletivos – os Nós, os grupos, as classes sociais, as sociedades.

Daí o saber como controle ou regulamentação social, ou seja: o conhecimento aparece como obstáculo ao avanço real desses temas de que tomamos consciência, é constringente como aquilo que suscita os esforços e faz participar no real, levando desse modo à configuração da funcionalidade dos quadros sociais como reciprocidade de perspectivas, aos quais são essas classes de conhecimento as mais espontaneamente ligadas.

Assim, por exemplo, quando formulamos em palavras o conhecimento de um Nós do qual tomamos consciência como tema coletivo (que apreendemos ou vivenciamos e percebemos antes de formular o conhecimento), verificamos neste caso um obstáculo ao avanço real dessa experiência humana vivida, obstáculo surgido por força da objetivação pela linguagem conceitual.

Tal é um exemplo do saber como fato social assinalado em termos didáticos, sendo a este aspecto da condição humana que o sociólogo chama regulamentação ou controle social pelo saber, acentuando a eficácia do conhecimento na realidade social.

Em realismo sociológico não se corre o risco de cair no preconceito do “culturalismo abstrato" que, olvidando as censuras sociais como elemento de regulamentação presente em princípio nas obras de civilização, atribui ao conhecimento (e a todas as obras de civilização em geral) uma independência e uma ineficácia muito maior do que as mesmas têm efetivamente na engrenagem complexa e constringente da realidade social.

Quer dizer, é improcedente a objeção de que os conhecimentos e a mentalidade coletiva que lhes serve de base só poderiam vincular-se às sociedades globais e às classes sociais.

Essa objeção assenta no pressuposto dogmático de que tais quadros sociais operariam sobre o saber que corresponde às manifestações da sociabilidade, e o fariam como uma força tal que modificariam completamente as tendências cognitivas dos grupos e das manifestações da sociabilidade como quadros sociais [1].

Sem dúvida, a orientação do realismo sociológico contrário ao “culturalismo abstrato” com ascendência em Max Weber, não exclui o cotejo dos sistemas de conhecimento com as sociedades globais. Pelo contrário, como vimos, trata-se de um cotejo imprescindível para que tenha relevo o estudo das relações entre os grupos particulares e o saber, embora seja admitido, junto desse estudo, como igualmente indispensável, o estudo das manifestações da sociabilidade como quadros sociais do conhecimento – a “microssociologia” do conhecimento, segundo a classificação de Gurvitch [2]·.

Enfim, para o sociólogo importa que idéias tão abstratas como as de tempo e de espaço estão a cada momento da sua história em relação íntima com a estrutura social correspondente. Da mesma maneira, se aprende com Durkheim que as categorias lógicas são sociais em segundo grau… não só a sociedade as institui, mas constituem aspectos diferentes do ser social que lhes servem de conteúdo… O ritmo da vida social é que se encontra na base da categoria do tempo; é o espaço ocupado pela sociedade que forneceu a matéria da categoria do espaço; foi a força coletiva que criou o protótipo do conceito de força eficaz, o elemento essencial da categoria de causalidade… O conceito de totalidade é, afinal, a forma abstrata do conceito de sociedade [3]

***


[1] Gurvitch, Georges (1894-1965): “Los Marcos Sociales Del Conocimiento”, Trad. Mário Giacchino, Monte Avila, Caracas, 1969, 289 pp. (1ªedição em Francês: Paris, Puf, 1966). Pág.23.

[2] Ibidem, págs.55 sq.

[3] Ver (Gurvitch, Georges (1894-1965): “Problemas de Sociologia do Conhecimento”, In Gurvitch (Ed.) et Al. ”Tratado de Sociologia - Vol.2”, Trad: Ma. José Marinho, Revisão: Alberto Ferreira, Iniciativas Editoriais, Porto 1968, págs.145 a 189 (1ªedição Em Francês: PUF, Paris, 1960).

sexta-feira, 25 de julho de 2008

MICROSSOCIOLOGIA, CONHECIMENTO E LITERATURA.



Sem dúvida, a orientação do realismo relativista sociológico contrário ao “culturalismo abstrato” inspirado em Max Weber, que ronda a análise sociológica genética das estruturas de sociedades históricas, não exclui a confrontação dos sistemas de conhecimento com as sociedades globais.

Pelo contrário, tida um cotejo imprescindível para que tenha relevo (a) - o estudo das relações entre os grupos particulares e o saber, (b) - o estudo das manifestações da sociabilidade como quadros sociais do conhecimento – a “microssociologia” do conhecimento, segundo a classificação de Gurvitch .

Na orientação do realismo relativista sociológico, tem-se a compreensão epistemológica de que “a totalidade, ou melhor, a totalização”, como formação da preeminência do todo (complexo de significações), como formação social se manifesta igualmente em escala microssociológica nos diferentes Nós, tanto quanto “nos grupos, nas classes e nas sociedades”, a par de manifestar-se nos “Eu” participantes.

Como se sabe, cada ‘Euparticipa inevitavelmente dos conjuntos sociais mais diversos que lhe dão aos seus membros os critérios para chegar a uma integração relativa e variada das tendências contrárias ou complementares próprias de toda a pessoa humana e que esta participação corresponde ao problema do ”homem total”, tão diferentemente interpretado por MARX – que o projeta para o porvir – e por MAUSS – que o rechaça para o passado mais longínquo, o das sociedades arcaicas.

Esta constatação dos âmbitos da totalização torna imprescindível a microssociologia do conhecimento, havendo uma dialética complexa entre esta última, o âmbito parcial e o global: ou seja, “as manifestações da sociabilidade, os grupos, as classes sociais, mudam de caráter em função das sociedades globais em que estão integrados; inversamente, as sociedades globais se modificam de cima a baixo sob a influência da mudança de hierarquia e de orientação das primeiras”.

Assim, as manifestações da sociabilidade como fenômenos de mudança social, se encontram “em diferentes graus de atualidade e virtualidade para combaterem-se, complementarem-se ou combinarem-se em cada unidade coletiva real”; são “os fenômenos sociais totais de caráter flutuante ou instável, freqüentemente espontâneos ou anestruturais”, mas que são “utilizados” pelos grupos em seus processus de estruturação”.

Quer dizer, tais manifestações compreendem a Massa, a Comunidade, a Comunhão: “os três graus de fusão ou participação nos diferentes e internamente diferenciados Nós, fusão esta que “não é somente a tomada de consciência da unidade relativa do Nós, mas é também “a de todo um mundo de significados”, sendo nesta tomada de consciência afirmado o grupo em formação. Aliás, Gurvitch assinala que o mundo de significados acessível à consciência por meio dos Nós seria inacessível de outra maneira, já que, do ponto de vista sociológico, as “relações com outrem” só alcançam as significações que reconduzem aos horizontes limitados de ‘sócios’ e reproduzem os juízos, as idéias, os símbolos do Nós em que têm sede e, por meio deste, os de um grupo, uma classe social, ou uma sociedade.

Essa compreensão do interesse estrutural da microssociologia do conhecimento torna-se mais relevante se tivermos em conta que a sociologia da literatura pode “servir de intermediária” entre a sociologia do conhecimento e a sociologia da arte e que a manifestação da comunidade ou da massa tem aí um importante papel.

Com efeito, apesar de seu dogmatismo notado por Goldmann, Georges Lukacs não pode evitar notar, ao estudar o romance histórico [‘Le Roman Historique’, tradução Robert Sailley, prefácio C-E. Magny, Paris, Payot, 1972, 407 pp. -1ªedição em Alemão: Berlim, Aufbau, 1956 - ver pp.261sq], que o atrativo dos assuntos históricos para Walter Scott foi o reconhecimento do fato que os problemas cuja importância na sociedade contemporânea ele observou, operaram no passado sob uma forma diferente, específica e que, por conseqüência, a história, como ‘pré-história objetiva do presente’, é alguma coisa que não é estranha ou incompreensível ao espírito humano.

Quer dizer, podemos notar na estética do romance um conhecimento filosófico como totalização no pensamento de uma experiência particular levando à representação de um juízo de valor positivo sobre o saber.

Mas não é tudo. Em outras passagens, se nota a manifestação da sociabilidade da massa na estética do drama, cujo caráter público assenta na ligação entre o homem e o povo: “o drama (o teatro) trata de destinos humanos, não há mesmo algum outro gênero literário que se concentre tão exclusivamente sobre os destinos dos seres humanos, em particular sobre os que resultam das relações antagônicas dos homens entre eles e somente destas, sobre as quais o drama coloca exclusivamente o acento. Por isso, os destinos humanos são concebidos e representados de uma maneira tão particular. Tais, eles dão uma expressão direta aos destinos gerais, os destinos de nações inteiras, de classes inteiras, até mesmo de épocas inteiras. A alta generalização da importância dos seres humanos é ligada inseparavelmente ao efeito direto sobre a massa”.

Segundo Lukacs, Goethe teria formulado essa relação com bastante precisão nos seguintes termos: “... para ser exa-to, nada é mais teatral do que aquilo que aparece ao mesmo tempo simbólico: uma ação importante que indica uma outra ainda mais importante”.

Nota-se, portanto, a insistência sobre a sociabilidade da massa como quadro social ou “tempo simbólico” do drama. O próprio drama é entendido como figuração de um conhecimento político, como o é aquele das “relações antagônicas dos homens entre eles”, acentuando ainda o caráter simbólico e racional desse conhecimento – por seu “efeito direto sobre a massa” (caráter simbólico) ao “relacionar os destinos humanos e o destino geral” da comunidade da nação (caráter racional).

Seja como for, do ponto de vista do realismo relativista sociológico tal como se desenvolve em Gurvitch podemos dizer que basta chegar à aceitação da existência de conhecimentos coletivos para que se transponha o umbral da sociologia do conhecimento – sem qualquer exigência de esoterismo intelectual para adentrar à disciplina, embora como já o notamos, haja obstáculos a ultrapassar para chegar ao umbral da mesma.

Tal simples aceitação daquela existência coletiva que aí está, na marcha dos temas coletivos reais, nos coloca imediatamente diante do fato do conhecimento com eficácia, em correlações funcionais, logo, traz a descoberta dos quadros sociais como intermediários entre os atos humanos e as obras de civilização ou, de modo especial, os quadros sociais como sedes da vinculação entre os conhecimentos e a mentalidade coletiva que lhes serve de base.

Simplificando, poderíamos até dizer que, desses quadros sociais, cada um de nós participa e todos Nós participamos à medida que tomamos consciência do “Eu” participante, pois exercendo a reflexão mediante o diálogo e o debate em torno dos temas coletivos reais já atualisamos de modo especial uma mentalidade coletiva, já nos encontramos em busca de colocar o conhecimento em perspectiva sociológica, já nos defrontámos com a questão do acordo ou desacordo do saber e do quadro social.

Artigo-postagem elaborado por Jacob (J.) Lumier

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quarta-feira, 28 de maio de 2008

SOCIOLOGIA, LITERATURA E FANTASIA: Os critérios do fato literário e as condições de uma sociologia da literatura.

O escritor é um fabulador: não diz a verdade e é sempre a verdade que ele diz... à sua maneira.

Sociologia, Literatura e Fantasia:

Os critérios do fato literário e as condições de uma sociologia da literatura.

Comentários de leituras porJacob (J.) Lumier

As dificuldades antepostas a uma sociologia da literatura ligam-se à orientação intelectual do chamado espírito burguês afirmando a independência total da cultura e da arte em relação às formas sociais, de tal sorte que a interpretação da arte não estaria contida na vida social. Daí surge o obstáculo da interdição pela sociedade.

O receio de um efeito literalmente ameaçador da ordem torna o fato literário negado na sua significação, combatido como pura fantasia. Distingue-se uma espécie de respeito ao fato literário envolvendo-o em certo mistério.

Desta atitude provêm duas representações desfavoráveis à sociologia da literatura, seguintes: (a) – uma, a chamada teoria do gênio, que interpreta a figura do autor em termos do inexplicável e inesperado no concerto das paixões e dos pensamentos humanos; (b) – outra, referida à elaboração da obra, é a teoria romântica da inspiração, do mistério da criação, etc. Além disso, o espírito burguês pode levar os escritores a não gostarem de se ver integrados pela sociologia [1].

Podem-se observar algumas tentativas de pesquisa que, não obstante o pensamento objetivo, pouco favoreceram a sociologia da literatura. Umas porque mantiveram a opacidade intocável do fato literário; outras porque acentuaram a sua redução. No primeiro caso, resume-se a tentativa mais conhecida que foi a de TAINE, incluindo os seus colaboradores. No segundo caso, nota-se a tentativa marxista e a psicanalítica.

Comenta-se que TAINE esperava fundamentar uma ciência positivista e determinista da literatura tomando como motivos de explicação (a) – a descoberta em cada escritor de uma faculdade mestra; (b) – a gênese dessa faculdade mestra a partir das suas três famosas condições: a raça, o meio e o momento. O dogmatismo de TAINE é flagrante na analogia com as ciências naturais. No prefácio de sua obra “La Fontaine et ses Fables”, o ponto de vista naturalista vem a ser aplicado ao homem, tomando-o como um animal de espécie superior que produz as filosofias e os poemas pouco mais ou menos como os bichos da seda tecem os seus casulos e as abelhas elaboram os favos [2].

Quanto aos seus continuadores, se repele o simplismo na aplicação do dogmatismo de TAINE, questionando-se, sobretudo a abordagem analítica redutiva na qual a obra literária, tida como mistério inefável e impenetrável, vem a ser reportada a um fator mais ou menos arbitrariamente escolhido.

Em relação à tentativa marxista, por sua vez, se lhe reconhece o mérito sociológico de empreender a inter-relação do espírito e das suas produções com os quadros sociais. O primeiro critério de análise marxista da obra literária é a fidelidade à realidade social. Nada obstante, a tentativa marxista de reduzir a literatura a um fato de conhecimento mediante a tipologia das visões de mundo atribuída a Georges Lukacs, é censurada por ameaçar a especificidade do fato literário. Ao traçar um método comum a todas as obras de pensamento tornou-se inevitável por conseqüência desprezar o que distingue precisamente o fato literário dos outros fatos [3] .

Censura idêntica se aplica à tentativa psicanalítica, em cuja abordagem necessariamente se tem de partir sempre de uma redução implicando uma negação da especificidade. Por contra, as condições de uma sociologia da literatura implicam a distinção entre fato literário e fato de conhecimento.

·
O problema das relações com a sociologia do conhecimento

Com efeito, já observamos que o fato literário é para uma sociedade um modo de ela tomar consciência de si própria. Daí advem o tabu que acentua exatamente a especificidade do fato literário e faz reconhecer no mesmo um fato de valor não confundível com as suas condições genéticas nem com as suas condições de sobrevivência, nem tampouco com as intenções do seu criador, nem enfim com as suas repercussões psicossociais.

Aquilo que há na obra literária pelo qual se chega à afirmação de que a literatura satisfaz certa necessidade cultural não utilitária, ou seja: o valor literário, é inicialmente o elemento que difere um livro de poemas ou um romance de um jornal. Sem dúvida, o qualificativo e o valor que ocorrem imediatamente aos leitores, pelo que eles identificam o fato literário, não é o mesmo para todos os públicos.

A identificação do fato literário seja como romance ou poema ou ensaio se define também socialmente e não apenas pelo método, sem que isto impeça tomar-se o valor literário como ponto de partida da pesquisa sociológica. Tanto é assim que, para Albert MEMMI, a tarefa específica dessa pesquisa é a sociologia do fato literário, que este autor qualifica como uma sociologia privilegiada diante do objeto impresso. No seu dizer, trata-se da sociologia do que é adequado ao fato literário, do que neste não coincide com outra coisa, não coincide com o escrito como mercadoria, como produto de transformação, etc.[4]

Na busca dessa adequação é que se aprofunda o problema das relações com a sociologia do conhecimento chegando-se aos seguintes resultados: (a) – se um fato literário pode nos ensinar certas coisas e se a literatura é por isso uma das técnicas de comunicação social, o sociólogo deve precaver-se, entretanto de que é sempre possível uma distorção dos fatos: as informações dadas pelos escritores não atendem à finalidade de uma enquête.

Quer dizer, (b) – embora possa admitir-se que o autor tenha a intenção de ensinar-nos certas coisas, as intenções do autor de obra literária são evasivas ou mudam de rumo no decurso da atividade. O que diz é quase tão importante quanto a forma de dizê-lo, forma esta que por sua vez influi sobre o conteúdo do discurso acabando por transformá-lo.

O escritor é um fabulador: não diz a verdade e é sempre a verdade que ele diz... à sua maneira. A distorção é sempre possível, seja em conseqüência de uma reconstrução imaginativa, por razões de forma ou simplesmente por ardil (ditado por razões sociais).

A finalidade de uma obra literária não é a mesma de um documento , nada obstante admite-se possível interpretar as informações dadas pelos escritores considerada a finalidade estética da obra literária, na qual não se trata de representar a realidade social - para o que os jornais da época seriam superiores a todos os romances do mesmo período.

·
A importância de Goethe ou de Shakespeare não provém de sua filosofia, mas de terem criado um objeto novo que é o objeto literário.

Desde o ponto de vista da finalidade literária e em face dos esforços de interpretação, o fato literário não pode ser reduzido a significações sociais nem a significações psicológicas para compreender, ajuizar e classificar as obras.

A significação considerada como atributo de uma visão de mundo mais ou menos coerente (uma weltanschaung) levaria a que os escritores surgiriam com espantosa insignificância ao lado dos pensadores: que seria um Rousseau ao lado de Kant? Gide comparado a Nietzsche? Por contra, as noções de objeto literário e eficácia estética levam a repensar em outro modo a significação aplicada ao fato literário: a importância de Goethe ou de Shakespeare não provem da sua filosofia, mas de terem criado um objeto novo que é o objeto literário.

Nesse objeto se encontram dotadas da máxima eficácia estética certo número de idéias (uma visão de mundo), mas também certo número de emoções. Se, favorecendo a especificidade do fato literário como configuração de valor, admitirmos que a eficácia está mais próxima da afetividade do que da idéia teríamos confirmada a constatação de que algumas idéias afetivamente muito significativas podem ser infinitamente mais eficazes do que uma weltanschaung.

Nesta perspectiva sobressai que a sociologia da literatura deve ser também uma sociologia da fantasia, de sorte que, ao se orientar para a apreensão do desejado em literatura, assume um ponto de vista interior ao fato literário, trazendo para o campo da sociologia as significações que a própria fantasia comporta ou elucida.

Antes de nos ensinar coisas, tais significações são aquelas de que nos ocupamos: a fantasia elucida de maneira tão indireta e tão variada que todos os achados, disfarces, fugas, subterfúgios estranhos devem ocupar-nos pelo menos tanto quanto podem ensinar-nos.

Albert Memmi sustenta que uma sociologie du voeu [5] implica e ultrapassa a noção de consciência possível aplicada na sociologia da literatura por Lucien Goldmann, entendida como noção que dá conta das aspirações tendenciais. Portanto, sendo um fato de valor, o objeto literário deve ser examinado como composto não somente de um elemento de significação, mas de jubilo, de relação com o criador, de relação com os leitores, etc.


Palavras chaves: fantasia / visão de mundo / fato de valor / eficácia estética /

/ objeto literário.

Categorias: Comunicação social / Sociologia / Literatura / Pesquisa / Conhecimento.

©2007 Jacob (J.) Lumier



[1] Ver o Artigo de Albert MEMMI intitulado “Problemas de Sociologia da Literatura”, publicado como colaboração no Tratado de Sociologia-Vol. 2, dirigido por Georges Gurvitch., Porto, Iniciativas editoriais 1968 (1ªedição em Francês: Paris, PUF,1960).

[2] Apud Albert Memmi, op.cit.

[3] Ibid. ibidem.

[4] Albert Memmi, op. cit.

[5] Voeu = aspiração como prece; desejo; engajamento como promessa ou juramento.


Este artigo é extraído do e-book de Jacob (J.) Lumier
“A SOCIOLOGIA DO ROMANCE À LUZ DA COMUNICAÇÃO SOCIAL”
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quarta-feira, 23 de abril de 2008

O TEMA DO IMPACTO DA CIBERNÉTICA NA SOCIEDADE: Da especialização e do automatismo ao animal abstrato.


Sobre o tema do impacto da ciência e da tecnologia na sociedade cabe notar a análise crítico-filosófica pioneira desenvolvida por Henri LEFÉBVRE a respeito do automatismo em seu livro dos anos de 1960, intitulado “Metafilosofia” (cf. LEFÉBVRE, 1967, capítulo 5: “Mimesis e Praxis”, pp.246 a 264)i , na qual esse autor, pressentindo a trilha de uma sociologia do conhecimento filosófico, examina a aproximação da filosofia existencial e fenomenológica de HEIDEGGER com a teoria social.

LEFÉBVRE dá livre curso a uma reflexão com base sociológica em torno ao problema da relação entre a lógica e a dialética como complexo de cultura na sociedade industrial. Por um lado, toma essa relação como se resolvendo na praxis e levando à superação da “teoria do conhecimento” legada do século XVIII (projeção da concepção de um EU genérico, idêntico em todos tirado de Rousseau e de Kant). Por outro lado, desenvolve o que chamou “teoria geral das estabilidades” (ib.pp.254sq) para apreciar neste quadro a proposição heideggeriana sobre a ciência, incluindo a Cibernética, entendida esta por sua vez como “teoria do real” e “teoria da praxis operativa” (praxeologia), configurando uma proposição de constatação do desenvolvimento do mundo da produção.

Em outras palavras, toma-se a ciência moderna e seus gigantescos dispositivos técnicos planetários como “realização teórica”. Podemos ver um proceder que: (a) - relaciona a praxeologia tomada como constatação do desenvolvimento com a situação de que, nas sociedades dividas em classes, as representações ou manifestações da vida mental -- conceituações, simbolizações, projeções -- sofrem os efeitos de uma causalidade singular designada “lei tendencial da polarização”, que as aproxima ou as afasta do conteúdo (real) (ib.p.259); (b) - busca com essa aplicação sociológica explicar a ocorrência da constatada “realização teórica”, na qual (b1) - pelo imperativo de coerência do processo de realização, se inscreve, portanto, a supressão da cisão entre a representação e o real, supressão esta que, no plano da filosofia, atinge a própria (antiga) “Teoria do Conhecimento” (notadamente, as correntes intelectuais do neokantismo), já que (b2)-aquela cisão agora suprimida, mas afirmada nesse suprimir-se como aspecto da separação entre ser e conhecer, era posta no pensamento filosófico pelo “entendimento analítico”, não sendo do âmbito da “razão dialética”. Desse modo, verifica-se, então, no momento lógico-filosófico subseqüente, como efeito da observada “lei tendencial da polarização" de tal modo aplicada, uma configuração particular em que as representações e a praxis reduzem o conteúdo, reduzem a vida humana (real) a uma vida abstrata (cf.ib.pp.259/260).

Para LEFÉBVRE, citando o “jovem” Marx e referindo Hegel, à tal configuração particular redutiva deve ser associada por sua vez a especialização, compreendendo nela e por meio dela a abstração e a cisão da atividade (não chega ao reconhecimento de si), que o homem toma por realidade e por coisa em que absorver sua consciência, em “uma somente aparente realização de si mesmo”.

Neste ponto, com base na dicotomia sociológica do nível organizado de realidade social por um lado, e por outro lado do fluxo espontâneo da vida coletiva, desdobra-se o argumento do autômato, seguinte: (a)-ao se limitar pelo gosto da especialização na cisão da atividade, o homem (Faber) se situa ele próprio no “reino animal do espírito”, ao qual igualmente se restringe -- noção esta tirada de “A Fenomenologia do Espíritoii surge, então, a figura do “animal abstrato”, designando o homem como animal sem vida espontânea, privado dos impulsos vitais característicos; (c)-figura esta cujo surgimento corresponde na leitura da obra de MARX a um paralelo com a teoria do “objeto abstrato”, compreendendo a mercadoria e o dinheiro, “que alienam e reificam a atividade cindida”, (d)-sendo que LEFÉBVRE entrevê nessa teoria, por sua vez, a fórmula privilegiada da própria teoria da realização teórica, tida esta inicialmente como originalidade da proposição heideggeriana, mas que, por via do paralelo assinalado, vem a ter sua verdadeira fonte revelada.

Entretanto, ao contrário do que poderia parecer, com o autômato assim surgido e figurado na realização teórica, o conhecimento não fica, todavia sem fundamento. É que o objeto técnico lhe assegura a objetividade. Quer dizer: o conhecimento realiza-se no âmbito da prática como a praxis técnica. Então, o problema de restabelecer o laço entre o sujeito e o objeto desaparece, “porque se resolve na prática científica, onde, por sua vez, cresce de importância a noção metodológica de ‘simulação’.

Daí o autômato assume o conhecer (a ciência) como realização teórica. Suprime ao seu modo a cisão entre objeto e sujeito, entre o conhecer e o ser, entre o real e a representação. Tornado ato prático e realidade, o conhecimento não exige mais uma teoria distinta (filosófica ou neo-kantiana). O autômato (“robot” como complexo de significações) tende a captar e a incorporar a si mesmo a totalidade do conhecer e das representações, liberando assim o ser humano de sua parte objetiva, permitindo-lhe, no entanto, apoiar-se nessa consolidação.

Paródia fascinante do homem realizado, no dizer de LEFÉBVRE, o grande autômato, a ciência moderna e seus gigantescos dispositivos técnicos planetários, o animal abstrato em sua compreensão total e sua plena extensão, é o simulacro quase perfeito da totalidade apreendida, vivida, reconstruída: é realidade e aparência unificadas (ib.p.263).

LEFÉBVRE formula então a indagação crítica final em face da Cibernética como o grande autômato: “não será ao mesmo tempo, em plena simultaneidade sincronizada, a realização e a alienação?” Admitindo, em seguida, que essa indagação é o que permite a alguns dizer que o autômato as concilia, logo as suprime uma e outra como oposição e problema; e aos outros, essa indagação permite afirmar que o autômato leva o conflito ao paroxismo, e anuncia a grande superação.


NOTAS

i LEFÉBVRE, Henri : « Metafilosofia : Prolegômenos », Tradução e Introdução Rolando Corbusier, Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 1967, 399 pp. (1ªedição Em Francês : Paris, Ed. De Minuit, 1965).

ii HEGEL, G.W.F.: “La Phénoménologie de l´Espirit” – Tome I e Tome II, Paris, Aubier, 1939 (Tome I), 358 pp.; 1947 (Tome II), 359 pp.; Versão francesa por Jean Hyppolite tirada da Edição Lasson – J. Hoffmeister, W. II, 4º ed., 1937; título em Alemão: “Die Fhaenomenologie des Geistes”.Ver vol. I p.324; apud LEFÉBVRE, H: op.cit. p.260.

Da especialização e do automatismo ao animal abstrato.

Fragmento extraído do eBook

Leitura da Teoria de Comunicação Social desde o ponto de vista da Sociologia do Conhecimento
por
Jacob (J.) Lumier

Websitio Produção Leituras do Século XX – PLSV: Literatura Digital



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Rio de Janeiro, Setembro 2007

©2007 by Jacob (J.) Lumier

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domingo, 6 de abril de 2008

Textos sociológicos, políticos, literários, monográficos e críticos.


Motor de busca google para Textos sociológicos, políticos, literários, monográficos e críticos.
Oferece aprofundamento da busca por temas em ciências humanas e sociais e crítica da cultura,
e localiza autores e obras no website Classiques des Sciences Sociales, da Universidade de Québec, Canadá.


quinta-feira, 6 de março de 2008

IMAGEM DA MULHER NA UNIÃO EUROPÉIA.



Día Mujer.- España es líder de la UE en cuanto a mujeres en el Gobierno pero está a la cola en empresas y judicatura

Las mujeres españolas son las que tienen mayor esperanza de vida de la UE junto con las francesas (84 años)


BRUSELAS, 6 Mar. (EUROPA PRESS) -

España se encuentra entre los países líderes de la Unión Europea en cuanto a participación femenina en el Gobierno y en los parlamentos nacional y regionales, pero está a la cola de los Veintisiete por lo que se refiere al porcentaje de mujeres que acceden a puestos de poder en las grandes empresas y en la judicatura, según un informe hecho público hoy por la Comisión.

En España, el 36% de los parlamentarios son mujeres, un porcentaje que está muy por encima de la media comunitaria (24%) y que superan únicamente Suecia (47%), Finlandia (42%), Países Bajos (39%) y Dinamarca (37%). Por detrás de España están todos los grandes países de la UE como Alemania (32%), Reino Unido (19%) o Francia (18%). Los puestos más bajos de la clasificación los ocupan Eslovenia (12%), Hungría y Rumanía (11%) y Malta (9%).

En todo caso, la Comisión destaca que la media comunitaria de parlamentarias sigue estando muy por debajo del 30%, la llamada "masa crítica" para que las mujeres ejerzan una influencia significativa en materia de política. El Parlamento Europeo se sitúa justo por encima de dicha masa crítica (el 31% de sus miembros son mujeres).

En cuanto los Gobierno, la media de ministras en el conjunto de la UE se encuentra también en el 24%. En el caso de España, la cuota femenina en el Consejo de Ministros es muy superior (41%) y sólo está por detrás de Finlandia (60% de mujeres en el Gobierno) y Suecia (46%). En este caso, los farolillos rojos del ranking son Rumanía Grecia, Eslovaquia, Eslovenia y Portugal.

El informe de la Comisión, publicado con motivo de la celebración del Día Internacional de la Mujer el próximo 8 de marzo, pone de relieve que la representación femenina es muy escasa en los puestos de responsabilidad del sector económico. En los consejos de administración de las grandes empresas sólo poco más del 10% de los miembros son mujeres de media en la UE, una cifra que apenas ha mejorado en los últimos años.

España está a la cola de los Veintisiete en presencia femenina en los órganos decisorios de las grandes empresas (alrededor del 7%), junto con Chipre, Luxemburgo, Portugal, Italia, Malta, Austria y Bélgica. No obstante, la Comisión señala como ejemplo positivo la ley de Igualdad, que obliga a las empresas con más de 250 trabajadores a desarrollar planes de igualdad. En este campo, los mejores resultados se encuentran en Suecia y Eslovaquia (más del 25%) y en Finlandia (sobre el 20%).

El informe también analiza la presencia de mujeres en los Tribunales Supremos de los Estados miembros, y en este caso España es el segundo país de la UE por la cola, sólo superado por Portugal, ya que menos del 10% de los jueces son mujeres. En la misma situación se encuentran Reino Unido y Chipre. En contraste, destaca que en algunos de los países de la ampliación, el porcentaje de mujeres en los Tribunales Supremos supera al de hombres, como en Bulgaria, Rumanía, Hungría, Letonia o Eslovaquia.

El comisario responsable de Asuntos Sociales, Vladimir Spidla, señaló que "los avances para conseguir que un mayor número de mujeres ocupen puestos de responsabilidad han sido excesivamente lentos". "La igualdad entre hombres y mujeres también es buena para las empresas. Nuestras economías deben aprovechar el pleno potencial de todos nuestros talentos si queremos hacer frente a la competencia mundial. Esto significa romper de una vez por todas el techo de cristal", dijo en un comunicado.

Por su parte, la comisaria responsable de Sociedad de la Información, Viviane Reding, lanzó un llamamiento a las mujeres para que rompan con los "estereotipos" y orienten sus carreras a las tecnologías de la información y la comunicación porque Europa sigue necesitando personal cualificado en esta área. Reding lamentó que la proporción de mujeres en carreras técnicas siga siendo muy baja, sólo el 19% en 2004.

ESPERANZA DE VIDA

También la oficina estadística europea Eurostat aprovechó la proximidad del Día Internacional de la Mujer para publicar una estadística especial en la que se ponen de relieve que las mujeres españolas son, junto con las francesas, las que tienen una mayor esperanza de vida de la UE (84,4 años). Las rumanas (76,2 años) y las búlgaras y las letonas (76,3 años) ocupan las últimas posiciones.

España es uno de los países de la UE donde las mujeres tienen más tarde a su primer hijo (a los 29,3 años). Sólo Reino Unido está por delante (allí la media de edad de las mujeres que son madres por primera vez es de 30 años). A continuación se sitúan Alemania (29,1 años) y Luxemburgo (29 años). Las madres más jóvenes se encuentran en Bulgaria (24,7 años), Rumania (24,8) y Lituania (24,9).

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Pesquisar na UNESCO




UNESCO Archives Portal

Observatoire sur la société de l'information
Les nouvelles technologies de l’information et de la communication ont eu des répercussions majeures sur tous les aspects de la vie. En novembre 1997, les États membres de l’UNESCO ont donc mandaté l’Organisation pour qu’elle les tienne informés de ces nouveaux défis éthiques, juridiques et sociétaux en créant un mécanisme de surveillance international permanent.
>> Accéder à l’Observatoire sur la société de l’information

A propos du Portail d'archives de l'UNESCO
Le Portail d’archives de l’UNESCO contient des liens vers les sites Web des archives du monde entier. Il offre également un accès aux ressources en matière de gestion des documents et des archives et à la coopération internationale dans ce domaine.
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Les visiteurs du Portail d’archives de l’UNESCO peuvent naviguer dans des catégories prédéfinies ou rechercher des mots spécifiques. Ils ont également la possibilité d’ajouter un nouveau lien ou de modifier un lien existant. Un communiqué de presse électronique fournit des informations sur les nouvelles entrées. La rubrique « Dossier » présente les sites Web d’archives qui revêtent un intérêt particulier.

Les responsables Web des sites référencés sur le Portail d’archives de l’UNESCO sont invités à afficher le logo du portail sur leur site Web pour promouvoir cette ressource.

>> Accéder au Portail d’archives de l’UNESCO

sábado, 24 de novembro de 2007

AGENDA IBEROAMERICANA - O.E.I.










Sala de Lectura CTS+I de la OEI: Esta iniciativa de la Secretaría General de la OEI tiene por objeto elaborar una biblioteca virtual sobre Ciencia, Tecnología, Sociedad e Innovación (CTS+I).

***

La revista CTS propone discutir las relaciones entre ciencia, tecnología y sociedad desde una perspectiva plural e interdisciplinaria. El punto de vista iberoamericano sobre estos temas se recoge en sus páginas a fin de promover el debate sobre la articulación de la ciencia y la tecnología con el ambiente cultural y político específico de las sociedades iberoamericanas. La vocación de CTS es ampliar el análisis y la participación en esta materia. Para ello brinda acceso libre a sus contenidos e invita al público interesado a sumarse a los debates que se plantean en cada número cuatrimestral de la revista. CTS es editada conjuntamente por la Organización de Estados Iberoamericanos (OEI), el Instituto Universitario de Estudios de la Ciencia y la Tecnología de la Universidad de Salamanca y el Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior (REDES).

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Chile - Clausurada la XVII Cumbre Iberoamericana de Jefes de Estado y de Gobierno


La Presidenta de la República de Chile, Michelle Bachelet, clausuró la XVII Cumbre Iberoamericana de Jefes de Estado y de Gobierno, que se realizó desde el jueves en la capital. En la oportunidad, destacó que "todos los Presidentes, absolutamente todos, han firmado la Declaración de Santiago, el plan de acción y además se han comprometido a llevarlo adelante".

La Presidenta de la República, Michelle Bachelet, clausuró la XVII Cumbre Iberoamericana de Jefes de Estado y de Gobierno, que se realizó desde el jueves en la capital. En la oportunidad, destacó que "todos los Presidentes, absolutamente todos, han firmado la Declaración de Santiago, el plan de acción y además se han comprometido a llevarlo adelante".

La Jefa de Estado manifestó que el documento oficial, que contiene 24 puntos orientados a materializar la cohesión social en la región, permitirá avanzar en todos los temas "si efectivamente somos capaces de poner en marcha los acuerdos que hoy día hemos firmado". Añadió que solo así "podremos empezar a escribir un nuevo pacto social para construir sociedades más justas e inclusivas y, por ende, ir hacia la cohesión social de nuestros países".

Durante la conferencia de prensa que puso término a las actividades oficiales de esta cita internacional, la Mandataria aseguró que fue "una Cumbre histórica, porque la Declaración de Santiago ha innovado en cuestiones bastante sustantivas, dando paso a una serie de medidas que creo nos van a permitir avanzar en un tema que había sido por muchos años postergado en nuestra región", refiriéndose a la cohesión social.

Añadió que el acuerdo fundamental es entregar derechos sociales efectivos a los ciudadanos, "lo que lograremos mediante el desarrollo progresivo de sistemas de protección social", y resaltó que el documento oficial de la Cumbre cuenta con un programa de acción concreto, "que permite abordar los temas que hemos estado discutiendo". De hecho, el Secretario General Iberoamericano, Enrique Iglesias, destacó el éxito de la reunión y señaló que "esta es la Cumbre con mejor cosecha que hemos tenido a lo largo de 17 años". Dijo que el primer acuerdo comunitario que se ha aprobado en estos encuentros "acaba de ser hecho ahora y es el Convenio de Seguridad Social",

Sobre este punto, la Presidenta Bachelet explicó que la suscripción de dicho Convenio "va a permitir que más de 5 millones de migrantes iberoamericanos puedan cambiar sus fondos previsionales al país donde decidan vivir su jubilación".

Asimismo, dijo que se acordó adoptar el Programa de Fortalecimiento de la Infancia, para avanzar hacia un sistema de protección social de los niños de Iberoamérica. Dijo que "por eso Chile decidió crear un fondo especial para promover esta iniciativa, que va a poner a disposición de la Secretaría General Iberoamericana". Explicó que se trata de un millón de dólares que constituye un puntapié inicial, "toda vez que de los 205 millones de pobres en la región, hay por lo menos 30 millones de pobres que son niños pequeños", precisó.

La Mandataria dijo, además, que se propuso la creación de un Fondo del Agua Potable, destinado a la gran cantidad de población que no cuenta con este vital recurso en la región, y un programa de transferencia tecnológica sobre recursos hídricos; la adopción del Programa Iberoamericano de Movilidad Académica de Post Grado Pablo Neruda, para el intercambio de estudiantes; y la implementación del Plan Iberoamericano de Alfabetización y Educación Básica de personas jóvenes y adultas, propuesto por Venezuela, "para erradicar el analfabetismo al año 2015", detalló.

Junto con ello, indicó que se abordaron iniciativas tendientes a racionalizar el uso de la energía, la generación de fuentes alternativas y "el involucramiento ciudadano en el conjunto de los temas ambientales de la comunidad Iberoamericana", dijo.

De igual modo, destacó que desde el 2009 se impulsarán "iniciativas para la conmemoración del Bicentenario de la independencia en varias naciones iberoamericanas".

Leia os Programas de Acción

***

domingo, 2 de setembro de 2007

Sociedad del Conocimiento _Unión Latina

En la era actual de mundialización, distribución de los recursos y cooperación internacional, las fronteras tienden a desaparecer un poco en todas partes del mundo.


En este contexto, el concepto de sociedad de la información es
tan corriente que parece haberse asimilado y se tiende a menudo a olvidar que aún hay mucha gente que carece de esta cultura de la información.


El punto central del desarrollo de esta nueva sociedad de la información radica en la voluntad, ampliamente compartida, de que la información pueda circular con mayor fluidez. La documentación no consiste solamente en conservar o almacenar, sino también, sobre todo, en restituir rápidamente la información.


Con este "Documentarium", la Unión Latina intenta ofrecer información y documentación útil tanto para los profesionales de la documentación como para cualquier persona interesada, con el fin de mantenerlos informados sobre las fuentes de información factográficas y bibliográficas, y orientarlos en sus búsquedas.


El "Documentarium" permite acceder a la información de cualquier manera, abarca todos los campos del conocimiento, todos los países miembros de la Organización y cualquier referencia exterior de interés para el mundo latino.


Documentarium:

Reúne las asociaciones, bibliotecas y centros de documentación.
Reúne diferentes bancos de datos bibliográficos y sitios mono o pluridisciplinarios.
Informa sobre las formaciones que llevan a la obtención de un diploma.
Presenta las publicaciones (monografías, catálogos, anuarios, inventarios, directorios, etc.) que tratan la documentación en el sentido amplio de la palabra.
Reúne todos los eventos organizados en el campo de la documentación y de las ciencias de la información.
Ofrece información sobre las listas/forum de discusión con el fin de llevar a cabo intercambios entre profesionales.
Informar sobre los proyectos nacionales o internacionales llevados a cabo en la materia.
Contribuye con el perfeccionamiento de los profesionales.

terça-feira, 10 de julho de 2007

BUSCADOR ESPECIAL PARA CIÊNCIAS SOCIAIS







Google Custom Search



Pesquise na O.E.I , no CLACSO, no Portal MEC, na Universidade de Quebec, etc. só obras eletrônicas em acesso livre. Autores, Obras e Termos em português, espanhol, francês e até Inglês.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Pesquisando no Google







O VOTO NA DEMOCRACIA BRASILEIRA
- Informe-se no Google Search


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Descubra, conheça e acesse websites, revistas e bibliotecas eletrônicas, institutos e núcleos e centros de pesquisa e todos os demais recursos para as Ciências Sociais no site do INTUTE, apoiado por um grupo de universidades britânicas incluindo a University of Birmingham.

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SOCIOLOGIA E COMUNICAÇÃO SOCIAL
a prática dos Comunicados à Imprensa nas
Associações Profissionais de Sociologia.
O exemplo da American Sociological Association - ASA
Asa Media Advisory /Press Releases

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Les Classiques des Sciences sociales



Une bibliothèque numérique développée
en coopération avec l'Université du Québec

Artigos Saint-simonianos.



LAICIDADE E SOCIOLOGIA: reflexão sobre o Homo Faber por Jacob (J.) Lumier

Ver Comunicação e Democracia: Artigo Saint-Simoniano.



Dialética e microssociologia do conhecimento: referências para uma atuação sociológica.
Por Jacob (J.) Lumier


Ver Comunicação e Democracia: Artigo Saint-Simoniano 2.

Trecho corrigido pelo autor e extraído do ensaio sociológico intitulado “ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO: Reflexão em torno às análises sociológicas de Georges Gurvitch”, referido no website Leituras do Século XX.



LEIA NESTA PÁGINA OS SEGUINTES TEXTOS:

A Sociologia do Conhecimento, as Ciências Cognitivas e

os Profissionais das Ciências Humanas.


EXTRATOS DE

“A SOCIOLOGIA DO ROMANCE À LUZ DA COMUNICAÇÃO SOCIAL”


Sumário dos Artigos

SOCIOLOGIA, LITERATURA E FANTASIA:

O problema das relações com a sociologia do conhecimento

O ROMANCE: INDIVIDUALISMO E REIFICAÇÃO:

Sobre a ética do escritor, a ironia e o problema estético do gênero romanesco

CRISE DO ROMANCE E INDIVIDUALISMO:

A Estandardização como fator da Montage em T.W. Adorno

ESTRUTURAS ECONÔMICAS E GÊNERO ROMANESCO

O TEMA DA AUSÊNCIA E A PRESENÇA DE PROUST

O INDIVIDUALISMO EM PROUST


BIBLIOTECA VIRTUAL DO JL'S BLOGS



sábado, 21 de abril de 2007

BIBLIOTECA VIRTUAL DO JL'S BLOGS

Sociologie no Blog de la Quinzaine Littéraire.

Leia aqui sobre Jean Baudrillard , Georges Bataille, Jean Duvignaud..
Le blog de la Quinzaine /// Sociologie


VEJA ADIANTE O ACERVO DA BIBLIOTECA VIRTUAL DO JL'S BLOGS PARA OS DIREITOS SOCIAIS E O VOLUNTARIADO
(ACEITA-SE A COLABORAÇÃO VOLUNTÁRIA, É OBVIO !!!)


POSTAGENS
Elaboradas por Jacob (J.) Lumier para servir à formação nos Direitos Sociais
E interessando à criação de bibliotecas virtuais em ONGs
Rio de Janeiro,13 de Setembro 2007.
Fonte: Grupo Oficina da Monografia
http://groups.google.com/group/Oficina-da-Monografia?lnk=srg&hl=en


POSTAGENS


Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/
ou envie uma carta para Creative Commons, 171 Second Street, Suite 300, San Francisco, California 94105, USA.




POSTAGEM 1:

As Ongs E A Formação Nos Direitos Sociais.

A sugestão de implantar bibliotecas virtuais em ONGs é valida porque cria um suporte mais funcional, completo, visível e acessível para os treinamentos e capacitações e outras atividades formativas e informativas, além é claro de lançar bases para cursos a distância e com isso abrir novas linhas de integração no campo da educação.
***


Pelo que parece tem muita gente boa nas ONGs pensando em aprofundar a formação nos Direitos Sociais, seja mediante a criação de bibliotecas em rede na Internet ou bibliotecas propriamente virtuais, seja pela arrecadação de livros para acervos locais como o faz o MST em http://www.mst.org.br/mst/especiais.php?ed=46
Já se admite que o termo biblioteca pode ser aplicado para as acervos de textos e documentos diversos que estão em vias de serem coletados ou arrecadados, à condição de que esses reduzidos acervos alcancem matérias específicas e tenham o objetivo de oferecer suporte às atividades formativas e informativas como a instrução básica, as capacitações, os treinamentos, subscrições, press releases, estudos, colóquios, congressos, conferências, e todas as atividades que demandam pesquisa ou consulta aos materiais produzidos ou não na própria ONG, podendo chegar com o crescimento inclusive aos cursos em linha e à educação a distância.
Em modo geral a sugestão para implantar bibliotecas virtuais é facilitada e não acrescenta despesas. Basta lembrar que as ONGs com domínio na Internet já dispõem de webmaster e já têm disperso em sua Homepage parte do material classificado a ser carregado para uma biblioteca virtual, como Clipping =Arquivos com matérias que citam a ONG e estão veiculadas em jornais, revistas, sites, emissoras de TV e rádio ;
Informe Digital = Arquivo com os Informes Digitais enviados periodicamente pela ONG aos seus subscritores; Links = Seleção de Websites relacionados com o universo do Voluntariado e da ONG considerada.

Podemos tirar da Página da ABAD RIO em http://www2.abed.org.br/biblioteca.asp o modelo de que uma biblioteca virtual compreende uma classificação em cinco seções cada uma com um link próprio dentro do botão biblioteca na página do Website da ONG. O mesmo esquema sendo aplicado para o material virtual carregado em HTML dentro de cada seção. Parece não exigir muita sofisticação tecnológica além da criação de páginas WEB que os webmasters fazem.
Veja no seguinte o sumário das cinco seções de uma biblioteca virtual com base em textos (podendo ser ampliada para incluir outros tipos de suportes eletrônicos como vídeos, DVDs, etc):

Bibliografia
E-books e outros estudos ou publicações eletrônicas que abordem os Direitos Sociais e o voluntariado ou/e interessem à formação nesta área, podendo eventualmente incluir os livros ou volumes em suporte papel como Atas de Congressos, Anuários, Revistas Temáticas, Universitárias ou Científicas.

Clipping
Arquivos referentes à própria ONG com matérias veiculadas em jornais, revistas, sites, emissoras de TV e rádio.

Informe Digital

Arquivo com os Informes Digitais (ou Boletins, Online Newsletters, etc) enviados periodicamente pela ONG aos seus subscritores.

Links
Seleção de Websites relacionados com o universo do Voluntariado e os Direitos Sociais.

Textos
Arquivo de textos eletrônicos diversos de inúmeros autores sobre variados temas de direitos sociais e voluntariado como mensagens, comentários, artigos, relatórios, pareceres, demonstrativos, etc.

Jacob (J.) Lumier

***


POSTAGEM 2:

Sobre as bibliotecas virtuais e as ONGs – II

A exigência indispensável para configurar uma biblioteca digital/virtual é a implantação de uma máquina de busca específica na página de acervo do website da ONG para o que o Google Custom Search Engine oferece gratuitamente um serviço free bastante satisfatório.

1) – Acredita-se que a vida digital potencializará a comunicação humana e, por conseqüência, não acarretará o desaparecimento de antigos suportes comunicativos como a sociabilidade. Desse modo, o uso cada vez maior de tecnologias no dia-a-dia tem também ajudado a constituir novas bases para a difusão do conhecimento e da cultura. No Brasil, muitos acervos estão sendo disponibilizados por meio da rede internet, proporcionando maior visibilidade às coleções. MUITAS INSTITUIÇÕES JÁ DISPONIBILIZAM CATÁLOGOS ON-LINE COM ACERVOS ESPECÍFICOS CORRESPONDENDO A ÁREAS ESPECÍFICAS DAS PRÓPRIAS ORGANIZAÇÕES. O advento dos meios tecnológicos, posteriormente à Internet, tem provocado o surgimento de novos tipos de leitores. Em apenas alguns cliques, uma criança ou um adulto acessa inúmeras páginas e conteúdos. Muitas iniciativas importantes têm sido desenvolvidas tanto no sentido de REUNIR quanto de DISPONIBILIZAR conteúdos digitais de acesso público, a exemplo do Programa Prossiga www.prossiga.cnpq.br , que disponibiliza bibliotecas virtuais temáticas, como a “Biblioteca Virtual de Literatura”, a Biblioteca Virtual do Estudante de língua Portuguesa
http://www.bibvirt.futuro.usp.br/ index.html?principal.html&2, etc.

2) – Seja como for, os documentos disponibilizados via Internet constituem uma grande biblioteca digital de conteúdo genérico. O mecanismo mais utilizado pelos usuários da Internet para encontrar documentos de seu interesse são MÁQUINAS DE BUSCA. Mas, em geral, as máquinas de busca não conseguem satisfazer as necessidades do usuário. Um dos motivos é a diversidade de temas e perfis de usuários. UMA TENDÊNCIA PARA DISPONIBILIZAR DADOS NA INTERNET SÃO BIBLIOTECAS DIGITAIS DE CONTEÚDO ESPECÍFICO, QUE POSSIBILITAM MAIOR PRECISÃO NAS PESQUISAS.

3) – COM BASE EM CONTEXTOS (ESPECÍFICOS) RELACIONADOS A ASSUNTOS (ESPECÍFICOS), É POSSÍVEL DESENVOLVER MECANISMOS ESPECIALIZADOS que facilitem ao usuário encontrar e visualizar informações de seu interesse. A recuperação de informação em uma biblioteca digital é feita por meio de um sistema de recuperação de informação (SRI) que busca informações contidas em documentos da biblioteca digital que possam ser úteis para o usuário.

4) – Neste sentido de implantar máquinas de busca específicas no acervo como característica de uma biblioteca digital/virtual lembro que a ferramenta de pesquisa que utilizamos para pôr em obra o Buscador para a sociologia e as ciências sociais (Ver mensagens aqui postadas em Julho/Agosto) atende perfeitamente ao instrumento fundamental indispensável à criação de um recurso como a biblioteca virtual, capaz de REUNIR e de DISPONIBILIZAR conteúdos digitais de acesso público das ONGs.

Leia as seguintes informações sobre o Google Custom Search Engine :
http://www.google.com/coop/cse/


Have a website or collection of sites you'd like to search over? With Custom Search Engine, you can harness the power of Google to create a search engine tailored to your needs.

Create a search engine tailored to your needs

* Include one website, multiple websites, or specific webpages
* Host the search box and results on your own website
* Customize the colors and branding to match your existing webpages
* Learn more with our featured examples, developer documentation, and FAQs


Learn how Custom Search benefits...

Your website, blog, or special interest group

* Help your visitors find what they're looking for
* Invite your friends and community to contribute
* Make money with AdSense for Search
* Automatically generate a search engine based on the links on your website or blogroll with Custom Search on the fly


Your business or enterprise

* Take advantage of Custom Search Business Edition for added benefits, like enterprise-grade support, ads-free results pages, and the XML API
* Put your own logo on the search results pages
* Help customers navigate your site and find the products they want to buy

Your non-profit, government, or educational organization
Leia mais: http://www.google.com/coop/cse/


Para criar um buscador veja o seguinte link:
http://www.google.com/coop/manage/cse/create/1

***


POSTAGEM 3:


Plano Do Nosso Blog

Prezados membros do grupo oficina da monografia, passo-lhes aqui uma idéia para a preparação do blog do nosso grupo oficina da monografia. Blog este concebido como um recurso para a formação nos direitos sociais e para a pesquisa sobre voluntariado, contendo um esboço de biblioteca virtual, com acondicionamento próprio do acervo e buscador específico. O plano é bem simples e consiste em dar aproveitamento às ferramentas disponibilizadas gratuitamente pelo google.

De fato, como sabemos (Ver postagens de Agosto/Setembro), para constituir-se como suporte junto às atividades formativas UMA BIBLIOTECA VIRTUAL PRECISA DE UM ACERVO EM SEU ESPAÇO/HOMEPAGE E DE UM BUSCADOR.

O acervo teremos que formar pesquisando, classificando e reproduzindo o material público para armazena-lo em nosso espaço no “Documentos e Planilhas ” Os arquivos subidos ficarão armazenados sob nossa conta nesse espaço/instrumento oferecido pelo Google Docs & Spreadsheets (Ver http://www.google.com/google-d-s/intl/en/tour1.html ) e daí serão publicados com o endereço/URL desse nosso espaço na Internet.

Uma vez criado o nosso Blog (prefiro host no Blogger pela operatividade rápida e elegância Ver http://www.blogger.com/tour_start.g ) bastará inserir/postar o título de cada documento classificado com link para o nosso endereço/URL no Documentos e Planilhas.

Desse modo estará constituído e disponibilizado o acervo virtual, bastando ao usuário teclar no título do documento desejado em nosso Blog para acessa-lo a partir de nosso espaço/endereço/URL

À medida que o acervo cresça, introduziremos o Buscador por nós então criado no Google Custom Search Engine (Ver http://www.google.com/coop/cse/ ), a exemplo do buscador que criei para a sociologia e as ciências sociais
(Ver http://www.google.com/coop/cse?cx=001025875507377962189%3Awi6s2juaf0m&hl=fr ).

É isso. Toda a sugestão será bem vinda. Quem puder informe endereços/URLs de ONGs para eventual contato em vista de divulgar nosso Blog como um serviço útil e necessário.

Saludos Jacob (J.) Lumier

BLOGOSFERA PROGRESSISTA

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